segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Nós por cá

Venda de carros cai mais de 30%

Durante o ano passado foram vendidos 153.433 veículos ligeiros de passageiros, uma descida de 31,3 por cento face a 2010, de acordo com os dados provisórios avançados esta segunda-feira pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).
A Renault foi a marca com mais saída, tendo vendido 16.340 unidades (menos 37,6 por cento do que os 26.197 veículos vendidos no ano anterior), seguida pela Volkswagen e pela Peugeot (14.874 e 12.875 viaturas, respectivamente).
A Opel (11.372 unidades) e a Ford (10.615 unidades) foram as outras marcas que conseguiram vender mais de 10 mil veículos, numa lista em que também apareciam em 2010 a Citroën e a Seat.
Os dados relativos apenas ao mês de Dezembro mostram uma quebra de 60,1 por cento das vendas de veículos ligeiros de passageiros (11.207 unidades).
No que toca aos veículos comerciais ligeiros, a descida foi de 23,6 por cento para 34.888 veículos em termos anuais.
E no mercado de veículos pesados, entre Janeiro e Dezembro de 2011, as vendas recuaram 17,3 por cento para 2.995 unidades.
Num ano negro para o sector, houve apenas quatro marcas que viram as suas vendas aumentar (Saab, Land Rover, Dacia e MINI), entre as 45 fabricantes presentes no mercado português.
Fonte: aqui

Baixa nos medicamentos dá  56,8 milhões a utentes

Em média, o preço dos medicamentos (comparticipados e não comparticipados) vai baixar quatro por cento, representando também uma poupança de cerca de 50 milhões de euros anuais para o Serviço Nacional de Saúde, salientou à agência Lusa.
Manuel Teixeira adiantou que o preço de venda ao público dos medicamentos será novamente reduzido, a 1 de Abril, com as alterações previstas nos preços de referência.
A portaria hoje publicada em Diário da República, e que entra em vigor na terça-feira, define que todos os medicamentos passam a ser mais baratos para os utentes e que a margem de lucro das farmácias e dos distribuidores diminui.
O diploma vem regulamentar um decreto-lei, de final de Novembro, que determinou uma "baixa generalizada dos preços" para os utentes e uma poupança dos gastos públicos.
O secretário de Estado da Saúde desvalorizou ainda o alerta da indústria farmacêutica sobre as quebras dos preços dos medicamentos, afirmando que a autoridade que regula e fiscaliza o sector "dá garantia do fornecimento adequado" dos fármacos aos utentes.
Em comunicado, divulgado esta segunda-feira, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) apontou que "as sucessivas baixas de preços" dos medicamentos, nos últimos dois anos, têm provocado rupturas no normal abastecimento do mercado, deixando doentes sem tratamento, e aumentado o risco de contrafacção.
O aviso surgiu na sequência das alterações legislativas que têm ocorrido relativamente ao regime de preços dos medicamentos de uso humano sujeitos a receita médica e dos medicamentos não sujeitos a receita médica comparticipados.
Fonte: aqui

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