Apesar de o encontro ter contado também com a presença da Plataforma 15 de Outubro, que integra o movimento dos indignados e lançou algumas palavras de ordem – "Para a decência, não há equivalência" e "Queremos respeito, com o Relvas nada feito" –, os manifestantes não encheram o largo de S. Bento.
Ao CM, o realizador Miguel Gonçalves Mendes diz que o objectivo da manif era o de demonstrar que "a pouca-vergonha já ultrapassou os limites do aceitável e que isto não pode ser mais tolerado". Mais: "Depois desta sucessão de casos do Miguel Relvas, não podíamos ficar impávidos e serenos em casa. Isto não pode ser um não-caso, como disse Passos Coelho".
Fonte governamental adianta ao CM que Gonçalves Mendes "não fez nem disse o mesmo quando se falava contra a claustrofobia democrática de José Sócrates". Refere ainda a mesma fonte que o realizador recebeu em 2006 do anterior Governo um subsídio de 50 mil euros para o filme ‘José e Pilar’.
O CM teve acesso à lista de "Subsídios, espectadores e receitas 2004-2011" em que o filme de Gonçalves Mendes surge como tendo recebido uma verba de 50 mil euros, um dos subsídios mais altos de 2006. O documentário ‘José e Pilar’ estreou quatro anos depois, em 2010.
Fonte: aqui
DESTA VEZ, O GOVERNO PARECE TER RAZÃO: o realizador Gonçalves Mendes " "não fez nem disse o mesmo quando se falava contra a claustrofobia democrática de José Sócrates".
"

Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.