quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Padre de Covas do Barroso, Boticas, condenado hoje a uma pena de três anos de prisão com pena suspensa
E, afirmou, "tem de pagar pela asneira que cometeu", por isso, apesar de considerar a condenação "demasiada pesada", acredita que o "castigo foi proporcional à falha". "Não se tolera um padre ter seis armas em casa. É demasiado", referiu. O vigário-geral da diocese salientou ainda que ter seis armas em casa transmite a ideia de serem para "comercializar".
Veja aqui
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A sociedade líquida
Três exemplos.
O ex-vice-presidente da Câmara do Porto Paulo Morais afirmou recentemente que "o centro de corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República". De facto, o Parlamento português "parece mais um verdadeiro escritório de representações, com membros da comissão de obras públicas que trabalham para construtores e da comissão de saúde que trabalham para laboratórios médicos". "A legislação vem dos grandes escritórios de advogados, que também ganham dinheiro com os pareceres que lhes pedem para interpretar essas mesmas leis e ainda ganham a vender às empresas os alçapões que deixaram na lei." "Os deputados estão ao serviço de quem os financiou e não de quem os elegeu."
Toda a gente ficou atónita, quando se soube que, no CEJ, os candidatos a magistrados e juízes tinham copiado no exame e que havia suspeitas de que teriam conhecido antecipadamente o seu enunciado.
Há casos de médicos com 80 e 90 anos e alguns até já mortos que continuaram a receitar medicamentos em 2010. Calcula-se que cerca de 40 por cento dos gastos do Estado com a comparticipação em medicamentos possa ser irregular.
E agora? Evidentemente, os crimes devem ser julgados. Mas é essencial compreender que a solução da nossa vida colectiva não pode ser entregue exclusivamente ao Direito Penal. Por duas razões fundamentais. Não é possível legislar sobre tudo e, depois, nesse quadro, seria necessário colocar um polícia junto de cada cidadão, mas, como os polícias também são cidadãos, ter-se-ia de pôr um polícia a guardar outro polícia e assim sucessivamente. Lá está Juvenal, que aqui já citei: "custos custodit nos; quis custodiet ipsos custodes?" (a guarda guarda-nos; quem guardará a guarda?).
Para dizer que a formação ética para os valores vinculativos (a honra, a virtude, a dignidade, o respeito, a lealdade, a solidariedade, a rectidão, a verdade...) é essencial.
Mas a questão é esta: quem formará para os valores? As famílias desestruturadas? As escolas sem norte e onde os professores lutam por um lugar de sobrevivência? A Igreja moralmente ferida? As televisões em guerra por audiências tolas?
Quando se instalou como valor primeiro o ter em vez do ser, começou a caminhada para o abismo. Por um lado, o ter; por outro, o individualismo.
O famoso sociólogo polaco Zygmunt Bauman, professor emérito da Universidade de Leeds (Reino Unido), chamou a esta situação "modernidade líquida". As nossas sociedades são individualistas, e nelas são precários os laços tanto íntimos como sociais. Diz ele: "Ao contrário dos corpos sólidos, os líquidos não podem conservar a sua forma, quando pressionados por uma força exterior, por mínima que seja. Os laços entre as suas partículas são demasiado fracos para resistir. Ora, este é precisamente o traço mais marcante do tipo de coabitação humana característico da 'modernidade líquida'. Daí, a metáfora que proponho."
Neste quadro, percebe-se a dificuldade de hoje para assumir compromissos de longo termo, pois não se quer restringir a futura liberdade de escolha. Daí a tendência para que "todos os laços que se dão sejam fáceis de desfazer, que todos os compromissos sejam temporários, válidos apenas até 'nova ordem'".
Cá está a dificuldade para manter o amor e a moralidade. Por um lado, quer-se um "parceiro leal e dedicado", mas, por outro, "ninguém se quer comprometer". E o cumprimento dos deveres morais "é custoso, não é uma receita para uma vida fácil e sem preocupações, segundo as promessas da publicidade para os bens de consumo".
Anselmo Borges, aqui
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Nem a morte escapa aos cortes
De acordo com a lei - um decreto de 1995 que se integra no regime de protecção social da função pública - o subsídio por morte é atribuído, numa prestação única, ao cônjuge, descendentes ou ascendentes do trabalhador falecido, sendo pago pelos «serviços onde o funcionário exercia funções».
O diploma abrange os funcionários dos serviços e organismos da administração central, regional e local, os que trabalham na dependência da Presidência da República, da Assembleia da República e das instituições judiciárias, os magistrados judiciais e do Ministério Público, bem como o pessoal das Forças Armadas e das forças de segurança.
O subsídio é atribuído por morte de um trabalhador no activo (a atribuição não depende do falecimento em serviço, casos em que há um enquadramento legal específico), na situação de aposentado ou reformado.
A proposta do Orçamento do Estado esclarece que as alterações agora introduzidas «apenas são aplicáveis às prestações referentes a mortes ocorridas após a entrada em vigor do presente diploma».
Fonte: aqui
Purificadores de água são inúteis onde há rede pública
sábado, 15 de outubro de 2011
Actualidade em três tempos
2 Presente. Aqui chegados, não temos alternativa ao caminho apontado por Pedro Passos Coelho no arranque do horrível jantar de quinta-feira: é preciso colocar as contas em dia, cumprir as metas do défice, honrar a palavra dada aos credores. Só assim poderemos voltar a crescer e começar a pagar o que devemos. Não é popular dizer isto quando os sacrifícios que agora surgem carregam sobre quem nunca fez mais do que trabalhar honrada e esforçadamente enquanto os amigos daqueles que os pedem se entretiveram a delapidar o País. Essa é a perversidade do momento. Portugal tem uma economia frágil e está num mundo em crise, num espaço europeu ameaçado pela recessão e num sistema capitalista que se tornou, por perversidade e falta de escrúpulos, autofágico. Mas há gente que roubou e escapou; e há gente que na governação deu mostras de uma irresponsabilidade total. Ainda assim, temos de voltar a acreditar, na vida, no futuro, e esperar que esta onda de austeridade seja regulada pelo bom senso. Não é justo que o combate ao gigantismo do Estado seja feito apenas pela perda da qualidade de vida dos funcionários públicos. Há que calibrar estas medidas assim que possível - e, sobretudo, faz sentido acreditar neste caminho como uma maneira de chegar à renegociação inevitável com os credores. Cavaco Silva fez esta semana em Itália uma esclarecida declaração, à atenção dos líderes do eixo, que em seu tempo não cumpriram as regras hoje consideradas sagradas. Temos de fazer a nossa parte e pagar por anos de irresponsabilidade colectiva, é certo; mas a Europa não deve pensar que pode multiplicar realidades como a Grécia sem pagar por isso também um preço.
3 Futuro. Conhecedores das dificuldades financeiras, é preciso tratarmos da economia. Sem crescimento, inevitavelmente confirmar-se-á à fácil previsão da esquerda do bota-abaixo: recessão, desemprego. O Governo tem de acordar rapidamente com os bancos o recurso aos 12 mil milhões que a troika lhes destinou para fazerem face ao crédito. Esse dinheiro faz falta às empresas e já vai demasiado longo o braço-de-ferro que visa defender os actuais equilíbrios de poder dentro dos bancos que a utilização dessa linha poderia destruir.
Ah, e temos de descortinar o ministro da Economia. Ministro das Finanças, como vemos, existe. Vítor Gaspar tem inabaláveis convicções, e actua. Álvaro Santos Pereira desvanece-se todos os dias, cada vez mais apático, com a mesma facilidade com que se evaporou a sua receita mágica da descida da TSU sobre cujas virtualidades Pedro Passos Coelho, ainda não correctamente informado da realidade, tanto discorreu na última campanha (e que, agora, até a troika engoliu...). Se não houver rápidas novidades, está aqui, no Ministério da Economia, um problema que tem de ser resolvido.
JOÃO MARCELINO, aqui
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Educação dos filhos
E uma notícia recente vem confirmar que este problema não é só português. Uma sondagem realizada pelo Guardian Teacher Network, a que responderam cerca de 1922 docentes britânicos, dá conta que 50 por cento dos professores consideram que os alunos são hoje mais impertinentes do que quando entraram na profissão e 81 por cento destes consideram que o falhanço dos pais em cumprir o seu papel e a desagregação da família nuclear estão na base desta situação.
Sobre os pais, cerca de metade dos professores inquiridos especifica que estes os apoiam menos do que quando ingressaram na profissão. Entre os que assim pensam, 79 por cento atribuem esta mudança a um declínio das competências parentais; 65 por cento afirma que o valor dado à educação pelos pais diminuiu e 59 por cento sustenta que os horários de trabalho cada vez mais longos estão a afastá-los dos filhos.
No mesmo dia em que recebi esta notícia, uma mãe desabafava comigo a dificuldade em educar um dos filhos. E dizia-me: "Os professores acham que a culpa é minha e do pai, mas nós temos feito tudo o que está nas nossas mãos para o chamar à realidade. O mais velho tem bom comportamento e aproveitamento e este tem nos dado problemas que chegam."Fui professor, durante 16 anos, do 7.º até ao 12.º anos, e conheci casos em que efectivamente a culpa era dos pais mas outros deviam-se pura e simplesmente ao temperamento dos alunos e ao modo como o educador lidava com eles.
O papel dos pais é fundamental mas há miúdos que se deixam facilmente instrumentalizar por outros colegas, tanto para o bem como para o mal. E mais: um comportamento acomodado nem sempre dá bons resultados. Tenho dito isto muitas vezes aos catequistas. Já vi muitos miúdos com comportamentos difíceis a serem bons cristãos e bons pais e filhos e óptimos cidadãos e outros que nunca levantaram problemas a serem uns incapazes em todos os planos.
Quero com isto dizer que ninguém deve desanimar perante as dificuldades em educar as novas gerações.
In O Amigo do Povo
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Play-off do Euro 2012
A maior estrela da Bósnia é o avançado Dzeko, do Manchester City, e que já foi colega do defesa português Ricardo Costa quando ambos estavam no clube alemão Wolfsburgo, tal como o meio-campista goleador Misimovic.
Quadro completo dos jogos:
Café e cirrose
| O café pode contra-atacar os efeitos tóxicos do álcool no fígado e ajudar a evitar a cirrose, dizem pesquisadores. Num estudo com mais de 125.000 pessoas, uma xícara de café ao dia cortou o risco de cirrose alcoólica em 20%. Quatro xícaras ao dia reduzem o risco em 80%. O efeito benéfico mostrou-se constante para homens e mulheres de diversos grupos étnicos. Ainda não está claro se a protecção vem da cafeína ou de algum outro ingrediente do café, diz um dos autores do estudo, o médico Arthur Klatsky. Ele, porém, adverte que é melhor cortar no álcool do que encharcar-se de café. Nem todos os bebedores que abusam do álcool desenvolvem cirrose, uma cicatriz permanente do fígado que prejudica a capacidade do órgão filtrar as toxinas do sangue. Klatsky disse que a nova descoberta poderia ajudar a entender por que o fígado de algumas pessoas sobrevive ao abuso. A hepatite C e outras doenças também podem provocar cirrose. O café não se mostrou eficiente contra essas causas. | ![]() |
O mesmo estudo mostrou que bebedores de café obtêm resultados melhores em exames para medir o funcionamento do fígado, independentemente de beberem álcool ou não.
In O Amigo do Povo
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Arquidiocese de Braga constrói hotel sénior
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| D. Jorge Ortiga |
"É como se estivessem, de facto, num hotel, com a única diferença de que não ficam uma ou duas noites, mas sim para toda a vida", explicou o bispo à Lusa.
"Ali já funcionou a Casa Sacerdotal, agora vai funcionar um hotel sénior", acrescentou Jorge Ortiga, sublinhando que esta obra, além da requalificação do património da arquidiocese, visa também "combater o despovoamento" do centro da cidade.
"O que queremos é que seja um local de repouso mas também de convívio, de encontro de amigos, onde os utentes se sintam bem. É um espaço com muita qualidade e muita dignidade", acrescentou ainda o bispo.
O Betânia - Hotel Sénior tem quatro suites de casal, 18 suites individuais e sete duplas, e ocupa uma parte do edifício do Seminário Conciliar de S. Pedro e S. Paulo, no centro histórico da cidade, a "dois passos" da Sé. Os utentes pagam uma jóia de entrada e, depois, uma mensalidade fixa.
O hotel deverá começar a funcionar, no máximo, dentro de um mês, já que a obra está concluída, aguardando apenas pelas vistorias e pela licença de habitabilidade.
Fonte: aqui
EU NÃO QUERO ACREDITAR!
Penso que a Igreja não cessa de dar tiros nos pés!
Numa altura em que o desemprego atinge duramente o país - e distrito de Braga é dos mais atingidos pelo flagelo, pois é o 3º onde há maior falência de empresas - a arquidiocese bracarense investiu 1,7 milhões de euros na construção de um hotel sénior!!!
Tanta vez que o Arcebispo de Braga pede atenção para os mais necessitados, e agora este hotel???
Que falta de coerência entre palavras e actos!
Não são os ricos que precisam. Quem realmente precisa são os pobres e estes não cessam de aumentar.
Escandaloso!
Governo quer proibir reformas antecipadas antes dos 57 anos
De acordo com o documento preliminar a que o Jornal de Negócios teve acesso, a medida faz parte da proposta de Orçamento de Estado para 2012 discutida em Conselho de Ministros.Até aqui, era permitido pedir reforma antecipada a partir dos 55 anos, e dos 30 de descontos, mediante um corte no valor da pensão. Mas o jornal avança que se o Governo seguir em frente com as intenções plasmadas no documento, a idade mínima para sair do mercado sobe para os 57 anos e com pelo menos 32 de descontos.
Outras medidas
Segundo o mesmo jornal, o Governo tenciona propor a alteração da fórmula de cálculo da taxa de penalização da reforma. Até 2011, descontava-se 0,5 por cento por cada mês de antecipação até aos 65 anos, mas a partir de janeiro a penalização será de 6 por cento ao ano, independentemente da reforma ter sido antecipada em 1 ou 12 meses.
Mantém-se, porém, a redução da penalização em 12 meses por cada período de 3 anos que exceda os 32 anos de descontos.
O documento prevê também uma redução para metade do acréscimo no pagamento aos trabalhadores da função pública pelas horas extraordinárias até final de 2013.
Em cima da mesa, está ainda uma outra proposta. Os aposentados da função pública que ganham entre 485 euros e 727,5 euros podem perder a isenção de descontos para a ADSE a partir de 2012, passando a descontar 1,5 por cento do valor da pensão.
Fonte: aqui
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
SISTEMA OPERATIVO DO CASAMENTO
Há um ano e meio troquei o programa [Noiva 1.0] pelo [Esposa 1.0] e verifiquei que o Programa gerou um aplicativo inesperado chamado [Bebê.exe] que ocupa muito espaço no HD.
Por outro lado, o [Esposa1.0] se auto-instala em todos os outros programas e é carregado automaticamente assim que eu abro qualquer aplicativo.
Não funcionam mais aplicativos como [Cerveja_Com_A_Turma 0.3], [Noite_De_Farra 2.5] ou [Domingo_De_Futebol 2.8] e o sistema trava assim que eu tento carregá-los novamente.
Além disso, de tempos em tempos um executável oculto (vírus) chamado [Sogra 1.0] aparece, encerrando abruptamente a execução de um comando.
Não consigo desinstalar este programa. Também não consigo diminuir o espaço ocupado pelo [Esposa 1.0] quando estou rodando meus aplicativos preferidos.
Sem falar também que o programa [Sexo 5.1] sumiu do HD.
Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava antes, o [Noiva 1.0], mas o comando [Uninstall.exe] não funciona adequadamente.
Poderia ajudar-me? Por favor!
Ass: Usuário Arrependido
Prezado Usuário.
Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas é devido, na maioria das vezes, a um erro básico de conceito: muitos usuários migram de qualquer versão [Noiva 1.0] para [Esposa 1.0] com a falsa idéia de que se trata de um aplicativo de entretenimento e utilitário.
Entretanto, o [Esposa 1.0] é muito mais do que isso: é um sistema operacional completo, criado para controlar todo o sistema!
É quase impossível desinstalar [Esposa 1.0] e voltar para uma versão [Noiva 1.0], porque há aplicativos criados pelo [Esposa 1.0], como o [Filhos..dll], que não poderiam ser deletados, também ocupam muito espaço, e não rodam sem o [Esposa 1.0].
É impossível desinstalar, deletar ou esvaziar os arquivos dos programas depois de instalados. Você não pode voltar ao [Noiva 1.0] porque [Esposa 1.0] não foi programado para isso.
Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para em seguida instalar a [Noiva Plus] ou o [Esposa 2.0], mas passaram a ter mais problemas do que antes.
Leia os capítulos 'Cuidados Gerais' referente a ' Pensões Alimentícias' e 'Guarda das crianças' do software [CASAMENTO].
Uma das melhores soluções é o comando [DESCULPAR.EXE /flores/all] assim que aparecer o menor problema ou se travar o programa. Evite o uso excessivo da tecla [ESC] (escapar).
Para melhorar a rentabilidade do [Esposa 1.0], aconselho o uso de [Flores 5.1], [Férias_No_Caribe 3.2] ou [Jóias 3.3].
Os resultados são bem interessantes!
Mas nunca instale [Secretária_De_Minissaia 3.3], [Antiga_Namorada 2.6] ou [Turma_Do_Chopp 4.6 ], pois não funcionam depois de ter sido instalado o [Esposa 1.0] e podem causar problemas irreparáveis ao sistema.
Com relação ao programa [Sexo 5.1], esqueça! Esse roda quando quer.
Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de instalar o [Esposa1.0] a orientação seria: NUNCA INSTALE O [ESPOSA 1.0] sem ter a certeza de que é capaz de usá-lo!
Ass: Técnico
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A BANDA DESENHADA QUE EMOCIONOU O MUNDO
limparam-te quando sujavas as fraldas, ensinaram-te a lavar o rosto e a tomar banho, a pentear os teus cabelos...
terça-feira, 4 de outubro de 2011
UM ALERTA PARA TODOS... Os bandidos não cessam de inventar novos métodos de assalto!
Fazem-te uma espera num parking ou seja onde for que estiveres estacionado e, depois de saíres do carro eles mudam-te a matrícula e ficam à coca até arrancares.
Depois seguem-te, ultrapassam-te e mostram-te a matrícula pela janela, como se ela se tivesse desprendido do teu carro.
Talvez fiques um pouco espantado por ver a tua matrícula ali mas, sem desconfiares e porque a queres recuperar, resolves abrandar para te encontrares com quem tão "generosamente" parou, para te apanhar e devolver a matrícula que nem reparaste que tinha caído...
Parar é tudo o que eles querem e, quando te apercebes, é tarde demais e tens sorte se não fores violado(a), raptado(a), ferido(a) ou morto(a).
Não pares, seja por que motivo for.
Uma matrícula não é nada, comparada com a tua integridade física.
Pensa no que estará realmente a acontecer, antes de agires. Os criminosos são espertos e podem ser extremamente violentos quando querem conseguir alguma coisa.
2. NOVA METODOLOGIA DE ASSALTO - ÁGUA
Os assaltantes, entram em nossa casa sem necessidade de arrombar a porta e com pessoas no interior, sem qualquer dificuldade.
É derramada água por baixo da porta de entrada. Qual o efeito?
Quem se encontra no interior da residência, ao ver que há água a entrar por baixo da porta, tem o impulso abrir a porta e indagar da sua proveniência.
Abre a porta e o que se passa a seguir é fácil de adivinhar.
É tudo muito fácil e não chama à atenção dos vizinhos. (Recebidos por email)
Deve aguardar-se algum tempo, analisar o fluxo de água e antes de abrir a porta certificar-se devidamente de que não se encontra alguém no exterior, pode estar sempre alguém escondido.
Não é só em vivendas, que este estratagema é utilizado, antes pelo contrário, é em prédios que se constata a maior incidência.
Na verdade o primeiro impulso de uma pessoa que passa no hall de entrada e vê água a entrar por baixo da porta, é abri-la.
Este método já funcionou, na Zona de Lisboa, em cerca de 50 casos segundo a PSP de Algés. Já a PSP das Antas registou 22 casos e a GNR assume 73 casos nas zonas da Senhora da Hora, S. Mamede Infesta e Rio Tinto/Gondomar.
Não deixem de passar esta informação às pessoas vossas amigas.
Empresas públicas dão mundo de regalias a trabalhadores e familiares
«Há situações que são imorais. E que têm vindo a acumular-se ao longo dos anos», afirma Marques Mendes. Muitos desses privilégios foram herdados do antigo regime, adaptados e renegociados em acordos de empresa com os sindicatos, como forma de compensar os trabalhadores pela ausência de aumentos salariais: «A maior parte das administrações destas empresas foi conivente com a situação. Foram pactuando e acrescentando regalias para comprar a paz social», recorda o ex-líder do PSD.
Nenhuma das empresas públicas ou participadas pelo Estado que o SOL contactou quis adiantar o valor anual gasto com estas regalias sociais. E as várias auditorias do Tribunal de Contas apenas permitem perceber o impacto de algumas delas.
O fim destes direitos adquiridos dos trabalhadores só pode acontecer se houver luz verde do trabalhador e das estruturas sindicais. Mas a situação excepcional do país pode justificar a tomada de decisões extremas. Ainda na semana passada o Tribunal Constitucional invocou isso mesmo para validar os cortes médios de 5% nos salários dos funcionários públicos decididos em 2010.
Marques Mendes defende, por isso, que este é o momento para se alterarem certos benefícios: «A situação é de emergência e as empresas não têm condições para continuarem a manter regalias que não são financeiramente suportáveis. Se se cortam salários, porque não se cortam regalias?».
Para João Duque, presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão, é fundamental perceber quanto é que as empresas gastam com estes benefícios. Na instituição que dirige, reconhece, «ainda há ‘o dia do mês’ – que antes do 25 de Abril era dado apenas às mulheres e depois foi alargado aos homens».
O responsável lembra que muitas destas benesses foram usadas como forma de compensar os trabalhadores pela ausência de aumentos salariais. E se a situação do país facilita a tomada de decisões, qualquer mudança não deve ser feita abruptamente e terá de ter em conta critérios de justiça. Até porque «há muitos funcionários públicos a ganhar mal e a trabalhar bem e as instituições não têm forma de os premiar e incentivar», remata João Duque
Fonte: aqui
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
HÁ QUEM ESTEJA A SAIR DA CRISE (trilhando um caminho totalmente diferente do nosso)
Será a economia um mundo à parte ou uma parte do mundo?
Há quem pense que a solução para os problemas está (apenas!) em sacrifícios, em austeridade, em restrições.
O certo é que, à medida que se intensifica a «terapia», mais vão aumentando os sintomas da «doença». Não haverá alternativa?
A Islândia, há poucos anos, esteve no fundo. Em 2008, passou pela maior crise de toda a Europa.
Hoje, está a recuperar a olhos vistos. O caminho não passou pelas teses liberais do FMI. Pelo contrário, passou pela rejeição deliberada do FMI. No Brasil e na Argentina, aconteceu o mesmo.
E a Bélgica está a ter o maior crescimento económico europeu porque não tem Governo que possa aplicar as medidas de austeridade. Sorte a dos belgas. A produção aumenta. Há mais condições para a dívida ser abatida.
Não há, pois, uma receita única. A vulgata neoliberal já provou que não vale muito. O que é estranho é que nem nos deixem escolher a melhor via.
Porque será?
























