| A nova alcunha do Governo é 'LÁTINHA'... A gente anda pela rua, aponta para as portas fechadas e diz: LÁ...... TINHA uma loja... LÁ...... TINHA uma fábrica... LÁ...... TINHA um armazém... LÁ...... TINHA trabalhadores... LÁ...... TINHA um sonho... LÁ...... TINHA esperança... LÁ...... TINHA uma escola... LÁ...... TINHA um serviço de urgência... LÁ...... TINHA esperança de dias melhores... LÁ..... TINHA subsídios de Natal e o de férias... | |
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
A nova alcunha do Governo
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Será que o Lula já viu isso?
Não aprovo a 'irreverência' nem concordo com a postura 'anti-religiosa', mas há sempre umas verdades que podem ajudar a crescer e a ser mais objetivo e sereno.
Por isso aqui deixo este vídeo, enviado por email.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Preguiça de Portugal
Texto de Manuel Bernardes, autor que pode andar esquecido mas continua a estar no top 5 dos maiores escritores portugueses.
Flagrante actualidade.
AQUI
Flagrante actualidade.
AQUI
sábado, 18 de fevereiro de 2012
António Aleixo:
Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que às vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
ACAP prevê encerramento de 2600 empresas
A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) prevê o encerramento de cerca de 2600 empresas do setor este ano, correspondendo a 21.000 postos de trabalho.
José Ramos, presidente da ACAP, diz que perante esta situação, o Estado terá uma «perda directa de receita fiscal de cerca de 19 milhões de euros por mês», ou seja cerca de 230 milhões de euros anuais, «para além de todos os custos a nível social». Para José Ramos, existe uma «situação dramática para as empresas do sector», até porque a perspectiva para 2012 «é bastante negativa, prevendo-se uma queda de 18,5% do mercado automóvel face a 2011».
Face a esta conjuntura, José Ramos propôs ao Governo a reintrodução do plano de incentivos ao abate de veículos em fim de vida «o mais rapidamente possível», já que, historicamente, enquanto existiu permitiu subir as vendas em cerca de 20%.
José Ramos, presidente da ACAP, diz que perante esta situação, o Estado terá uma «perda directa de receita fiscal de cerca de 19 milhões de euros por mês», ou seja cerca de 230 milhões de euros anuais, «para além de todos os custos a nível social». Para José Ramos, existe uma «situação dramática para as empresas do sector», até porque a perspectiva para 2012 «é bastante negativa, prevendo-se uma queda de 18,5% do mercado automóvel face a 2011».
Face a esta conjuntura, José Ramos propôs ao Governo a reintrodução do plano de incentivos ao abate de veículos em fim de vida «o mais rapidamente possível», já que, historicamente, enquanto existiu permitiu subir as vendas em cerca de 20%.
Fonte: aqui
Cardeal Bertone no centro do mal-estar e das lutas pelo poder
A boa notícia? Na semana passada, uma cimeira inédita em Roma estabeleceu um conjunto de normas para lidar com a questão dos abusos sexuais, que tem devastado a Igreja Católica em vários países. Tirando isso, o último mês não foi fácil para Bento XVI, que viu serem divulgadas acusações de corrupção ao mais alto nível no Vaticano, além de uma notícia "delirante" sobre um alegado complô para matar o Papa. Depois do WikiLeaks, o Vaticano teve também as suas leaks, comentou o porta-voz do Vaticano.Começou tudo com a divulgação, no final de Janeiro, de duas cartas do actual núncio (embaixador) do Vaticano nos Estados Unidos, o arcebispo Carlo Maria Viganò. Nelas, o diplomata, ex-responsável pelo governo interno da Cidade do Vaticano, queixava-se ao Papa e ao secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, de haver corrupção ao mais alto nível no Estado pontifício. A acusação deixava a entender que Bertone, se não era um dos corrompidos, teria pelo menos fechado os olhos a diversos factos graves.
O prestígio de Viganò enquanto governador do Vaticano era reconhecido por todos - foi o responsável pelo saneamento das finanças da Santa Sé. Por isso, a divulgação dos documentos causou um grande mal-estar no Vaticano. O porta-voz, padre jesuíta Federico Lombardi, sem desmentir a existência das cartas, criticou duramente o método utilizado para a divulgação da acusação.
Na semana passada, soube-se que o cardeal Castrillón Hoyos, que ocupou diversos cargos na Cúria, entregara uma nota na qual reproduzia inconfidências do arcebispo de Palermo, cardeal Paolo Romeo. Numa viagem à China, Romeo dissera a empresários italianos com os quais se encontrara que o Papa estaria morto até final deste ano, depreendendo-se a existência de uma conspiração.
"Delirante" foi como Lombardi classificou tal ideia. O porta-voz alinhava pela opinião de que há um ataque violento contra o Vaticano em marcha. "Sinal de que qualquer coisa de importante está em jogo."
Talvez Lombardi tenha razão. Para observadores contactados pelo PÚBLICO e para vaticanistas que têm escrito sobre o assunto, está de facto em causa uma campanha. Mas onde esses observadores divergem do porta-voz é sobre a origem dos casos: eles traduzem uma luta pelo poder e um belicoso marcar de território, tendo já em vista um eventual conclave.
Nem de propósito, numa reunião com os responsáveis dos diferentes organismos da Cúria Romana, que decorreu na semana passada, o cardeal Bertone, visado pelas acusações de Viganò, disse que era necessário mais competência, colaboração mútua, confiança recíproca e mais reserva. Pelos vistos, no entanto, esses desejos pios do secretário de Estado não são tidos em conta por alguns outros responsáveis do Vaticano.
Bertone ganhou a confiança de Bento XVI depois de ter sido o número dois do então cardeal Joseph Ratzinger na Congregação para a Doutrina da Fé. Mas a sua gestão da Secretaria de Estado é criticada por muitos, que lhe apontam as prolongadas ausências em viagens, os seus discursos frequentes ou as suas promessas de cargos depois não confirmadas pelo Papa. Ou ainda aquilo que muitos consideram intromissões em assuntos que não lhe respeitam - invasões de campo de um apreciador de futebol, escreveu há dias o vaticanista Sandro Magister.
O clima está "mau", caracterizava o cardeal Walter Kasper em entrevista ao Corriere della Sera. E provoca "confusão" nos fiéis. O Papa Bento XVI, respeitado como intelectual, ter-se-à afastado demasiado do governo quotidiano da Igreja? Talvez por perceber esse mal-estar que domina o ambiente Vaticano, o Papa referiu-se anteontem aos riscos do poder da finança e dos meios de comunicação.
"Não se conformar não quer dizer fugir do mundo", disse Bento XVI, referindo-se a um texto de uma carta de São Paulo, que diz que os cristãos não se devem conformar com este mundo. "É, isso sim, uma via para se ser verdadeiramente livre. O poder da finança e o poder dos meios de comunicação ambos necessários e úteis, por vezes correm o risco de dominar o homem."
"Foi um recado claro para dentro", disse ao PÚBLICO um observador no Vaticano. O Papa, aliás, falava aos alunos do Seminário de Roma, futuros padres. "O mundo das finanças já não representa um instrumento para favorecer a vida do homem, mas torna-se um poder que o oprime, que deve ser como que adorado", acrescentou. Para apelar: "Contra este conformismo, sejamos anti-conformistas! O que conta é o ser, não o ter! Não nos sujeitemos" ao poder do dinheiro.
O prestígio de Viganò enquanto governador do Vaticano era reconhecido por todos - foi o responsável pelo saneamento das finanças da Santa Sé. Por isso, a divulgação dos documentos causou um grande mal-estar no Vaticano. O porta-voz, padre jesuíta Federico Lombardi, sem desmentir a existência das cartas, criticou duramente o método utilizado para a divulgação da acusação.
Na semana passada, soube-se que o cardeal Castrillón Hoyos, que ocupou diversos cargos na Cúria, entregara uma nota na qual reproduzia inconfidências do arcebispo de Palermo, cardeal Paolo Romeo. Numa viagem à China, Romeo dissera a empresários italianos com os quais se encontrara que o Papa estaria morto até final deste ano, depreendendo-se a existência de uma conspiração.
"Delirante" foi como Lombardi classificou tal ideia. O porta-voz alinhava pela opinião de que há um ataque violento contra o Vaticano em marcha. "Sinal de que qualquer coisa de importante está em jogo."
Talvez Lombardi tenha razão. Para observadores contactados pelo PÚBLICO e para vaticanistas que têm escrito sobre o assunto, está de facto em causa uma campanha. Mas onde esses observadores divergem do porta-voz é sobre a origem dos casos: eles traduzem uma luta pelo poder e um belicoso marcar de território, tendo já em vista um eventual conclave.
Nem de propósito, numa reunião com os responsáveis dos diferentes organismos da Cúria Romana, que decorreu na semana passada, o cardeal Bertone, visado pelas acusações de Viganò, disse que era necessário mais competência, colaboração mútua, confiança recíproca e mais reserva. Pelos vistos, no entanto, esses desejos pios do secretário de Estado não são tidos em conta por alguns outros responsáveis do Vaticano.
Bertone ganhou a confiança de Bento XVI depois de ter sido o número dois do então cardeal Joseph Ratzinger na Congregação para a Doutrina da Fé. Mas a sua gestão da Secretaria de Estado é criticada por muitos, que lhe apontam as prolongadas ausências em viagens, os seus discursos frequentes ou as suas promessas de cargos depois não confirmadas pelo Papa. Ou ainda aquilo que muitos consideram intromissões em assuntos que não lhe respeitam - invasões de campo de um apreciador de futebol, escreveu há dias o vaticanista Sandro Magister.
O clima está "mau", caracterizava o cardeal Walter Kasper em entrevista ao Corriere della Sera. E provoca "confusão" nos fiéis. O Papa Bento XVI, respeitado como intelectual, ter-se-à afastado demasiado do governo quotidiano da Igreja? Talvez por perceber esse mal-estar que domina o ambiente Vaticano, o Papa referiu-se anteontem aos riscos do poder da finança e dos meios de comunicação.
"Não se conformar não quer dizer fugir do mundo", disse Bento XVI, referindo-se a um texto de uma carta de São Paulo, que diz que os cristãos não se devem conformar com este mundo. "É, isso sim, uma via para se ser verdadeiramente livre. O poder da finança e o poder dos meios de comunicação ambos necessários e úteis, por vezes correm o risco de dominar o homem."
"Foi um recado claro para dentro", disse ao PÚBLICO um observador no Vaticano. O Papa, aliás, falava aos alunos do Seminário de Roma, futuros padres. "O mundo das finanças já não representa um instrumento para favorecer a vida do homem, mas torna-se um poder que o oprime, que deve ser como que adorado", acrescentou. Para apelar: "Contra este conformismo, sejamos anti-conformistas! O que conta é o ser, não o ter! Não nos sujeitemos" ao poder do dinheiro.
Fonte: aqui
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Abandono escolar
Malta tem a maior taxa de abandono escolar (36.9%),
Um relatório divulgado há dias em Bruxelas mostra que, segundo dados de 2010, Malta tem a maior taxa de abandono escolar (36.9%), seguida de Portugal (28,7%) e Espanha (28,4%).
O relatório constata, no entanto que Portugal e Espanha melhoraram a taxa de abandono escolar precoce, em relação a 2009 (31.2% em ambos os países), enquanto em Malta se manteve inalterada.
A média dos 27 Estados-membros era, há dois anos, de 14,1%, tendo baixado 0,3 pontos percentuais em relação a 2009.
Bruxelas destaca que, a manter-se a tendência verificada, o objectivo traçado de baixar a taxa de abandono escolar precoce para os 10% na média da UE até 2020 não será alcançado.
Por outro lado, o bloco europeu não deverá também conseguir cumprir a meta de ter 40% de licenciados na população entre os 30 e os 34 anos de idade.
O relatório destaca que sete estados-membros, incluindo Portugal, têm resultados abaixo dos 25%, enquanto a média europeia se situa nos 33,6%.
Fonte: aqui
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Del Piero desperta criança de um coma com a sua voz
Considerado um deus no futebol italiano, Alessandro Del Piero provou que também faz milagres fora das quatro linhas de jogo. Tudo se passou no hospital de Crotone, onde uma menina foi «tocada» pela voz do jogador da Juventus e despertou de uma coma que durava há 15 dias.
A menina, de nome Giada, tinha tido um colapso ao ver um jogo da Vecchia Signora e o pai pensou que a cura poderia estar na «doença».
Decidiu então escrever a Del Piero, ídolo de Giada, que se comoveu ao receber a missiva e gravou um vídeo com uma mensagem a desejar as melhoras. «Olá Giada, sou Alessandro Del Piero. Espero que recuperes o mais rápido possível e que me venhas a conhecer e ver os meus jogos».
Foi remédio santo: «Naquela noite aconteceu algo de muito particular e Giada mexeu uma mão e algumas horas depois chamou pela mãe», contou o pai aos meios de comunicação italianos. Um dia após ter ouvido a voz do seu ídolo a menina já pedia «gelado de baunilha e stracciatella».
«Não há palavras para descrever isto. Quero agradecer ao Del Piero pela sua generosidade e afeto e também aos médicos que estiveram sempre perto da minha filha a trabalhar na recuperação», disse o pai após a filha ter tido alta. «Giada é fã de Del Piero especialmente pelo que ele é como pessoa», acrescentou.
Fonte: aqui
A menina, de nome Giada, tinha tido um colapso ao ver um jogo da Vecchia Signora e o pai pensou que a cura poderia estar na «doença».
Decidiu então escrever a Del Piero, ídolo de Giada, que se comoveu ao receber a missiva e gravou um vídeo com uma mensagem a desejar as melhoras. «Olá Giada, sou Alessandro Del Piero. Espero que recuperes o mais rápido possível e que me venhas a conhecer e ver os meus jogos».
Foi remédio santo: «Naquela noite aconteceu algo de muito particular e Giada mexeu uma mão e algumas horas depois chamou pela mãe», contou o pai aos meios de comunicação italianos. Um dia após ter ouvido a voz do seu ídolo a menina já pedia «gelado de baunilha e stracciatella».
«Não há palavras para descrever isto. Quero agradecer ao Del Piero pela sua generosidade e afeto e também aos médicos que estiveram sempre perto da minha filha a trabalhar na recuperação», disse o pai após a filha ter tido alta. «Giada é fã de Del Piero especialmente pelo que ele é como pessoa», acrescentou.
Fonte: aqui
Adeptos gritam para Villas-Boas: “Não sabes o que estás a fazer”
A sexta derrota na época para o campeonato precipitou o divórcio entre os adeptos do Chelsea e o treinador português.O estado de graça ou de dúvida de André Villas-Boas no Chelsea parece ter chegado ao fim. Depois da derrota em Liverpool ante o Everton (2-0), o sexto desaire na temporada para a Premier League - os “blues” estão no quinto lugar a 15 pontos do líder United – tirou a paciência aos fãs.
“You don't know what you're doing (Não sabes o que estás a fazer)”, gritaram no final do jogo os adeptos do Chelsea. A perder desde os 5 minutos graças a um golo de Pienaar, o técnico fez entrar Malouda na segunda parte (aos 69 minutos) e foi aí que começou a ouvir um coro dos adeptos visitantes nas bancadas.
Tudo piorou depois, quando o Chelsea sofreu o segundo golo, dois minutos depois da substituição, marcado por Stracqualursi. Os adeptos do Everton também cantaram para Villas-Boas: “You’re getting sacked in the morning (Vais ser despedido de manhã)”.
O treinador português não se mostrou preocupado: “Faz parte do trabalho. Neste momento estamos em quinto lugar no campeonato, o que não é suficiente para nós”, disse após o jogo, num momento em que a especulação sobre o futuro de Villas-Boas (e a falta de paciência de Abramovich) tem vindo a intensificar-se. “A nossa prestação foi tudo menos positiva. Foi um dia difícil, houve muita coisa negativa”, concluiu.
Fonte: aqui
“You don't know what you're doing (Não sabes o que estás a fazer)”, gritaram no final do jogo os adeptos do Chelsea. A perder desde os 5 minutos graças a um golo de Pienaar, o técnico fez entrar Malouda na segunda parte (aos 69 minutos) e foi aí que começou a ouvir um coro dos adeptos visitantes nas bancadas.
Tudo piorou depois, quando o Chelsea sofreu o segundo golo, dois minutos depois da substituição, marcado por Stracqualursi. Os adeptos do Everton também cantaram para Villas-Boas: “You’re getting sacked in the morning (Vais ser despedido de manhã)”.
O treinador português não se mostrou preocupado: “Faz parte do trabalho. Neste momento estamos em quinto lugar no campeonato, o que não é suficiente para nós”, disse após o jogo, num momento em que a especulação sobre o futuro de Villas-Boas (e a falta de paciência de Abramovich) tem vindo a intensificar-se. “A nossa prestação foi tudo menos positiva. Foi um dia difícil, houve muita coisa negativa”, concluiu.
Fonte: aqui
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Santana para Rosas: "Salazar é a sua tia!"
Os ânimos exaltaram-se, e não foi entre adeptos de clubes rivais de futebol. A história envolve dois comentadores políticos: Santana Lopes e Fernando Rosas. "Salazar é a sua tia!"
Ontem à noite, no programa "Prova dos 9", na TVI24, os dois comentadores crisparam-se. A dado momento do programa, Pedro Santana Lopes critica o tom professoral do Governo. Preferia que, em vez de falar em "pieguice", o primeiro-ministro Passos Coelho tivesse enaltecido a resistência e a paciência dos portugueses. Uma frase que fez espoletar a discussão. Santana Lopes começou por dizer: "Quase parece que chegou contingente de pessoas que traz iluminação". Fernando Rosas pega no mote e dispara: "Quando a pieguice das pessoas se transformar em revolta, quero ver o que o primeiro-ministro diz".
E quando Santana afirma: "Estamos em boa altura para exaltar resistência, paciência e abnegação", Rosas rebate: "Já parece o Salazar a falar! As virtudes da paciência?! Da abnegação?!" Pronto, estava o debate entornado: "Vá dar lições de democracia a outro! Salazar é a sua tia!", afirmou Santana.
Fonte: aqui
E quando Santana afirma: "Estamos em boa altura para exaltar resistência, paciência e abnegação", Rosas rebate: "Já parece o Salazar a falar! As virtudes da paciência?! Da abnegação?!" Pronto, estava o debate entornado: "Vá dar lições de democracia a outro! Salazar é a sua tia!", afirmou Santana.
Fonte: aqui
Imagens de monstro marinho islandês levantam dúvidas
Um vídeo gravado na Islândia que mostra uma minhoca ou cobra gigante a deslocar-se na água está a gerar especulação na Internet quanto à veracidade das imagens daquilo que alguns querem acreditar ser o mítico Lagarfljotsormurinn, equivalente ao monstro de Loch Ness nesse país.
O vídeo colocado no YouTube a 2 de Fevereiro pelo utilizador Hjortur Kjerulf terá sido gravado no lago Lagarfljot, que tem 25 quilómetros de largura e 112 metros de profundidade.
Especialistas contactados pelo site Huffington Post disseram, após verem o vídeo, que estranhavam o "aspecto robótico da criatura" e o que aparenta ser uma cabeça de anaconda. Mas também há quem refira que poderá não ser mais do que uma rede de pesca que congelou no lago.
Fonte: aqui
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Sumo de frutas
Os sumos de frutas e de verduras podem ser uma excelente forma de evitar os problemas do mal de Alzheimer, diz um estudo publicado na revista "The American Journal of Medicine".
Uma pessoa que beba pelo menos três copos de sumo por semana tem 76% menos de possibilidades de desenvolver a doença do que se tomasse só um copo, segundo os cientistas do Centro Médico da Universidade de Vanderbilt (Tennessee).
O mal de Alzheimer é uma doença neurológica, progressiva e incurável, que afecta principalmente os maiores de 65 anos. Seus primeiros sintomas de perda de memória degeneram em demência e podem levar à morte.
As conclusões sobre o efeito dos sumos foram extraídas de um estudo realizado com 1.836 pessoas, incluindo uma análise de suas dietas, além das faculdades intelectuais, a cada dois anos, ao longo de um período de 10.
Após considerar factores como fumo, educação, actividade física e consumo de calorias, os cientistas descobriram que beber sumos de vegetais três ou mais vezes por semana resultava em 76% a menos de possibilidades de desenvolver a doença.
E o benefício parece aumentar nas pessoas com carga genética vinculada à doença.
In O Amigo do Povo
Uma pessoa que beba pelo menos três copos de sumo por semana tem 76% menos de possibilidades de desenvolver a doença do que se tomasse só um copo, segundo os cientistas do Centro Médico da Universidade de Vanderbilt (Tennessee).
O mal de Alzheimer é uma doença neurológica, progressiva e incurável, que afecta principalmente os maiores de 65 anos. Seus primeiros sintomas de perda de memória degeneram em demência e podem levar à morte.
As conclusões sobre o efeito dos sumos foram extraídas de um estudo realizado com 1.836 pessoas, incluindo uma análise de suas dietas, além das faculdades intelectuais, a cada dois anos, ao longo de um período de 10.
Após considerar factores como fumo, educação, actividade física e consumo de calorias, os cientistas descobriram que beber sumos de vegetais três ou mais vezes por semana resultava em 76% a menos de possibilidades de desenvolver a doença.
E o benefício parece aumentar nas pessoas com carga genética vinculada à doença.
In O Amigo do Povo
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
"Ai, não nos calam": o novo sucesso contra a austeridade?
"Ai, Se eu te pego", a música que se tornou um verdadeiro sucesso mundial, ganhou uma nova versão e serve agora de apelo à participação na manifestação nacional de dia 11 de fevereiro no Terreiro do Paço, organizada pela CGTP. Será “Ai, Não nos calam” o novo sucesso contra a austeridade?
Veja e ouça aqui o vídeo e leia o texto.
Veja e ouça aqui o vídeo e leia o texto.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Os jovens são por condição solidários? Em Portugal pelos vistos já não é assim
Para mais de metade dos portugueses, a possibilidade de subir na vida é ainda um privilégio só ao alcance de certos grupos. É mais um sinal de "desesperança" num país onde "a desigualdade é profunda e estrutural".
É mais uma das ideias antes dadas como certas que agora não sobrevive à crise. Os jovens são por condição solidários? Em Portugal pelos vistos já não é assim. Um estudo do Instituto de Ciências Sociais (ICS) sobre as atitudes dos portugueses perante a desigualdade e os chamados direitos sociais, desenvolvido com base num inquérito realizado em 2011, a que o PÚBLICO teve acesso, dá conta que os jovens são o grupo que menos empatia mostra para com as dificuldades sentidas pelos mais pobres neste cenário de crise.
No inquérito, realizado no âmbito do barómetro sobre a qualidade da democracia, pede-se aos entrevistados que identifiquem os grupos sociais que estarão a atravessar maiores dificuldades nesta crise. Para o efeito são propostas três afirmações sobre as pessoas mais ricas, as da classe média e as mais pobres e é pedido que as classifiquem numa escala de 1 (muito de acordo) a 5 (muito em desacordo).
Confrontados com a afirmação de que "as pessoas mais pobres estão a viver tempos muito difíceis, porque não têm acesso às recompensas dos ricos e são pouco apoiadas socialmente", 82% dos entrevistados mostraram a sua concordância. Mas, segundo os autores do estudo, os sociólogos Filipe Carreira da Silva e Mónica Vieira, os resultados mostram também que, numa amostra de 1027 inquiridos, seleccionada para ser representativa da população nacional, são os mais jovens que manifestam o maior desacordo em relação àquela afirmação.
Entre empregos precários e o desemprego crescente, "os jovens têm pela frente uma vida de enormes incertezas. Estão muito preocupados com eles próprios e daí a menor solidariedade com os pobres", justifica Filipe Carreira da Silva. Por outro lado, terão receio de que os apoios hoje garantidos aos mais pobres contribuam para o fim, a prazo, da existência das prestações sociais, os que os penalizará ainda mais.
Norte é diferente
Depois dos jovens, os que mostram menos solidariedade com as dificuldades sentidas pelos mais pobres são os inquiridos de menor estatuto social. Os autores do estudo lembram uma tendência que tem sido constatada em muitos inquéritos nacionais e internacionais: a maioria das pessoas tende a identificar-se como sendo da classe média, mesmo que tal não corresponda à realidade. Este autoposicionamento subjectivo justificará em parte, acrescentam, o facto de os inquiridos com menor estatuto social terem dado pouco peso às dificuldades dos mais pobres, "que serão muito possivelmente análogas às suas". "Fazê-lo seria em muitos casos equivalente a pôr a descoberto uma pobreza escondia", frisam.
Os resultados globais do inquérito mostram que a maioria dos portugueses discorda que os ricos estejam também a atravessar tempos difíceis. Já pelo contrário 70% considera que a classe média está a sentir particulares dificuldades "porque não tem acesso às recompensas dos ricos nem às prestações sociais", sendo, a seguir aos pobres, o grupo mais afectado pela crise. Esta percepção nacional não é seguida pelos inquiridos residentes no Norte litoral do país. Uma análise dos resultados por região revela que esta "é a única do país em que as pessoas não pensam ser os pobres quem está a passar por maiores dificuldades neste contexto de crise", elegendo em seu lugar a classe média. Os autores lembram, a propósito, que o Norte foi a região do país que mais empobreceu nos últimos anos.
A dissonância revelada nesta região coloca-a, no entanto, a par do padrão verificado na Grã-Bretanha. Um inquérito realizado em 2009, que serve de comparação aos autores do estudo português, mostra que 79% dos britânicos considera que é a classe média a principal vítima da crise actual. Já a percentagem dos que pensam que esta posição é ocupada pelos mais pobres desce para 59%, um valor muito inferior ao registado em Portugal. "Ao nível dos valores é uma sociedade muito diferente da portuguesa e as opiniões dos britânicos são o reflexo também do país que emergiu das reformas ultraliberais de Margaret Thatcher. Existe a convicção de que a economia de mercado deve gerar desigualdades, premiando o mérito e a procura de oportunidades", afirma Mónica Vieira. O inquérito realizado em 2009 reflecte essa postura: muitos dos entrevistados não só responsabilizam os mais pobres pela situação, como se dizem convictos de que estes fazem um uso indevido das prestações sociais que recebem. Mas as diferenças no modo como os portugueses e os britânicos encaram os mais pobres têm também como ponto de partida uma percepção quase radicalmente oposta do país em que vivem.
Portugueses sem esperança
Ambos países têm em comum o facto de estarem no pódio dos mais desiguais no que respeita à diferença de rendimentos auferidos pelos mais ricos e pelos mais pobres. Mas enquanto na Grã-Bretanha, mesmo já em plena crise, só 26% dizem não acreditar "que existam oportunidades suficientes para que pessoas de todas as origens sociais possam subir na vida", em Portugal esta percentagem sobe para 58%.
Para Mónica Vieira, o facto de mais de metade dos portugueses não acreditar na mobilidade social é um factor de "desesperança" e reflecte a experiência de vida num país em que as oportunidades de empreso continuam a surgir sobretudo, "através de redes de informação privilegiadas". "Portugal é uma sociedade ainda muito hierarquizada, diferenciada e clientelar", constata.
A investigadora lembra que, sobretudo na década de 1990, houve um período de expectativa de ascensão social, que foi também potenciado pelo acesso de muito mais estudantes ao ensino superior. Mas agora nem os licenciados têm emprego, "os pais começam a sentir vergonha do legado que deixam aos filhos" e o que sobressai do país é a sua "desigualdade profunda e estrutural". "Há um sentimento de incredulidade na sociedade portuguesa. As pessoas ainda se estão a interrogar como é que isto nos aconteceu", acrescenta Mónica Vieira.
Se não vivida do mesmo modo, esta é uma fase que de todo já pertence ao passado na Grã-Bretanha, o que também poderá ajudar a compreender o diferente padrão das respostas de portugueses e britânico, adianta Filipe Carreira da Silva. "Quando Margaret Thatcher começou a desmantelar o serviço nacional de saúde, nos anos 80, estávamos nós a construir o nosso. Em Portugal é a primeira vez que se pensa em reformar o Estado social, o que leva a que crise seja sentida de modo diferente", afirma.
Fonte: aqui
É mais uma das ideias antes dadas como certas que agora não sobrevive à crise. Os jovens são por condição solidários? Em Portugal pelos vistos já não é assim. Um estudo do Instituto de Ciências Sociais (ICS) sobre as atitudes dos portugueses perante a desigualdade e os chamados direitos sociais, desenvolvido com base num inquérito realizado em 2011, a que o PÚBLICO teve acesso, dá conta que os jovens são o grupo que menos empatia mostra para com as dificuldades sentidas pelos mais pobres neste cenário de crise.
No inquérito, realizado no âmbito do barómetro sobre a qualidade da democracia, pede-se aos entrevistados que identifiquem os grupos sociais que estarão a atravessar maiores dificuldades nesta crise. Para o efeito são propostas três afirmações sobre as pessoas mais ricas, as da classe média e as mais pobres e é pedido que as classifiquem numa escala de 1 (muito de acordo) a 5 (muito em desacordo).
Confrontados com a afirmação de que "as pessoas mais pobres estão a viver tempos muito difíceis, porque não têm acesso às recompensas dos ricos e são pouco apoiadas socialmente", 82% dos entrevistados mostraram a sua concordância. Mas, segundo os autores do estudo, os sociólogos Filipe Carreira da Silva e Mónica Vieira, os resultados mostram também que, numa amostra de 1027 inquiridos, seleccionada para ser representativa da população nacional, são os mais jovens que manifestam o maior desacordo em relação àquela afirmação.
Entre empregos precários e o desemprego crescente, "os jovens têm pela frente uma vida de enormes incertezas. Estão muito preocupados com eles próprios e daí a menor solidariedade com os pobres", justifica Filipe Carreira da Silva. Por outro lado, terão receio de que os apoios hoje garantidos aos mais pobres contribuam para o fim, a prazo, da existência das prestações sociais, os que os penalizará ainda mais.
Norte é diferente
Depois dos jovens, os que mostram menos solidariedade com as dificuldades sentidas pelos mais pobres são os inquiridos de menor estatuto social. Os autores do estudo lembram uma tendência que tem sido constatada em muitos inquéritos nacionais e internacionais: a maioria das pessoas tende a identificar-se como sendo da classe média, mesmo que tal não corresponda à realidade. Este autoposicionamento subjectivo justificará em parte, acrescentam, o facto de os inquiridos com menor estatuto social terem dado pouco peso às dificuldades dos mais pobres, "que serão muito possivelmente análogas às suas". "Fazê-lo seria em muitos casos equivalente a pôr a descoberto uma pobreza escondia", frisam.
Os resultados globais do inquérito mostram que a maioria dos portugueses discorda que os ricos estejam também a atravessar tempos difíceis. Já pelo contrário 70% considera que a classe média está a sentir particulares dificuldades "porque não tem acesso às recompensas dos ricos nem às prestações sociais", sendo, a seguir aos pobres, o grupo mais afectado pela crise. Esta percepção nacional não é seguida pelos inquiridos residentes no Norte litoral do país. Uma análise dos resultados por região revela que esta "é a única do país em que as pessoas não pensam ser os pobres quem está a passar por maiores dificuldades neste contexto de crise", elegendo em seu lugar a classe média. Os autores lembram, a propósito, que o Norte foi a região do país que mais empobreceu nos últimos anos.
A dissonância revelada nesta região coloca-a, no entanto, a par do padrão verificado na Grã-Bretanha. Um inquérito realizado em 2009, que serve de comparação aos autores do estudo português, mostra que 79% dos britânicos considera que é a classe média a principal vítima da crise actual. Já a percentagem dos que pensam que esta posição é ocupada pelos mais pobres desce para 59%, um valor muito inferior ao registado em Portugal. "Ao nível dos valores é uma sociedade muito diferente da portuguesa e as opiniões dos britânicos são o reflexo também do país que emergiu das reformas ultraliberais de Margaret Thatcher. Existe a convicção de que a economia de mercado deve gerar desigualdades, premiando o mérito e a procura de oportunidades", afirma Mónica Vieira. O inquérito realizado em 2009 reflecte essa postura: muitos dos entrevistados não só responsabilizam os mais pobres pela situação, como se dizem convictos de que estes fazem um uso indevido das prestações sociais que recebem. Mas as diferenças no modo como os portugueses e os britânicos encaram os mais pobres têm também como ponto de partida uma percepção quase radicalmente oposta do país em que vivem.
Portugueses sem esperança
Ambos países têm em comum o facto de estarem no pódio dos mais desiguais no que respeita à diferença de rendimentos auferidos pelos mais ricos e pelos mais pobres. Mas enquanto na Grã-Bretanha, mesmo já em plena crise, só 26% dizem não acreditar "que existam oportunidades suficientes para que pessoas de todas as origens sociais possam subir na vida", em Portugal esta percentagem sobe para 58%.
Para Mónica Vieira, o facto de mais de metade dos portugueses não acreditar na mobilidade social é um factor de "desesperança" e reflecte a experiência de vida num país em que as oportunidades de empreso continuam a surgir sobretudo, "através de redes de informação privilegiadas". "Portugal é uma sociedade ainda muito hierarquizada, diferenciada e clientelar", constata.
A investigadora lembra que, sobretudo na década de 1990, houve um período de expectativa de ascensão social, que foi também potenciado pelo acesso de muito mais estudantes ao ensino superior. Mas agora nem os licenciados têm emprego, "os pais começam a sentir vergonha do legado que deixam aos filhos" e o que sobressai do país é a sua "desigualdade profunda e estrutural". "Há um sentimento de incredulidade na sociedade portuguesa. As pessoas ainda se estão a interrogar como é que isto nos aconteceu", acrescenta Mónica Vieira.
Se não vivida do mesmo modo, esta é uma fase que de todo já pertence ao passado na Grã-Bretanha, o que também poderá ajudar a compreender o diferente padrão das respostas de portugueses e britânico, adianta Filipe Carreira da Silva. "Quando Margaret Thatcher começou a desmantelar o serviço nacional de saúde, nos anos 80, estávamos nós a construir o nosso. Em Portugal é a primeira vez que se pensa em reformar o Estado social, o que leva a que crise seja sentida de modo diferente", afirma.
Fonte: aqui
domingo, 5 de fevereiro de 2012
FRASE PARA ESTA SEMANA
Como é que podes dizer ao teu irmão: "Irmão, deixa-me tirar o argueiro do teu olho", quando não vês a trave no teu próprio olho? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e então verás para tirar o argueiro do olho do teu irmão». (São Lucas 6,42)
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
400 mil idosos vivem sozinhos
Em Portugal, há 400 mil idosos que vivem sozinhos – revela o Instituto Nacional de Estatística.
As recentes notícias espelham esta realidade: quase 2.900 idosos foram encontrados mortos em casa em 2011, a maioria em Lisboa, revelou a PSP. E apenas no primeiro mês do ano, outros 20 já foram descobertos sem vida, dias ou mesmo semanas depois de terem morrido. O alerta às autoridades foi quase sempre feito por vizinhos. E chegou tarde demais.
Veja AQUI toda a informação.
As recentes notícias espelham esta realidade: quase 2.900 idosos foram encontrados mortos em casa em 2011, a maioria em Lisboa, revelou a PSP. E apenas no primeiro mês do ano, outros 20 já foram descobertos sem vida, dias ou mesmo semanas depois de terem morrido. O alerta às autoridades foi quase sempre feito por vizinhos. E chegou tarde demais.
Veja AQUI toda a informação.
Padre extorquido por duas prostitutas
In Correio da Manhã
Atenção: é preciso que fique bem claro que o que está em causa neste caso é, em primeiro lugar, um crime de extorção.
É muito importante não perder isso de vista: independentemente do que pensemos sobre a atitude do tal padre, ou a sua pessoa, a verdade é que ele foi vítima de extorção.
Artigo 223.º do Código Penal:
Quem, com intenção de conseguir para si ou para terceiro enriquecimento ilegítimo, constranger outra pessoa, por meio de violência ou de ameaça com mal importante, a uma disposição patrimonial que acarrete, para ela ou para outrem, prejuízo é punido com pena de prisão até 5 anos.
Se a ameaça consistir na revelação, por meio da comunicação social, de factos que possam lesar gravemente a reputação da vítima ou de outra pessoa, o agente é punido com pena de prisão de 6 meses a 5 anos.
Acho que o caso não tem directamente que ver com a questão do celibato ou a vivência da sexualidade por parte dos padres.
Se os clientes das prostitutas fossem apenas padres ou frades, parece-me que o negócio andaria muito fraco. É minha convicção que a maior parte dos clientes são homens casados...
É muito importante não perder isso de vista: independentemente do que pensemos sobre a atitude do tal padre, ou a sua pessoa, a verdade é que ele foi vítima de extorção.
Artigo 223.º do Código Penal:
Quem, com intenção de conseguir para si ou para terceiro enriquecimento ilegítimo, constranger outra pessoa, por meio de violência ou de ameaça com mal importante, a uma disposição patrimonial que acarrete, para ela ou para outrem, prejuízo é punido com pena de prisão até 5 anos.
Se a ameaça consistir na revelação, por meio da comunicação social, de factos que possam lesar gravemente a reputação da vítima ou de outra pessoa, o agente é punido com pena de prisão de 6 meses a 5 anos.
Acho que o caso não tem directamente que ver com a questão do celibato ou a vivência da sexualidade por parte dos padres.
Se os clientes das prostitutas fossem apenas padres ou frades, parece-me que o negócio andaria muito fraco. É minha convicção que a maior parte dos clientes são homens casados...
Fonte: aqui
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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