quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Desilusão com aquela grande superfície comercial

Alguém, precisando de adquirir umas roupas, deslocou-se a uma grande superfície comercial de uma grande cidade. Tinham-lhe dito que ali havia variadíssimas lojas, desde o baixo custo até às mais caras.
Na companhia de uma pessoa amiga, fez-se à estrada após o trabalho, uma vez que essa grande superfície estava aberta ao público até à meia-noite.
Gente, gente, gente. Encontrar um lugar para estacionar o veículo foi quase um milagre. Descobrir um espaço para jantar foi uma odisseia. Tudo cheio.
Loja de baixo custo. Uma desilusão. O pouco tempo que lá aguentou foi "pelos cabelos". Parecia a Feira da Ladra. Nada de jeito e o aspeto do espaço era horrível.
Nas outras lojas o aspeto era obviamente diferente. Mas os preços? Uma loucura. Num país em que tanta gente tem ordenados tão baixos, há tantas pessoas desempregadas, como são possíveis tais preços?
Depois, num tempo em que se reclama tanto pela liberdade individual, parece que o comércio opta pela uniformidade. Variam as marcas, variam os preços, mas o estilo de roupa é o mesmo. Algo parecido acontece hoje com o mercado automóvel. Todos muito parecidos!
Resultado. Essa pessoa não adquiriu nada! Valeu pelo esticanço ao carro, uma vez que normalmente circula em espaços curtos e os veículos precisam , de quando em vez, de mais estrada para a sua saúde. Lá foi o custo do combustível, as portagens e o custo do jantar...
Ficou a jura. Aqui nunca mais! Se bem que lá vem o ditado: "Nunca digas nunca!"

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.