
O Papa Bento XVI, ao anunciar a sua renúncia, criou um facto extraordinário de fazer inveja ao político mais experiente. Surpreendeu a todos, talvez até mesmo os católicos mais devotos e não é para menos já que a última vez que isso ocorreu foi há 598 anos.
Enquanto a comunicação se dividia entre boas e más noticias, o centro era a Igreja e sua missão de levar a "boa nova", o evangelho de Jesus Cristo. Reuniu-se o Conclave para escolher o papa, apontaram-se favoritos que mais uma vez nenhum foi confirmado. Escolheram em pouco tempo um novo papa, que era o sonho de todos os católicos, um bispo não europeu, que veio da Argentina, ou como o próprio papa designou, "do fim do mundo".
E ele escolheu o nome Francisco. Um nome cheio de significado. E, agora, o novo Papa incorpora o "espírito" de São Francisco de Assis e foge da roupa luxuosa, do trono luxuoso, dos carros privados. E até pede ao povo que reze por ele antes de lhe dar a bênção. Começou muito bem!
O novo líder católico apresentou como prioridade do seu pontificado a luta contra a pobreza, tanto material como espiritual. E também já manifestou a vontade de "intensificar o diálogo com as diferentes religiões, incluindo o Islão" e os não-crentes e de "construir pontes", lembrando o sentido da palavra "pontífice" – "construtor de pontes com Deus e entre os homens".
E há dias apresentou uma comissão de cardeais que o vai ajudar no governo da Igreja e na reforma da Cúria. Tudo parece correr bem. Que Deus o abençoe!
Fonte: aqui
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