quarta-feira, 5 de abril de 2017

Fundamentalismo de comentadores

Não foi só eu que me ri. Num programa de TV, um dos visados pela caricatura, riu-se à tripa forra...
Rui Gomes da Silva, André Ventura e Pedro Guerra, principalmente, são de um fundamentalismo crítico que exacerba o país pacífico dos ouvintes, seja de que cor clubística for, excepto, logicamente, os mais fanáticos benfiquistas.
Claro que os representantes de outros clubes que integram os painéis de comentaristas nos vários canais de TV defendem os seus clubes. Mas uma coisa é defender o clube de coração, outra é navegar pelo fundamentalismo.
De todos, e perdoem-me se estou a puxar a brasa para a minha sardinha, os mais livres são os comentadores portistas, pois não se inibem de criticar o seu clube quando o entendem como justo. Coisa  os nomes referidos acima jamais são capazes. São capazes de justificar o injustificável, tal o seguidismo que revelam. Os outros  e só os outros é que cometem erros, é que falham, é que são culpados. No reino do seu clube reina a perfeição!
Parece-me feliz a caricatura da Madraça (= escola muçulmana) que nada tem de ofensivo em relação aos muçulmanos, antes realça a cartilha comum que os referidos comentadores parecem seguir.

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