O
"Correio da Manhã" de hoje até lançou um inquérito sobre o assunto. Lá se vai o
"mito do presépio". Papa racionalista e iconoclasta. Faltou-lhes perguntar a
opinião às organizações dos direitos dos animais.
Fonte: aqui
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
A equinácea
Originária da América do Norte, a equinácea
é uma das plantas medicinais mais populares nos Estados Unidos, sendo usada na
prevenção e cura das constipações vulgares, gripes e outras infecções. O efeito
mais importante relacionado com o extracto da Equinácea é a estimulação da
fagocitose, fenómeno responsável pela detecção, englobamento e eliminação de
organismos invasores do nosso corpo, efectuado pelos glóbulos brancos e pelos
linfócitos em geral. A Equinácea provoca um aumento no número das células
imunitárias, aumentando o poder de resposta do nosso sistema imunitário a
qualquer infecção ou factor tóxico.A Equinácea provoca um aumento no número das células imunitárias, aumentando o poder de resposta do nosso sistema imunitário a qualquer infecção ou factor tóxico.
Esta erva é usada medicinalmente, internamente para doenças de pele, infecções por fungos, septicemia, gangrena, furúnculos, abscessos, feridas de difícil cura, infecções da área respiratória superior e doenças venéreas.
Vários investigadores reclamam novas potencialidades desta planta após vários estudos em laboratório e ensaios clínicos com doentes. Referem a sua potencialidade na resistência imunitária com base em mais de 350 estudos realizados ao longo de 50 anos.
Existem no mercado produtos que são suplementos para o sistema imunitário. Mas, tal como as outras plantas medicinais, não deve ser utilizada em condições graves, como a tuberculose, esclerose múltipla ou VIH/Sida.
Fonte: aqui
terça-feira, 20 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
O grão de bico e a saúde
Esta leguminosa contém muito triptofano, um aminoácido essencial para a
produção da serotonina a substância que traz sensações agradáveis, a mesma
substância que faz do chocolate uma óptima fonte de bem-estar. Por tal motivo o
grão de bico é recomendado a pessoas tristes ou com depressões. Para além disso,
regula o intestino, pois é rico em fibras.
Por outro lado, tem 30% de proteínas, além de zinco, potássio, cálcio e
magnésio. Se consumido todos os dias, reduz o nível de colesterol ruim.
O grão-de-bico contém hormónios vegetais usados na reposição hormonal. Essas
substâncias são eficazes na prevenção da osteoporose e no combate a doenças do
coração e cancro de cólon. É recomendado também a grávidas pois tem o ácido
fólico que protege o embrião.
Este grão tem carboidratos que são digeridos e absorvidos lentamente. Por
isso. ele aumenta a glicose aos poucos e reduz o nível de açúcar no sangue. Além
disso, o ferro presente no alimento combate a anemia.
Ele ajuda também a emagrecer porque aumenta a sensação de saciedade.
Fonte: aqui
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Frases engraçadas
Eu não me preocupo com terrorismo. Eu fui casado por
dois anos.
Sam Kiniso
Sam Kiniso
A festa era tão longe da igreja que a noiva chegou
grávida.
Marco Duailibi
Marco Duailibi
O casamento é uma aliança entre duas pessoas, uma que
nunca se lembra dos aniversários e outra que nunca se esquece.
Ogden Nash
Ogden Nash
Demoramos a nos casar. Ela se recusava a casar comigo
enquanto eu estivesse bêbado e eu me recusava a casar com ela quando estava
sóbrio.
Henry Youngman
Henry Youngman
Minha mulher fala tanto que fico rouco só de ouvi-la.
Henry Youngman
Henry Youngman
Casamento é como ir a um restaurante com os amigos.
Você escolhe o que você quer comer e quando você olha a comida do amigo ao seu
lado, você pensa que gostaria de ter pedido aquilo.
Anónimo
Anónimo
Se não fosse pelo casamento os homens passariam a vida
toda sem conhecer seus próprios defeitos.
Anónimo
Anónimo
A vantagem de dever muito sobre dever pouco é que,
quando devemos pouco, temos que ir ao banco. Quando devemos muito, o banco vem
até nós.
Millôr Fernandes
Millôr Fernandes
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Inverno demográfico preocupa Igreja Católica
O padre
Manuel Morujão comentava, em conferência de imprensa, os dados da Organização
das Nações Unidas que indicam que em Portugal nascem apenas 1,3 filhos por cada
mulher.
“Esses
números são um alerta à consciência social de todos, particularmente de quem
nos governa”,”, referiu.
O
responsável destacou que este não é um “assunto marginal”, mas “um problema de
subsistência, de sobrevivência, e de uma cultura altruísta que é preciso também
implementar”.
“Se eu penso
só no meu conforto e no meu bem-estar social, certamente irei na linha dessas
políticas, que são de retrocesso, de andar ao contrário da história”, alertou o
sacerdote jesuíta.
O porta-voz
da CEP destacou as consequências deste inverno demográfico no próprio Estado
Social.
“Os serviços
de saúde, de previdência social colapsarão porque será um pequeno número de
pessoas a trabalhar para uma imensa população que está já reformada”, observou.
Nesse
sentido, o padre Manuel Morujão defendeu a necessidade de implementar medidas
que “facilitem e não dificultem que os casais possam ter filhos, e não apenas
um”.
In ecclesia
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Luiz Vaz sem tostões
As sarnas de barões todos inchados*
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo o que lhes dá na real gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se do quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
--
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo o que lhes dá na real gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se do quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
--
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
E vós, ninfas do Mondego onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
Luiz Vaz Sem Tostões
(Enviado por email)
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
E vós, ninfas do Mondego onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!
Luiz Vaz Sem Tostões
(Enviado por email)
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
C O N C O R D O
Governo pretende responsabilizar famílias que abandonem idosos em lares ou hospitais
O Governo pretende responsabilizar as famílias que abandonem os idosos nos hospitais ou nos lares e para isso vai pedir a ajuda às instituições de solidariedade social, uma medida incluída no protocolo assinado com o setor social.
Perante os deputados das Comissões de Orçamento, Finanças e Administração Pública e da Segurança Social, o ministro Pedro Mota Soares apontou que o país tem um problema social que não tem conseguido resolver, que sendo um problema «recente», o ministro entende que não resulta apenas «do difícil período financeiro» que o país atravessa.
O problema em causa, segundo o ministro, é o abandono de idosos nos hospitais, lares ou até na própria casa, e para o qual Mota Soares quer não só conhecer as causas, mas também encontrar soluções.
Fonte: aqui
O problema em causa, segundo o ministro, é o abandono de idosos nos hospitais, lares ou até na própria casa, e para o qual Mota Soares quer não só conhecer as causas, mas também encontrar soluções.
Fonte: aqui
sábado, 10 de novembro de 2012
A CULPA
A culpa é do pólen dos pinheiros
Dos juízes, padres e mineiros
Dos turistas que vagueiam nas ruas
Das 'strippers' que nunca se põem nuas
Da encefalopatia espongiforme bovina
Do Júlio de Matos, do João e da Catarina
A culpa é dos frangos que têm HN1
E dos pobres que já não têm nenhum
A culpa é das prostitutas que não pagam impostos
Que deviam ser pagos também pelos mortos
A culpa é dos reformados e desempregados
Cambada de malandros feios, excomungados,
A culpa é dos que têm uma vida sã
E da ociosa Eva que comeu a maçã.
A culpa é do Eusébio, que já não joga a bola,
E daqueles que não batem bem da tola.
A culpa é dos putos da casa Pia
Que mentem de noite e de dia.
A culpa é dos traidores que emigram
E dos patriotas que ficam e mendigam.
A culpa é do Partido Social Democrata
E de todos aqueles que usam gravata.
A culpa é do PS, do BE, do CDS e do PCP
E dos que não querem o TGV
A culpa até pode ser do urso que hiberna
Mas não será nunca de quem governa.
Pedro Henriques
Dos juízes, padres e mineiros
Dos turistas que vagueiam nas ruas
Das 'strippers' que nunca se põem nuas
Da encefalopatia espongiforme bovina
Do Júlio de Matos, do João e da Catarina
A culpa é dos frangos que têm HN1
E dos pobres que já não têm nenhum
A culpa é das prostitutas que não pagam impostos
Que deviam ser pagos também pelos mortos
A culpa é dos reformados e desempregados
Cambada de malandros feios, excomungados,
A culpa é dos que têm uma vida sã
E da ociosa Eva que comeu a maçã.
A culpa é do Eusébio, que já não joga a bola,
E daqueles que não batem bem da tola.
A culpa é dos putos da casa Pia
Que mentem de noite e de dia.
A culpa é dos traidores que emigram
E dos patriotas que ficam e mendigam.
A culpa é do Partido Social Democrata
E de todos aqueles que usam gravata.
A culpa é do PS, do BE, do CDS e do PCP
E dos que não querem o TGV
A culpa até pode ser do urso que hiberna
Mas não será nunca de quem governa.
Pedro Henriques
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
O Rei Vai Nú
Estou boquiaberta com o ataque disparatado a
Isabel Jonet que inundou as redes sociais durante o dia de hoje. Ao minuto,
constato que já há petições para a senhora se demitir do Banco
Alimentar.
Alguém tem noção do trabalho que envolve montar
um projecto desta envergadura? Alguém já tentou gerir equipas de voluntários?
Alguém conhece um digno sucessor de Isabel Jonet a quem pudesse ser passada a
pasta? Eu não.
Vejo a reportagem responsável por tanta celeuma
e aquilo que Isabel Jonet diz é que o rei vai nú: que os portugueses passaram os
últimos anos a viver acima das suas possibilidades e que agora vão ter de
aprender a viver de outra maneira.
Não diz que não podem ir a concertos rock, não
diz que não podem comer bifes, não diz que não se podem divertir nem ter
dignidade. Diz que é natural que, neste clima de austeridade, muitas famílias
venham a ter de escolher entre ir a concertos rock ou ir ao dentista. Onde está
a novidade?
Não lhe vislumbro qualquer intuito de ofender
quem que que seja, apenas uma perspectiva pragmática do infeliz panorama
nacional.
Se os criadores dos grupos indignados nas redes
virtuais dedicassem parte do seu tempo a alancar pacotes de leite no mundo real,
fariam certamente melhor serviço. Indignante é ficar sentado na cadeira a
insultar quem arregaça as mangas.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Presidente do Banco Alimentar contra a fome alerta para os riscos do consumismo e para a necessidade de empobrecer
Isabel Jonet provoca revolta nas redes sociais
Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, está a provocar a revolta nas redes sociais, devido às suas declarações na televisão, nas quais alertou para a necessidade de empobrecimento da sociedade e para os riscos do consumo.
"Temos todos de empobrecer e muito. Empobrecimento na perspectiva de regressar ao que é mais básico. Não ter expectativas de que podemos viver com mais do que necessitamos, pois não há dinheiro para isso", disse Jonet, no programa ‘Edição da Noite’, na SIC Notícias, onde deu o exemplo dos próprios filhos, que lavam os dentes com a água a correr em vez de usarem um copo: "A geração mais nova tem uma maneira diferente de viver. Deixou de se atribuir o valor real aos bens".
Fonte: aqui
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Esposa traída prega susto de morte à amante
Uma esposa traída resolveu telefonar para a secretária do marido (e suposta amante) para a deixar completamente tolhidinha de medo. Não vou contar mais para não estragar a surpresa, apenas digo que foi mau demais.
PS: Não está em português mas dá para perceber perfeitamente.
PS: Não está em português mas dá para perceber perfeitamente.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
"Portugueses enganados com homeopatia"
Os investigadores Carlos Fiolhais e David Marçal apresentaram esta segunda-feira o livro ‘Pipocas com telemóvel’, no qual apresentam exemplos de falsa ciência. A homeopatia, uma forma de terapia alternativa, adoptada por milhões de portugueses, é para os autores o melhor exemplo de falsa ciência.
“Diz-se que há cerca de 3 milhões de portugueses a serem tratados pela homeopatia. Estão a ser enganados, porque não é mais do que água com açúcar”, afirmou David Marçal, doutorado em bioquímica pela Universidade Nova de Lisboa.
Carlos Fiolhais, professor catedrático no departamento de Física da Universidade de Coimbra, corrobora. “Alguém os anda a enganar. A verdade é que aquilo que as pessoas tomam não faz mal nenhum, a não ser à carteira”, comentou ao CM.
Para demonstrar que a homeopatia não funciona, Carlos Fiolhais e David Marçal tomaram uma caixa inteira de um medicamento homeopático à frente de uma plateia de cerca de 30 pessoas.
“O conceito passa por diluir uma substância activa para se atingir um resultado. A diluição é tão grande que não sobra nada da substância inicial. A memória da água, ao contrário do que já se tentou demonstrar, não existe”, afirmou David Marçal, sublinhando: “A homeopatia não tem base nenhuma de conhecimento científico”.
Confrontado com as declarações de Carlos Fiolhais e David Marçal, o presidente da Sociedade Homeopática de Portugal questionou os conhecimentos de ambos. “Dá vontade de rir ou talvez de chorar. São detractores da homeopatia, que é usada em muitos hospitais de referência em todo o mundo, como São Paulo, Viena ou Munique”, afirmou Francisco António Franco Patrício, recomendando aos dois investigadores “mais estudo sobre o que é a homeopatia”.
“Estes cientistas pensam que são o supra-sumo da barbatana. Deviam era estudar mais e melhor o que é a homeopatia”, acrescentou o médico de clinica geral, que pratica a homeopatia há 30 anos.
No livro são mostrados outros exemplos de falsa ciência, inclusive usada pelas escolas. “As crianças índigo, as lâmpadas que melhoram as capacidades das crianças são tudo exemplos de falsa ciência que são apresentados neste livro”, referiu Carlos Fiolhais.
Fonte: aqui
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
O que Diz a Morte
Deixai-os vir a mim, os que lidaram;
Deixai-os vir a mim, os que padecem;
E os que cheios de mágoa e tédio encaram
As próprias obras vãs, de que escarnecem...
Em mim, os Sofrimentos que não saram,
Paixão, Dúvida e Mal, se desvanecem.
As torrentes da Dor, que nunca param,
Como num mar, em mim desaparecem. -
Assim a Morte diz. Verbo velado,
Silencioso intérprete sagrado
Das cousas invisíveis, muda e fria,
É, na sua mudez, mais retumbante
Que o clamoroso mar; mais rutilante,
Na sua noite, do que a luz do dia.
Antero de Quental, in "Sonetos"
Deixai-os vir a mim, os que padecem;
E os que cheios de mágoa e tédio encaram
As próprias obras vãs, de que escarnecem...
Em mim, os Sofrimentos que não saram,
Paixão, Dúvida e Mal, se desvanecem.
As torrentes da Dor, que nunca param,
Como num mar, em mim desaparecem. -
Assim a Morte diz. Verbo velado,
Silencioso intérprete sagrado
Das cousas invisíveis, muda e fria,
É, na sua mudez, mais retumbante
Que o clamoroso mar; mais rutilante,
Na sua noite, do que a luz do dia.
Antero de Quental, in "Sonetos"
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