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Dizem alguns autores antigos que
Alexandre o Grande invadiu a ilha de Socotra, no Oceano Índico, para se
abastecer de aloé vera, para curar os soldados feridos. Contam também que a
rainha Nefertiti e Cleópatra a utilizavam em tratamentos de beleza. Em laboratórios estão a ser testadas várias potencialidades desta planta, (existem mais de 200 espécies, mas apenas cinco terão propriedades medicinais), como o tratamento do acne, hemorróidas, psoríase, anemia, glaucoma, pequenas úlceras, tuberculose e dermatite seborreica. Várias investigações já revelaram as potencialidades do seu gel para acelerar os processos de cicatrização, como anti-inflamatório e para queimaduras por radioterapia. De acordo com diferentes investigações, o gel contém pelo menos 75 componentes, entre vitaminas, minerais, aminoácidos, açúcares, enzimas, esteróides vegetais, saponinas, lenhina, antraquinonas, ácido salicílico. No entanto, tal como para todos os produtos a concentração destes diferentes compostos e a sua pureza determinam a sua eficácia. No caso do aloé vera, e talvez pela sua utilização em inúmeros produtos, desde farmacêuticos, alimentares, cosmésticos e mesmo detergentes, existe o Conselho Internacional da Ciência do Aloé Vera, que certifica os produtos. Fonte: aqui |
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Aloé vera
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