quinta-feira, 3 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Referendo da Grécia trava cúpula do G-20

A Grécia embolou as negociações no G-20. Se já estava totalmente tomada pela pauta europeia, agora a reunião de cúpula das maiores economias do mundo ficou travada pela decisão do primeiro-ministro George Papandreou de realizar um referendo sobre o pacote de resgate da União Europeia. No limite, isso pode significar a saída do país da zona do euro.
A ajuda dos emergentes para o zona do euro seria o principal ponto de discussão no encontro que começa amanhã, em Cannes, na França. Mas as autoridades europeias ainda estão tentando contornar a situação criada pelo anúncio grego, num clima de grande tumulto. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, terão encontros de emergência hoje com Papandreou, que sofrerá enorme pressão.

É uma corrida contra o tempo para tentar algum acerto antes do início da cúpula. As ruas ao redor do Palácio dos Festivais já estão bloqueadas, num forte esquema de segurança para receber as lideranças do G-20 que chegam à Riviera francesa. As manifestações contra os efeitos da crise econômica estão concentradas em Nice, a cerca de 20 Km da realização do evento.

O anúncio do referendo disseminou a turbulência pelos mercados. A decisão traz fortes riscos para o pacote de salvamento aprovado recentemente, que prevê nova ajuda financeira de ? 130 bilhões para Atenas, além de calote de 50% da dívida grega. Entre os investidores, cresce a desconfiança de que a Grécia pode acabar tendo de sair da zona do euro, o que significaria, na prática, um default total e desordenado.

Cenários - Na sexta-feira, o parlamento grego deve decidir sobre o voto de confiança no governo e a realização do referendo. Papandreou tem maioria apertada e vem perdendo apoio dentro do próprio partido. Se for derrotado, o governo cairá e serão convocadas novas eleições. Se ganhar, o primeiro-ministro se mantém no poder e a população do país dará o veredicto sobre o pacote de ajuda, em meio à explosão de insatisfação social.

Analistas de mercado acreditam que o primeiro caso seria o menos pior. Isso porque traria a possibilidade da chegada de um novo governo favorável às medidas de austeridade impostas pela União Europeia, sem a necessidade do referendo. O segundo cenário representaria um longo período de incertezas e, caso a população vote contra o pacote da UE, poderia significar a saída da Grécia da zona do euro. "O cenário menos favorável aos mercados seria o governo ganhar na sexta-feira e o referendo decidir pelo 'não'", avalia Jim Reid, estrategista-chefe do Deutsche Bank. "Isso colocaria o pacote de ajuda em risco e elevaria o risco de uma saída iminente da zona do euro ou um default desordenado."

Para Chris Turner, estrategista-chefe de câmbio do ING, o referendo representará, na prática, o voto sobre a união monetária do euro. "Se a maior esperança dos mercados é que o governo entre em colapso na sexta-feira antes que tenha chance de colocar em prática o referendo, isso não é nem um pouco encorajador."

A insegurança prevaleceu novamente hoje nos mercados internacionais. Foi suspensa a emissão de ? 3 bilhões em títulos da Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês), o mecanismo de resgate dos países em dificuldades. Os recursos seriam usados para o auxílio à Irlanda, mas não houve condições para realizar a operação.
Fonte: aqui

Azeite contra AVC


Um grupo de investigadores portugueses descobriu o antioxidante do azeite capaz de combater ataques cardíacos e AVC. Esta é a primeira prova científica acerca dos «benefícios para a saúde que se têm observado em pessoas que incluem o azeite na dieta», disse a coordenadora do estudo Fátima Paiva-Martins ao tvi24.pt.

Já se sabia que os antioxidantes promoviam a saúde. Também já era sabido que o azeite era uma das fontes de antioxidantes. O que não se sabia era se havia antioxidantes do azeite melhores que outros, nem quais.

«É possível usar técnicas de extracção que aumentem a quantidade de todos os antioxidantes no azeite. Nem todos os azeites têm a mesma quantidade dos vários antioxidantes, pelo que se podem procurar as variedades de azeitona, e existem mais de 100, que produzam azeites com maiores quantidades.» revelou Fátima Paiva-Martins ao tvi24.pt.

«Este antioxidante pode ser extraído a partir de folhas de oliveira. No futuro, se a legislação permitir, poderá ser utilizado para suplementar azeite», acrescentou a investigadora.

Quanto maior for a concentração do antioxidante identificado maior o efeito do azeite no combate à aterosclerose. Os azeites virgens têm mais quantidades de antioxidantes que os azeites normais. O ideal são os azeites extra virgens que perdem menos antioxidantes durante a refinação.

In O Amigo do Povo

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Bispo de Bragança no Facebook

O novo Bispo de Bragança é o mais novo da Igreja Católica portuguesa e isso nota-se, por exemplo, na utilização da internet para chegar aos fiéis.
D. José Cordeiro usa um blogue e o facebook onde é seguido por mais de quatro mil pessoas.
Recebe pedidos de ajuda, desabafos e até críticas à igreja.
Fonte: aqui 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Governo apela aos jovens para emigrarem

Governo incentiva jovens desempregados a emigrar

"Se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras", disse o governante, que falava para uma plateia de representantes da comunidade portuguesa em São Paulo e jovens luso-brasileiros.
Segundo o mesmo responsável, o país não pode olhar a emigração apenas com a visão negativista da "fuga de cérebros".
Para Miguel Mestre, se o jovem optar por permanecer no país que escolheu para emigrar, poderá "dignificar o nome de Portugal e levar know how daquilo que Portugal sabe fazer bem".
Caso a opção seja por, no futuro, voltar a Portugal, esse emigrante "regressará depois de conhecer as boas práticas" do outro país e poderá "replicar o que viu" no sentido de "dinamizar, inovar e empreender".
Com o intuito de capacitar o jovem português e aumentar os laços com outros países, o responsável diz que o governo português pretende incentivar também os intercâmbios estudantis e os estágios no estrangeiro.
Fonte: aqui

António Vieira dizia: «Para nascer Portugal, para morrer, o mundo». Continua a ser verdade!

sábado, 29 de outubro de 2011

"Penso em você todos os dias"

O pastor de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar.
A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central.

O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora.
Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia.
Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.

A curiosidade do pastor crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim.

Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que
ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.

E disse a oração que fazia:
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

O pastor, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.
'É hora de ir' - disse Jim sorrindo.
Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.

O pastor ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes.
Teve então, um lindo encontro com Jesus.
Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...

'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

Certo dia, o pastor notou que Jim não havia aparecido.
Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.
Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante.

A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!

Ao encontrá-lo, o pastor colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:
- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!
Parecendo surpreso, o velho virou-se para o pastor e disse com um largo sorriso:
- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:

'Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias.
Agora sou eu quem o está observando... e cuidando! '

Jesus disse: 'Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.'

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

SE ASSIM NÃO FOSSE, COMO SERIA O SÉQUITO ESCOLHIDO!!!!!

 (Notícia do Público de 23/09/11)

«NINGUÉM ESTA IMUNE AOS SACRIFÍCIOS», disse ele.
O Cavaco na sua visita discreta aos Açores de 5 dias levou 30 acompanhantes, entre os quais:
- sua esposa
- o chefe da casa civil e sua esposa
- 4 assessores
- 2 consultores
- 1 médico pessoal
- 1 enfermeira
- 2 bagageiros???
- 2 fotógrafos oficiais
- 1 mordomo
- 12 agentes de segurança
e à chegada disse "Ninguém está imune aos sacrifícios".
Convém lembrar que quando o príncipe Carlos e a sua mulher Camila visitaram oficialmente Portugal, chovia e seguravam nos seus próprios guarda-chuvas. O nosso Presidente e mulher - na mesma ocasião tinham alguém que lhes segurava o guarda-chuva......
E ESTA HEIM??? Como diria o Fernando Pessa...

( Esta lista foi dada aos jornalistas, não pensem que isto é gozo!)

(Enviada por email)

"Violência não é a verdadeira natureza da religião"

Duranteo encontro inter-religioso em Assis, Bento XVI reconheceu que a religião tem um potencial para a violência e recordou o historial da Igreja neste campo, "cheio de vergonha".

As religiões também podem ser causa de violência, mas tal deve-se à deturpação do seu verdadeiro sentido, disse hoje Bento XVI, na sua primeira intervenção no encontro inter-religioso em Assis.

O Papa distinguiu duas correntes de violência no mundo actual: uma assume a forma de actos terroristas, muitas vezes com inspiração religiosa, enquanto a segunda se deve ao esforço contrário de afastar Deus e a religião da sociedade.

No que diz respeito à primeira categoria Bento XVI expressou não só a sua preocupação como a sua “vergonha” pela história de violência cristã.

“Que, no caso em questão, a religião motive de facto a violência é algo que, enquanto pessoas religiosas, nos deve preocupar profundamente. (…) O que os representantes das religiões congregados no ano 1986, em Assis, pretenderam dizer – e nós o repetimos com vigor e grande firmeza – era que esta não é a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição”, afirmou.

Mais adiante referiu as culpas que a Igreja também tem neste aspecto: “Como cristão, quero dizer, neste momento: É verdade, na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã. Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza”.

A raiz do diálogo inter-religioso Bento XVI reconhece imediatamente, no seu discurso, que estas posições são vulneráveis a críticas. Afinal, quem tem a autoridade de definir o que é a verdadeira religião? “Contra isso, objecta-se: Mas donde deduzis qual seja a verdadeira natureza da religião? A vossa pretensão por acaso não deriva do facto que se apagou entre vós a força da religião? E outros objectarão: Mas existe verdadeiramente uma natureza comum da religião, que se exprima em todas as religiões e, por conseguinte, seja válida para todas?”

A resposta, para o Papa, está precisamente na autoridade dos líderes religiosos e é aí que se encontra ancorada a necessidade do diálogo inter-religioso: “Aqui situa-se uma tarefa fundamental do diálogo inter-religioso, uma tarefa que deve ser novamente sublinhada por este encontro”.

O Santo Padre passou então para a crítica ao extremo contrário: “O «não» a Deus produziu crueldade e uma violência sem medida, que foi possível só porque o homem deixara de reconhecer qualquer norma e juiz superior, mas tomava por norma somente a si mesmo. Os horrores dos campos de concentração mostram, com toda a clareza, as consequências da ausência de Deus.”

O que preocupa o Papa não é, contudo, o ateísmo de Estado, mas antes o efeito desta negação de Deus no coração dos homens contemporâneos: “queria, antes, falar da «decadência» do homem, em consequência da qual se realiza, de modo silencioso, e por conseguinte mais perigoso, uma alteração do clima espiritual. A adoração do dinheiro, do ter e do poder, revela-se uma contra-religião, na qual já não importa o homem, mas só o lucro pessoal. O desejo de felicidade degenera num anseio desenfreado e desumano como se manifesta, por exemplo, no domínio da droga com as suas formas diversas. Aí estão os grandes que com ela fazem os seus negócios, e depois tantos que acabam seduzidos e arruinados por ela tanto no corpo como na alma”.
Outros crentes e não crentes Já no final da sua intervenção o Papa abordou a situação dos não crentes, cuja inclusão nesta “peregrinação pela verdade e pela paz” causou alguma surpresa e controvérsia. Bento XVI faz questão de distinguir entre os agnósticos que procuram a verdade e os “ateus combativos” que vivem na “falsa certeza” de que não existe um Deus: “Estas pessoas procuram a verdade, procuram o verdadeiro Deus, cuja imagem não raramente fica escondida nas religiões, devido ao modo como eventualmente são praticadas. Que os agnósticos não consigam encontrar a Deus depende também dos que crêem, com a sua imagem diminuída ou mesmo deturpada de Deus”, concluiu.

Antes de falar Bento XVI vários outros participantes tomaram a palavra. Houve algumas referências à situação dos cristãos no Médio Oriente e ao estatuto de Jerusalém.

O rabino David Rosen, encarregado do diálogo entre o judaísmo e as outras religiões falou sobre a paz, dizendo que não é só uma questão pragmática mas também um caminho profundo.

Um hindu e um budista tomaram ainda a palavra bem como um porta-voz das religiões tradicionais africanas que resolveu fazer uma oração entoada, que recorda a urgência do espírito pelo próximo e o respeito pela natureza e pela criação, dizendo que só assim se alcança a paz para todos.
Fonte: aqui

Humor sobre a crise na União Europeia

“Um grego, um irlandês e um português vão beber um copo a um bar. Quem paga a conta? A Alemanha."

"Porque é que a Grécia não consegue obter o novo plano de ajuda da troika? Porque na Grécia ninguém trabalha o suficiente para acabar de preencher o formulário de candidatura”.


“A Alemanha não descarta sair da Zona Euro, mas só se levar todas as notas e moedas”.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Só o número de ex-deputados com pensão para toda a vida (de todas as cores e para todos os gostos) já ultrapassa os 400 beneficiários

Os nomes dos políticos que recebem do Estado a pensão mensal vitalícia e passaram a ser secretos. A Comissão Nacional de Protecção de Dados cujo presidente é eleito pelos deputados, considera que “a pensão mensal vitalícia não é uma informação pública….” in Correio da Manhã

Então, acham que isto se endireita com estes vampiros à solta? Nunca haverá dinheiro que chegue!
Os partidos políticos criaram em Portugal, um sistema de roubo legal para os seus membros, baseado na acumulação de reformas e pensões vitalícias.
Só o número de ex-deputados com pensão para toda a vida (de todas as cores e para todos os gostos) já ultrapassa os 400 beneficiários. O valor dessa regalia rondará os oitocentos mil Euros por mês.

Mário Soares “papa de reformas” mais 500.000 Euros por ano.
Alberto João Jardim, tem uma reforma do Estado de 4.124 Euros, obtida num serviço público onde nunca trabalhou (Secretaria Regional de Turismo), recebe um ordenado por inteiro de 84 mil Euros. Acresce a este valor mais 40% de despesas de representação, o que dá 94.467 Euros, ganha mais do que o primeiro-ministro Espanhol.
Cavaco Silva recebe do Banco de Portugal 4.152 Euros, da Universidade Nova de Lisboa 2.328 Euros e de primeiro-ministro 2.876 Euros.
Manuel Alegre recebe um valor de 3.219,95 Euros por ter trabalhado um ano RDP num cargo que nem ele sabe qual era (1974/1975).
Santana Lopes obteve uma reforma de primeiro-ministro após seis meses de trabalho, que acumulou depois com a reforma de deputado.
Marques Mendes mal fez 50 anos de idade, tratou de logo de requerer uma pensão de 2.905 Euros.
Freitas do Amaral, ao saber que lhe faltava pouco tempo para obter a reforma vitalícia de deputado, desligou-se do CDS, mas não da Assembleia da Republica enquanto não completou o tempo necessário para a obter.
Carlos Brito, quando obteve a sua reforma, mandou “passear” o PCP, onde durante décadas militou.
Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua de deputado, mandou a Assembleia às urtigas.
Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva depois de obter uma reforma de deputado, em 21 meses obteve uma reforma da Caixa Geral de Depósitos no valor de 18.000 Euros mensais.
Campos e Cunha, ministro das finanças de Sócrates, após ter trabalhado 6 anos no Banco de Portugal, e com apenas 49 anos, obteve uma reforma de 114.784 Euros.
Diogo Leite Campos, do PSD. À semelhança de outros camaradas de partido, bastarem-lhe 6 anos no Banco de Portugal para obter mais uma reforma do Estado.
Vasco Franco, figura de proa do PS, obteve uma reforma de deputado de 3.035 Euros.
Recebe ainda uma outra como deficiente de guerra por ter sido ferido em Moçambique depois de 1974.
Centenas de governantes e deputados de todas as cores políticas, independentemente da sua idade ou da sua competência, têm sido contemplados e nós, os nossos filhos e os nossos netos iremos suportar por muitos e bons anos estas reformas douradas.
Será que estes (e outros) também vão pagar 50% do 14º mês?????????
(Enviado por email)

SALÁRIOS MÍNIMOS NA EUROPA

O IVA a 23% e os salários mínimos

Afirma o Sr. Ministro das Finanças que o aumento da taxa do IVA para 23% nas facturas do gás e da electricidade...
"Passará da taxa reduzida para a taxa normal, à semelhança da esmagadora maioria dos países da União Europeia", frisou Vítor Gaspar.

Então comparemos também os SALÁRIOS MÍNIMOS NA EUROPA
Eurolândia:
Luxemburgo - 1.757,56€
Irlanda - 1.653,00€
Bélgica - 1.415,24€
Holanda - 1.400,00€
França - 1.377,70€
Espanha - 748,30€
Portugal - 485,00€
.. UE
Reino Unido - 1.035,00€
.. Extra-UE
Suíça - 2.916,00€
(Enviado por email)

D I V I N A L esta D. Beatriz

A D. Beatriz, senhora alentejana, 80 anos, solteira, organista numa igreja da Diocese de Beja.
É admirada por todos pela sua simpatia e doçura.

Uma tarde, convidou o novo padre da igreja para ir lanchar a sua casa e ele ficou sentado no sofá, enquanto ela foi preparar um chá.
Olhando para cima do órgão, o jovem padre reparou numa jarra de vidro com água e, lá dentro, boiava um preservativo.
Quando a D. Beatriz voltou com o chá e as torradas, o padre não resistiu e perguntou-lhe o porquê de tal decoração em cima do órgão.
E responde ela apontando para a jarra: "Ah! refere-se a isto? Maravilhoso, não é? Há uns meses atrás, ia eu a passear pelo parque, quando encontrei um pacotinho no chão. As indicações diziam para
colocar no órgão, manter húmido e que, assim, ficava prevenida contra todas as doenças. E sabe uma coisa? Este Inverno ainda não me constipei".
A Fé é QUE NOS SALVA...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

As crises criam oportunidades para redistribuir riqueza

As crises criam oportunidades para redistribuir riqueza. Consoante as forças políticas que as controlam, a redistribuição irá num sentido ou noutro. Imaginemos que a redução de 15% do rendimento aplicada aos funcionários públicos, por via do corte dos subsídios de Natal e de férias, era aplicada às grandes fortunas, a Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo, Famílias Mello, etc. Recolher-se-ia muito mais dinheiro e afectar-se-ia imensamente menos o bem-estar dos portugueses. À partida, a invocação de uma emergência nacional aponta para sacrifícios extraordinários que devem ser impostos aos que estão em melhores condições de os suportar. Por isso se convocam os jovens para a guerra, e não os velhos.
Não estariam os super-ricos em melhores condições de responder à emergência nacional? Esta é uma das perplexidades que leva os indignados a manifestarem-se nas ruas.
Mas há muito mais. Perguntam-se muitos cidadãos: as medidas de austeridade vão dar resultado e permitir ver luz ao fundo do túnel daqui a dois anos? Suspeitam que não porque, para além de irem conhecendo a tragédia grega, vão sabendo que as receitas do FMI, agora adoptadas pela UE, não deram resultado em nenhum país em que foram aplicadas – do México à Tanzânia, da Indonésia à Argentina, do Brasil ao Equador – e terminaram sempre em desobediência e desastre social e económico.

Boaventura de Sousa Santos, in Visão 20 Outubro 2011

Veja aqui o artigo todo.

O Desenvolvimento do Subdesenvolvimento



Boaventura de Sousa Santos

Visão 20 Outubro 2011



Está em curso o processo de subdesenvolvimento do país. As medidas que o anunciam, longe de serem transitórias, são estruturantes e os seus efeitos vão sentir-se por décadas. As crises criam oportunidades para redistribuir riqueza. Consoante as forças políticas que as controlam, a redistribuição irá num sentido ou noutro. Imaginemos que a redução de 15% do rendimento aplicada aos funcionários públicos, por via do corte dos subsídios de Natal e de férias, era aplicada às grandes fortunas, a Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo, Famílias Mello, etc. Recolher-se-ia muito mais dinheiro e afectar-se-ia imensamente menos o bem-estar dos portugueses. À partida, a invocação de uma emergência nacional aponta para sacrifícios extraordinários que devem ser impostos aos que estão em melhores condições de os suportar. Por isso se convocam os jovens para a guerra, e não os velhos. Não estariam os super-ricos em melhores condições de responder à emergência nacional?
  Esta é uma das perplexidades que leva os indignados a manifestarem-se nas ruas. Mas há muito mais. Perguntam-se muitos cidadãos: as medidas de austeridade vão dar resultado e permitir ver luz ao fundo do túnel daqui a dois anos? Suspeitam que não porque, para além de irem conhecendo a tragédia grega, vão sabendo que as receitas do FMI, agora adoptadas pela UE, não deram resultado em nenhum país em que foram aplicadas – do México à Tanzânia, da Indonésia à Argentina, do Brasil ao Equador – e terminaram sempre em desobediência e desastre social e económico. Quanto mais cedo a desobediência, menor o desastre.  Em todos estes países foi sempre usado o argumento do desvio das contas superior ao previsto para justificar cortes mais drásticos. Como é possível que as forças políticas não saibam isto e não se perguntem por que é que o FMI, apesar de ter sido criado para regular as contas dos países subdesenvolvidos, tenha sido expulso de quase todos eles e os seus créditos se confinem hoje à Europa. Porquê a cegueira do FMI e por que é que a EU a segue cegamente? O FMI é um clube de credores dominado por meia dúzia de instituições financeiras, à frente das quais a Goldman Sachs, que pretendem manter os países endividados a fim de poderem extorquir deles  as suas riquezas e de fazê-lo nas melhores condições, sob a forma de pagamento de juros extorsionários e das privatizações das empresas públicas vendidas sob pressão a preços de saldo, empresas que acabam por cair nas mãos das multinacionais que actuam na sombra do FMI. Assim, a privatização da água pode cair nas mãos de uma subsidiária da Bechtel (tal como aconteceu em Cochabamba após a intervenção do FMI na Bolívia), e destinos semelhantes terão a privatização da TAP, dos Correios ou da RTP.  O back-office do FMI são os representantes de multinacionais que, quais abutres, esperam que as presas lhes caiam nas mãos. Como há que tirar lições mesmo do mais lúgubre evento, os europeus do sul suspeitam hoje, por dura experiência, quanta pilhagem não terão sofrido os países ditos do Terceiro Mundo sob a cruel fachada da ajuda ao desenvolvimento.  Mas a maior perplexidade dos cidadãos indignados reside na pergunta: que democracia é esta que transforma um acto de rendição numa afirmação dramática de coragem em nome do bem comum? É uma democracia pós-institucional, quer porque quem controla as instituições as subverte (instituições criadas para obedecer aos cidadãos passam a obedecer a banqueiros e mercados), quer porque os cidadãos vão  reconhecendo, à medida que passam da resignação e do choque à indignação e à revolta, que esta forma de democracia partidocrática está esgotada e deve ser substituída por uma outra mais deliberativa e participativa, com partidos mas pós-partidária, que blinde o Estado contra os mercados, e os cidadãos, contra o autoritarismo estatal e não estatal. Está aberto um novo processo constituinte. A reivindicação de uma nova Assembleia Constituinte, com forte participação popular, não deverá tardar.

Homem queima a Bíblia no Vaticano


Fonte: aqui

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Criança suicida-se aos 10 anos: Porquê?


Criança de dez anos pôs anteontem fim à vida

“Menino gozado há um ano”

"Há um ano que nos apercebemos de que as crianças gozavam com as orelhas do Rafael, mas pensávamos que era uma situação resolvida. É de lamentar, sinceramente. Ele era um menino querido". As palavras são de uma professora da Escola Pedro Santarém, em Benfica, Lisboa, onde estudava Rafael Pereira – a criança de dez anos que anteontem de manhã enrolou uma corrente ao pescoço e terminou com a vida quando estava em casa sozinho. Segundo uma vizinha, o menino estava "cansado de ser gozado".
Chocada com a notícia da morte do seu aluno, a docente disse ainda que Rafael era um estudante com "necessidades especiais e era acompanhado por um psiquiatra, mas nada fazia prever tal tragédia". O corpo de Rafael Pereira é hoje autopsiado no Instituto de Medicina Legal de Lisboa. "Custa acreditar que ele morreu", concluiu a professora, que não se quis identificar.
Ontem, o ambiente era de consternação em casa da mãe de Rafael. "Estamos a sofrer muito", disse uma familiar, não acrescentando mais qualquer esclarecimento. O CM sabe que o pai e a avó já estão em Lisboa. Mal souberam da morte do menino viajaram desde o Alentejo.
A par da violência escolar (bullying) de que era alvo, física e psicológica, Rafael tinha ainda problemas relacionados com hiperactividade, o que lhe valia vários conflitos com os professores e colegas, que com ele frequentavam o 5º ano.
Na semana passada, a mãe tinha sido chamada pelo director de turma por causa de problemas com professores e colegas. De resto, ao que o nosso jornal apurou junto de vizinhos, a família é ajudada pela Segurança Social. Na casa da mãe de Rafael vivem mais duas tias e um sobrinho que ali vai passar alguns fins--de-semana – está institucionalizado. Rafael, filho único, quando podia visitava o pai no Alentejo. Este tem problemas de toxicodependência.
Fonte: aqui

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Prazo de validade chegou aos casamentos

Veja aqui

O Carlinhos e a História de Portugal

Pergunta a Professora:

- Carlinhos, sabe a quem é que se deve o pinhal de Leiria?

- Fónix, ó s'tora, então essa merda também não está paga?!

Parlamento aprova extinção preventiva das fundações

A maioria PSD/CDS-PP aprovou hoje em votação final global a proposta de lei do Governo para a extinção preventiva das fundações públicas, com a abstenção de todas as bancadas parlamentares da oposição. Durante a discussão em plenário do diploma, que visa fazer um censo do número de fundações públicas de direito público e privado e de fundações privadas que detêm património ou recebem dinheiro do Estado, o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, garantiu que as fundações com «trabalho qualitativo» na área social e no ensino superior estão salvaguardadas na extinção preventiva.
Segundo Hélder Rosalino, a extinção de fundações públicas de direito público e de direito privado detidas maioritariamente por entidades estaduais, fim de apoio financeiro e do estatuto de utilidade pública são medidas «preventivas e só isso».
Desta forma, acrescentou, o Governo «levará em avaliação a natureza qualitativa e o trabalho qualitativo que tem vindo a ser desenvolvido pelas fundações activas na área da solidariedade social e do Ensino Superior».
Apesar de preventivas, as extinções entram em vigor e são definitivas a menos que as entidades respondam a um questionário sobre a sua natureza e função «na perspectiva do que é a relação custo/benefício em função da utilização de fundos públicos».
«As medidas preventivas são só isso e visam assegurar o cumprimento tempestivo e efectivo da resposta ao questionário. Se não houvesse esta medida, esta iniciativa teria outros resultados», indicou ainda o secretário de Estado, frisando que o primeiro objectivo da proposta é fazer um censo do «Estado paralelo» das fundações.
Ainda durante o período de votações regimentais foi aprovado com os votos favoráveis do PSD, CDS-PP e PS e a abstenção do PCP, BE e PEV a proposta do Governo que procede à sexta alteração à Lei de Organização e Processo do Tribunal de Contas.
Fonte: aqui

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Elefante escapa a ataque de crocodilo

Padre de Covas do Barroso, Boticas, condenado hoje a uma pena de três anos de prisão com pena suspensa

O Vigário Geral da Diocese de Vila Real ( diocese a que pertence o padre condenado) ressalvou que "um membro da Igreja Católica ter seis armas, cerca de 800 munições de diferentes calibres, um engenho explosivo e uma mira telescópica na residência paroquial é uma "falha muito grande".
E, afirmou, "tem de pagar pela asneira que cometeu", por isso, apesar de considerar a condenação "demasiada pesada", acredita que o "castigo foi proporcional à falha". "Não se tolera um padre ter seis armas em casa. É demasiado", referiu. O vigário-geral da diocese salientou ainda que ter seis armas em casa transmite a ideia de serem para "comercializar".
Veja aqui

terça-feira, 18 de outubro de 2011