Para já, este é o Governo da Tesoura. Não para cortar, mas para mandar cortar.
São cortes nos salários, cortes nas pensões, cortes na saúde, cortes na educação, cortes na segurança social.
Anuncia-se que a tesoura será igualmente usada em casa. Prevêem-se cortes na despesa do Estado. Até por uma questão de exemplo e elementar coerência, é fundamental que tais cortes se façam quanto antes.
Espera-se, entretanto, que este possa ser o Governo da Enxada. Que permita escavar a riqueza que está alojada na terra e, sobretudo, na alma das pessoas.
Cortar pode ser urgente. Mas também pode ser asfixiante. Criar (riqueza e esperança) é que será importante, decisivo!
Fonte: aqui
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