quarta-feira, 22 de maio de 2019

Não deixe que sejam outros a decidir o seu futuro. Vote!

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Em 26 de maio decorrem em Portugal as eleições para o Parlamento Europeu.
Sabe-se que muito do nosso futuro se decide em Bruxelas. São por isso os eleitores europeus - portanto, nós também - a decidir que futuro queremos, a Europa que desejamos.
São muitas as forças políticas que concorrem a estas eleições. Mas quem decide quem vai representar-nos somos nós, os cidadãos europeus.
Infelizmente a campanha política está muito centrada em querelas internas, faltando claramente informação sobre os projetos europeus que essas mesmas forças defendem.
Por outro lado os cidadãos alheiam-se bastante dos assuntos europeus e concentram-se quase só nas questões internas que têm a ver com o seu dia-a-dia. Esquecem-se os portugueses que quase tudo o que de importante mexe com a sua vida provém de diretrizes europeias.
Pensamos que a campanha política está desatualizada. Isto de arruadas e "beijinhos" nas feiras já não diz nada. Criatividade precisa-se! "Imaginação ao poder" era o grito de maio de 1968. Toda a atualidade.
O ataque permanente e o deita-abaixo que tanto caracterizam os debates e discursos afastam as gentes. São precisas propostas claras para os problemas que afetam os cidadãos. Especialmente que se diga a verdade às pessoas, sem nunca prometer aquilo que não é possível fazer. Não vale tudo para ter mais votos.
É grande o desencanto com os partidos clássicos. A corrupção, o compadrio, a aliança entre política e empresariado, o atavismo, o enclausuramento dos partidos, os privilégios dos políticos, a ausências de projetos mobilizadores, o fazer da economia o único assunto, a aprovação de leis fraturantes que atentam contra os valores das comunidades, etc, etc, geram o desinteresse das pessoas e/ou a fuga para soluções radicais tanto à direita como à esquerda. O extremismo é sempre perigoso e causador de ruturas socais de consequências imprevisíveis.
"Os políticos não são donos, mas servidores da comunidade",  dizia D. Manuel Martins.
Precisamos de uma opinião pública mais atenta, mais vigilante, mais exigente. Teremos políticos e políticas mais assertivos, mais atuantes, mais coerentes. Menos gabarolice e mais ação!
Então vote. Não permita que outros decidam por si.

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