quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Senha 001 para serviços públicos
http://www.senha001.gov.pt/servicos.php
Está disponível desde ontem um novo serviço público.
O Senha 001
passa a permitir a realização totalmente online de algumas tarefas de
interacção com os serviços do Estado, a partir de uma única plataforma e
recorrendo ao Cartão de Cidadão.
Alterar a morada, pedir uma segunda via da carta de condução, marcar uma consulta ou criar uma empresa são as possibilidades que já convergiram para o novo site.
Alterar a morada, pedir uma segunda via da carta de condução, marcar uma consulta ou criar uma empresa são as possibilidades que já convergiram para o novo site.
(Enviado por email)
domingo, 20 de janeiro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Do que é capaz, o populismo carnívoro...
Na página 46 do 'Público' deste sábado, Pacheco Pereira escreveu que "Contrariamente ao que se diz, não é o "melhor de nós" que vem ao de cima com a crise, mas sim o pior de nós. Estamos a ajudar a criar uma sociedade maldosa, profundamente dividida, oscilando entre rancores e egoísmos, afectada mais do que nunca pelos efeitos desse velho provérbio de pescadores que diz que o peixe apodrece pela cabeça (...) cada um contra o outro, mesmo quando a condição de cada um é a mesma do outro. (...) Os jovens são instigados a voltarem-se contra os velhos, pensionistas e reformados. (...) Os que ganham 900 euros apontam o dedo aos que ganham 1000 euros. Uma inveja social mesquinha e corrosiva perpassa tudo e todos. (...) O vírus da intriga e da divisão sempre foi a melhor garantia da intangibilidade do poder."
Consultando a rede social, conhecida como Facebook, tenho a confirmação, visitando uma e outra e outra página. Assustadora, a sombra da Inquisição e de um carnívoro populismo, em certas opiniões...
O medo não é tanto do futuro, mas das pessoas sonâmbulas, que nos rodeiam, que não participam nos movimentos sociais (sindicais ou independentes), ou até de algumas, que vão para a rua manifestar-se, mas que não se precatam, na sua sanha contra a corrupção, de mostrar as garras implacáveis, do mais perigoso reaccionarismo, misturando tudo, atacando até no seu ódio cego e histeria descontrolada, aqueles que são solidários ...o meu receio é daquilo que essa gente é capaz, para que todos fiquemos nivelados por baixo...
Fonte: aqui
Europa pode substituir a gasolina e gasóleo sem recorrer aos biocombustíveis
A União Europeia pode substituir a gasolina e gasóleo convencionais por energias renováveis sem recorrer a biocombustíveis com impactes negativos no ambiente, como aqueles que aproveitam culturas agrícolas, defende um estudo publicado esta quinta-feira e realizado pelo instituto de investigação holandês CE Delfta.
O documento elaborado a pedido das organizações não governamentais de ambiente europeias Greenpeace, BirdLife Europe, European Environmental Bureau e pela Federação Europeia dos Transportes e Ambiente foi divulgado em Portugal pela Quercus.
O trabalho diz que «os biocombustíveis de primeira geração, aqueles de produção agrícola, não são solução viável para descarbonizar os transportes». Assim, as organizações europeias apelam ao Parlamento Europeu e aos governos dos Estados Membros para se concentrarem nas soluções propostas.
O estudo explora vários cenários de desenvolvimento dos transportes e recomenda uma viragem urgente da política europeia no setor, colocando a prioridade sobre a eficiência energética e o maior desenvolvimento de tecnologias limpas, como os veículos elétricos. Uma das soluções apontadas foi o uso de biocombustíveis com menores impactes sociais e ambientais, chamados de segunda geração, ou seja, aqueles produzidos a partir de resíduos, como óleos alimentares usados e biogás proveniente de digestão anaeróbia de lixo urbano.
Segundo os ambientalistas, os Estados-Membros «podem cumprir as suas obrigações sem recorrer (ou com um recurso praticamente nulo) a biocombustíveis produzidos a partir de culturas agrícolas, como a soja, a colza e a palma», acrescentam.
Diretivas comunitárias fixam uma meta de incorporação de 10% de energias renováveis no setor dos transportes e a redução das emissões de gases com efeito de estufa dos combustíveis em 6%, até 2020.
Fonte: aqui
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Mãe e filhos condenados por trocarem Islão pelo Cristianismo
A egípcia Nadia Mohamed e os seus sete filhos foram condenados em tribunal a 15 anos de prisão, em Beni Suef, no centro do país, por se terem convertido ao Cristianismo.
Nadia foi criada e educada na fé cristã mas converteu-se ao Islão quando se casou, há 23 anos, com Mohamed Abdel-Wahhab Mustafa. Porém, quando o marido morreu, decidiu reconverter-se à sua antiga religião, bem como todos os filhos.
A nova conversão de Nadia só foi conhecida depois de a família ter adquirido novos documentos de identificação, em 2004.
Um dos filhos da mulher foi preso dois anos mais tarde e confessou que a mãe e os irmãos tinham forjado novas identificações. Foram então todos presos, acusados e condenados.
Advogados dos Direitos Humanos alertam para o facto da sentença ser um sinal das políticas adotadas no Egito sob a lei islâmica, que consideram um autêntico atentado à liberdade religiosa. Recorde-se que laicos e cristãos coptas opuseram-se à nova Constituição, que gerou grande polémica aquando da sua votação e aprovação por incluir, precisamente, a lei islâmica (Sharia) como um dos preceitos constitucionais.
45 000€ por dia!... É um ESCÂNDALO!!!!!!
|
SEM COMENTÁRIOS…NUM PAÍS EM CRISE!
|
E tem o senhor Aníbal Cavaco Silva, a desfaçatez de nos vir dizer que :"os sacrifícios são para ser
'distribuídos' por todos os portugueses"...
(Enviado por email)
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Notícias breves
Um ninho de vespas
com um metro de altura foi destruído a maçarico na zona de Real, em Braga. Os vizinhos tinham alertado Alfredo Marques, apicultor que reside naquela zona, que percebeu de imediato que se tratava de uma espécie invasora.
"Esta vespa veio da China e está a espalhar-se pela Europa.
Livros
– De acordo com os dados do comércio internacional sobre os quais o INE se baseou, em 2011 os "livros, brochuras e impressos semelhantes" foram os bens com maior valor das saídas do país, ascendendo a 44,1 milhões de euros.
Os principais países de destino dos livros continuaram a ser os Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP), com 55,3%.
Despedimento insólito
– O Supremo Tribunal do Iowa, nos EUA, considerou legal o despedimento de uma funcionária porque o patrão se sentia atraído fisicamente por ela. Aparentemente, usava roupa "demasiado justa" que o "distraía" e "ameaçava" destruir o casamento do empregador.
O Instituto Português do Sangue
e da Transplantação disse que a recolha e preservação do sangue do cordão umbilical para uso futuro não se justifica à luz dos actuais conhecimentos científicos.
Numa nota publicada no site do Instituto Português do Sangue, o organismo lembra que a "probabilidade de uma criança vir a ter uma anemia aplástica grave (...) parece muito baixa (<1 50.000="50.000" a="a" conserva="conserva" cord="cord" de="de" do="do" justificar="justificar" o="o" p="p" para="para" pelo="pelo" pr="pr" prio="prio" sangue="sangue" scu="scu" umbilical="umbilical" utiliza="utiliza">
1>
Cada português produziu 487 quilos de lixo Cada português produziu 487 quilos de lixo em 2011, mais de um quilo por dia, totalizando quase cinco milhões de toneladas, segundo um relatório da Agência Portuguesa do Ambiente. O documento conclui que a produção de resíduos urbanos em Portugal foi de 4,894 milhões de toneladas em 2011, menos 6% que no ano anterior, ainda assim acima da meta prevista no plano estratégico desta área, que é de 4,768 milhões de toneladas. A região de Lisboa e Vale do Tejo lidera a produção de lixo, com 39%, seguida da região Norte, com 31%, e em terceiro lugar está o Centro do país, com 16%. Do total de lixo urbano produzido, somente 15,6% tem como destino a recolha selectiva.
Homem mais velho
– Jiroemon Kimura nasceu a 19 de Abril de 1897. E há dias completou 115 anos e 253 dias, o que fez dele o homem mais velho de que há registo, de acordo com o Livro do Guinness.
O recorde era detido por um dinamarquês-americano, que morreu em 1998, com menos um dia do que Kimura tinha nesse dia. Ainda assim, o japonês está longe do recorde da francesa Jeanne Calment, que morreu em 1997 com 122 anos.
Prisões
– O número de reclusos nas prisões portuguesas ultrapassou os 13.500 em 2012, atingindo o valor mais elevado dos últimos oito anos, segundo as várias estatísticas da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).
Venda de carros
– O mercado automóvel teve, em 2012, o seu pior ano em quase três décadas, com apenas 95.290 carros vendidos em Portugal, menos 38 por cento do que em 2011, segundo dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP).
A ACAP destaca que é preciso recuar a 1985 para encontrar um mercado inferior (93.013) ao deste ano.
Fonte: aqui
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Ter um carro em Portugal
Contribuinte: Gostava de comprar um carro.
Estado: Muito bem. Faça o favor de escolher.
Contribuinte: Já escolhi. Tenho que pagar alguma coisa?
Estado: Sim. Imposto sobre Automóveis (ISV) e Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
Contribuinte: Ah... Só isso.
Estado: ... e uma coisinha para o pôr a circular: o selo.
Contribuinte: Ah!..
Estado: ... E mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro efectivamente circule. O ISP.
Contribuinte: Mas... sem gasolina eu não circulo.
Estado: Eu sei.
Contribuinte: ... Mas eu já pago para circular...
Estado: Claro!...
Contribuinte: Então... vai cobrar-me pelo valor da gasolina?
Estado: Também. Mas isso é o IVA. O ISP é uma coisa diferente.
Contribuinte: Diferente?!
Estado: Muito. O ISP é porque a gasolina existe.
Contribuinte: ... Porque existe?!
Estado: Há muitos milhões de anos os dinossauros e o carvão fizeram petróleo. E você paga.
Contribuinte: ... Só isso?
Estado: Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.
Contribuinte: Como assim?!
Estado: Tem que pagar para o estacionar.
Contribuinte: ... Para o estacionar?
Estado: Exacto.
Contribuinte: Portanto, pago para andar e pago para estar parado?
Estado: Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.
Contribuinte: Então, pago para circular, pago para poder circular e
pago por estar parado.
Estado: Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é novo?
Contribuinte: Novo?
Estado: É que se não for novo tem que pagar para vermos se ele está em condições de andar por aí.
Contribuinte: Pago para você ver se pode cobrar?
Estado: Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha...
Contribuinte: ... Mais uma coisinha?
Estado: Para circular em auto-estradas...
Contribuinte: Mas... mas eu já pago imposto de circulação.
Estado: Pois. Mas esta é uma circulação diferente.
Contribuinte: ... Diferente?
Estado: Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.
Contribuinte:: Só mais isso?
Estado: Sim. Só mais isso.
Contribuinte: E acabou?
Estado: Sim. Depois de pagar os 25 euros, acabou.
Contribuinte: Quais 25 euros?!
Estado: Os 25 euros que tem de pagar para andar nas auto-estradas.
Contribuinte: Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem
quisesse?
Estado: Sim. Mas todos pagam os 25 euros.
Contribuinte : Quais 25 euros?
Estado: Os 25 euros é quanto custa o chip.
Contribuinte: ... Custa o quê?
Estado: Pagar o chip. Para poder pagar.
Contribuinte: Não perceb...
Estado: Sim. Pagar custa 25 euros.
Contribuinte: Pagar custa 25 euros?
Estado: Sim. Paga 25 euros para pagar.
Contribuinte: Mas eu não vou circular nas auto-estradas.
Estado: Imagine que um dia quer? Tem que pagar.
Contribuinte: Tenho que pagar para pagar porque um dia posso querer?
Estado: Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.
Contribuinte: E se eu não quiser?
Estado: Paga multa!
(Enviado por email)
Estado: Muito bem. Faça o favor de escolher.
Contribuinte: Já escolhi. Tenho que pagar alguma coisa?
Estado: Sim. Imposto sobre Automóveis (ISV) e Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
Contribuinte: Ah... Só isso.
Estado: ... e uma coisinha para o pôr a circular: o selo.
Contribuinte: Ah!..
Estado: ... E mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro efectivamente circule. O ISP.
Contribuinte: Mas... sem gasolina eu não circulo.
Estado: Eu sei.
Contribuinte: ... Mas eu já pago para circular...
Estado: Claro!...
Contribuinte: Então... vai cobrar-me pelo valor da gasolina?
Estado: Também. Mas isso é o IVA. O ISP é uma coisa diferente.
Contribuinte: Diferente?!
Estado: Muito. O ISP é porque a gasolina existe.
Contribuinte: ... Porque existe?!
Estado: Há muitos milhões de anos os dinossauros e o carvão fizeram petróleo. E você paga.
Contribuinte: ... Só isso?
Estado: Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.
Contribuinte: Como assim?!
Estado: Tem que pagar para o estacionar.
Contribuinte: ... Para o estacionar?
Estado: Exacto.
Contribuinte: Portanto, pago para andar e pago para estar parado?
Estado: Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.
Contribuinte: Então, pago para circular, pago para poder circular e
pago por estar parado.
Estado: Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é novo?
Contribuinte: Novo?
Estado: É que se não for novo tem que pagar para vermos se ele está em condições de andar por aí.
Contribuinte: Pago para você ver se pode cobrar?
Estado: Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha...
Contribuinte: ... Mais uma coisinha?
Estado: Para circular em auto-estradas...
Contribuinte: Mas... mas eu já pago imposto de circulação.
Estado: Pois. Mas esta é uma circulação diferente.
Contribuinte: ... Diferente?
Estado: Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.
Contribuinte:: Só mais isso?
Estado: Sim. Só mais isso.
Contribuinte: E acabou?
Estado: Sim. Depois de pagar os 25 euros, acabou.
Contribuinte: Quais 25 euros?!
Estado: Os 25 euros que tem de pagar para andar nas auto-estradas.
Contribuinte: Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem
quisesse?
Estado: Sim. Mas todos pagam os 25 euros.
Contribuinte : Quais 25 euros?
Estado: Os 25 euros é quanto custa o chip.
Contribuinte: ... Custa o quê?
Estado: Pagar o chip. Para poder pagar.
Contribuinte: Não perceb...
Estado: Sim. Pagar custa 25 euros.
Contribuinte: Pagar custa 25 euros?
Estado: Sim. Paga 25 euros para pagar.
Contribuinte: Mas eu não vou circular nas auto-estradas.
Estado: Imagine que um dia quer? Tem que pagar.
Contribuinte: Tenho que pagar para pagar porque um dia posso querer?
Estado: Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.
Contribuinte: E se eu não quiser?
Estado: Paga multa!
(Enviado por email)
COMO FICAMOS EXPOSTOS COM AS REDES SOCIAIS...
Este vídeo
mostra-nos o quanto ficamos expostos com as redes sociais que a cada dia domina
o nosso dia a dia.
Só
precisamos saber o quanto custa esta exposição para determinarmos o quanto vale
a pena expormo-nos.
É uma
propaganda de uma empresa que cuida da segurança da internet bancária.
Não deixe de
ver, é a sua segurança, os seus dados, a sua intimidade exposta:
sábado, 12 de janeiro de 2013
TIRO O MEU CHAPÉU À NORUEGA
Uma vez mais ! - Seriedade, Dignidade, Reciprocidade, Coragem e Exemplo !!!
SE NÃO HÁ IGREJAS NA ARÁBIA SAUDITA NÃO HAVERÁ MESQUITAS NA EUROPA
SE NÃO HÁ IGREJAS NA ARÁBIA SAUDITA NÃO HAVERÁ MESQUITAS NA EUROPA
Reciprocidade
A Noruega proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas, enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país.
O governo da Noruega acabou de dar um passo importante na hora de defender a liberdade da Europa, frente ao TOTALITARISMO ISLÂMICO.
Jonas Gahr Stor, ministro dos Negócios Estrangeiros, decretou que não seriam aceites os donativos milionários da Arábia Saudita, assim como de empresários muçulmanos para financiar a construção de mesquitas na Noruega.
Segundo o referido ministro, as comunidades religiosas têm direito a receber ajuda financeira, mas o governo Norueguês, excepcionalmente e por razões óbvias, não aceitarão o financiamento islâmico de milhões de Euros.
Jonas Gahr Stor* *argumenta que: “seria um paradoxo e anti-natural aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa”.
O ministro também afirma que“a aceitação desse dinheiro seria um contra-senso”, recordando a proibição que existe nesse país árabe para a construção de igrejas de outras religiões.
Jonas Gahr Stor também anunciou que a “Noruega levará este assunto ao Conselho da Europa” , donde defenderá esta decisão baseada na mais estrita reciprocidade com a Arábia Saudita.
CLARO QUE ESTA NOTÍCIA QUASE QUE PASSOU DESPERCEBIDA EM PORTUGAL, DONDE POR MEDO DE REPRESÁLIAS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO... PREFEREM CALAR-SE !
Por isso, isto tem de se saber, e por tal há que difundir esta notícia o mais possível.
(Enviado por email)
A Noruega proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas, enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país.
O governo da Noruega acabou de dar um passo importante na hora de defender a liberdade da Europa, frente ao TOTALITARISMO ISLÂMICO.
Jonas Gahr Stor, ministro dos Negócios Estrangeiros, decretou que não seriam aceites os donativos milionários da Arábia Saudita, assim como de empresários muçulmanos para financiar a construção de mesquitas na Noruega.
Segundo o referido ministro, as comunidades religiosas têm direito a receber ajuda financeira, mas o governo Norueguês, excepcionalmente e por razões óbvias, não aceitarão o financiamento islâmico de milhões de Euros.
Jonas Gahr Stor* *argumenta que: “seria um paradoxo e anti-natural aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa”.
O ministro também afirma que“a aceitação desse dinheiro seria um contra-senso”, recordando a proibição que existe nesse país árabe para a construção de igrejas de outras religiões.
Jonas Gahr Stor também anunciou que a “Noruega levará este assunto ao Conselho da Europa” , donde defenderá esta decisão baseada na mais estrita reciprocidade com a Arábia Saudita.
CLARO QUE ESTA NOTÍCIA QUASE QUE PASSOU DESPERCEBIDA EM PORTUGAL, DONDE POR MEDO DE REPRESÁLIAS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO... PREFEREM CALAR-SE !
Por isso, isto tem de se saber, e por tal há que difundir esta notícia o mais possível.
(Enviado por email)
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Honda lança Civic 1.6 i-DTEC por 23.450 €
A Honda inicia as vendas do Civic 1.6 i-DTEC no próximo dia 19 de janeiro, data em que os clientes da marca vão poder visitar os concessionários na habitual iniciativa de «portas abertas». O Novo Civic estará disponível a partir de 24.350€, preço indicado para a versão Comfort.
O Civic 1.6 i-DTEC é o 1.º Honda equipado com motor da geração Earth Dreams Tecnology, gama que segundo a marca «combina excelentes prestações e elevada economia de combustível». O turbodiesel 1.6 de 120 cv, com 300 Nm de binário, anuncia consumo médio de apenas 3,6l/100 km.
Fonte: aqui
O Civic 1.6 i-DTEC é o 1.º Honda equipado com motor da geração Earth Dreams Tecnology, gama que segundo a marca «combina excelentes prestações e elevada economia de combustível». O turbodiesel 1.6 de 120 cv, com 300 Nm de binário, anuncia consumo médio de apenas 3,6l/100 km.
Fonte: aqui
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
O funcho
O funcho é um legume que desempenha um importante
papel na cultura alimentar de muitos países europeus, especialmente em França e
Itália. O seu cheiro e sabor característicos (em geral designados por "anis" ou
"erva-doce") resultam da presença de anetol, um composto fortemente
aromatizante. É frequentemente utilizado em pequenas quantidades na cozinha
mediterrânica como planta aromatizante e mesmo em saladas. Pode também ser
incorporado em sopas e molhos.
As suas raízes são consideradas como tendo propriedades diuréticas, sendo por esta razão comercializadas pelas ervanárias.
O seu potencial aromático faz dele um fantástico alimento com vista à redução dos níveis de tensão arterial, sobretudo por dispensar o sal. Esta prevenção indirecta é igualmente efectuada pelo papel positivo do funcho na redução dos níveis de colesterol e pela sua grande capacidade antioxidante, fruto do seu riquíssimo teor de flavonóides.
Para além disso é usado para curar quase tudo desde anemia, indigestão, flatulência, obstipação, problemas respiratórios, disfunções menstruais, etc., etc..
Encontra-se também à venda em pó nos supermercados na secção de produtos aromáticos ou em cápsulas nas casas da especialidade.
Fonte:aqui
As suas raízes são consideradas como tendo propriedades diuréticas, sendo por esta razão comercializadas pelas ervanárias.
O seu potencial aromático faz dele um fantástico alimento com vista à redução dos níveis de tensão arterial, sobretudo por dispensar o sal. Esta prevenção indirecta é igualmente efectuada pelo papel positivo do funcho na redução dos níveis de colesterol e pela sua grande capacidade antioxidante, fruto do seu riquíssimo teor de flavonóides.
Para além disso é usado para curar quase tudo desde anemia, indigestão, flatulência, obstipação, problemas respiratórios, disfunções menstruais, etc., etc..
Encontra-se também à venda em pó nos supermercados na secção de produtos aromáticos ou em cápsulas nas casas da especialidade.
Fonte:aqui
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
ERA - Ameno
A música
chama-se ‘Ameno’ (amenizar, libertar), composta pelo grupo Era. A
tradução da letra, do latim, fica aqui, e vale alguns instantes de reflexão, enquanto
se ouve a música.
Sinta minha dor
Absorve-me, Toma-me
Absorve-me, Toma-me
Sinta minha dor
Liberta-me, Liberta-me
Descubra-me ,
Liberta-me, Liberta-me
Descubra-me ,
Descubra meus sinais
Sinta minha dor
Suaviza (esta dor),
Sinta minha dor
Suaviza (esta dor),
Conforta-me
Perceba, perceba
Mutilaram-me,
Machucaram-me Liberta-me
Suaviza (esta dor),
Suaviza (esta dor),
Conforta-me
Liberta-me
Suaviza (esta dor),
Liberta-me
Suaviza (esta dor),
Conforta-me
Liberta-me,
Ameniza a dor
Ameniza minha dor
Ameniza minha dor
Liberta-me, Senhor
Liberta-me, Senhor
Alivia minha dor, Rei
Ameniza minha dor
Ameniza minha dor
Ameniza minha dor
Tira-me esta dor, Senhor
domingo, 6 de janeiro de 2013
O Neto e o Avô ... (Dá que pensar!!!)
Então, de repente, o neto perguntou:
- Quantos anos tem, avô?
E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um momento...
Nasci antes da televisão, e já crescidinho apareceu, com um único canal e a preto e branco.
Nasci antes das vacinas contra a poliomielite, das comidas congeladas, da fotocopiadora, das lentes de contacto e da pílula anticoncepcional.
Não existiam os radares, os cartões de crédito, o raio laser nem os patins on-line.
Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e secar, (as roupas secavam ao vento) e frigoríficos quase ninguém tinha.
O homem nem tinha chegado à lua.
A tua avó e eu casámos e só depois vivemos juntos e em cada família havia um pai e uma mãe.
"Gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual.
Das lésbicas, nunca tínhamos ouvido falar e os rapazes não usavam piercings.
Nasci antes das duplas carreiras universitárias e das terapias de grupo.
Não havia computador, comunicávamos através de cartas, postais e telegramas.
Mails, chats e Messenger, não existiam. Computadores portáteis ou Internet nem em sonhos...
Estudávamos só por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários.
Chamava-se a cada polícia e a cada homem "senhor" e a cada mulher "senhora".
Nos meus tempos a virgindade não produzia cancro.
As nossas vidas eram governadas pelos 10 mandamentos e bom juízo.
Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal e a ser responsáveis pelos nossos atos.
Acreditávamos que "comida rápida" era o que comíamos quando estávamos com pressa.
Ter um bom relacionamento, queria dizer dar-se bem com os primos e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava as férias juntos.
Ninguém conhecia telefones sem fios e muito menos os telemóveis.
Nunca tínhamos ouvido falar de música estereofónica, rádios FM, Fitas, cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever eléctricas, calculadoras (nem as mecânicas quanto mais as portáteis).
"Notebook" era um livro de anotações.
"Ficar" dizia-se quando pessoas ficavam juntas como bons amigos.
Aos relógios dava-se corda todos os dias, mesmo aos de pulso.
Não existia nada digital, nem os relógios nem os indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.
Falando de máquinas, não existiam as cafeteiras eléctricas, ferros de passar eléctricos, os fornos microondas nem os rádios-relógios despertadores. Para não falar dos vídeos ou VHF, ou das máquinas de filmar minúsculas de hoje...
As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Eram a branco e preto e a sua revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, a sua revelação era muito cara demorada.
Se nos artigos lêssemos "Made in Japan", não se considerava de má qualidade e não existia "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in China".
Não se falava de "Pizza Hut" ou "McDonald's", nem de café instantâneo.
Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, os bilhetes de autocarros e os refrigerantes, que se chamavam pirolitos, tudo custava 10 centavos.
No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava.
"Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.*
*-* *Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para* ter um filho* *.* *
Agora diz-me, quantos anos achas que tenho?
- Meu Deus, Avô! Mais de 200! - disse o neto.
- Não, querido. Tenho 55!!!!
- Quantos anos tem, avô?
E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um momento...
Nasci antes da televisão, e já crescidinho apareceu, com um único canal e a preto e branco.
Nasci antes das vacinas contra a poliomielite, das comidas congeladas, da fotocopiadora, das lentes de contacto e da pílula anticoncepcional.
Não existiam os radares, os cartões de crédito, o raio laser nem os patins on-line.
Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e secar, (as roupas secavam ao vento) e frigoríficos quase ninguém tinha.
O homem nem tinha chegado à lua.
A tua avó e eu casámos e só depois vivemos juntos e em cada família havia um pai e uma mãe.
"Gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual.
Das lésbicas, nunca tínhamos ouvido falar e os rapazes não usavam piercings.
Nasci antes das duplas carreiras universitárias e das terapias de grupo.
Não havia computador, comunicávamos através de cartas, postais e telegramas.
Mails, chats e Messenger, não existiam. Computadores portáteis ou Internet nem em sonhos...
Estudávamos só por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários.
Chamava-se a cada polícia e a cada homem "senhor" e a cada mulher "senhora".
Nos meus tempos a virgindade não produzia cancro.
As nossas vidas eram governadas pelos 10 mandamentos e bom juízo.
Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal e a ser responsáveis pelos nossos atos.
Acreditávamos que "comida rápida" era o que comíamos quando estávamos com pressa.
Ter um bom relacionamento, queria dizer dar-se bem com os primos e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava as férias juntos.
Ninguém conhecia telefones sem fios e muito menos os telemóveis.
Nunca tínhamos ouvido falar de música estereofónica, rádios FM, Fitas, cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever eléctricas, calculadoras (nem as mecânicas quanto mais as portáteis).
"Notebook" era um livro de anotações.
"Ficar" dizia-se quando pessoas ficavam juntas como bons amigos.
Aos relógios dava-se corda todos os dias, mesmo aos de pulso.
Não existia nada digital, nem os relógios nem os indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.
Falando de máquinas, não existiam as cafeteiras eléctricas, ferros de passar eléctricos, os fornos microondas nem os rádios-relógios despertadores. Para não falar dos vídeos ou VHF, ou das máquinas de filmar minúsculas de hoje...
As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Eram a branco e preto e a sua revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, a sua revelação era muito cara demorada.
Se nos artigos lêssemos "Made in Japan", não se considerava de má qualidade e não existia "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in China".
Não se falava de "Pizza Hut" ou "McDonald's", nem de café instantâneo.
Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, os bilhetes de autocarros e os refrigerantes, que se chamavam pirolitos, tudo custava 10 centavos.
No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava.
"Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.*
*-* *Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para* ter um filho* *.* *
Agora diz-me, quantos anos achas que tenho?
- Meu Deus, Avô! Mais de 200! - disse o neto.
- Não, querido. Tenho 55!!!!
PONTE SALAZAR
Momentos
insólitos da nossa história
|
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
2013: Ano Europeu dos Cidadãos
Aprender deveres e distinguir bem do mal é essencial para a cidadania, diz Daniel Serrão
Daniel Serrão, antigo membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, considera que a assimilação dos direitos e deveres, a par da distinção entre bem e mal, são essenciais para o exercício da cidadania.
“Para que um indivíduo se possa tornar um cidadão, vai-lhe ser preciso aprender, e aprender bem, quais são esses direitos e deveres”, salienta em artigo publicado na edição de hoje do Semanário ECCLESIA.
No texto alusivo ao Ano Europeu dos Cidadãos, que a União Europeia assinala em 2013, o membro honorário da Academia Pontifícia para a Vida [Vaticano] frisa que a transmissão das obrigações que cabem aos cidadãos “suscita um problema ético que é o da distinção entre o que é o bem e o que é o mal”.
Para Daniel Serrão os agregados familiares e os estabelecimentos de ensino são “grandes pilares que sustentam o conceito de cidadania” nas “sociedades modernas, evoluídas e democráticas”.
“A aprendizagem da capacidade de avaliação ética das perceções faz-se na Família primeiro e completa-se depois na Escola. Deste juízo individual o jovem vai passar, pela educação, para um juízo social das suas decisões, perguntando-se: será que o que vou decidir e fazer é o melhor para o bem dos outros e da sociedade?”, aponta.
No entender do vencedor do Prémio Nacional de Saúde 2010 “a sociedade espera que os cidadãos, para o serem, respeitem os valores sociais ou de moralidade pública, pois são eles que garantem a coesão social”.
“As religiões têm, neste plano, um importante papel a desempenhar na educação para a cidadania, que é o de promover a interiorização das virtudes humanas, como suporte da vivência da cidadania pelas pessoas concretas”, acrescenta.
Referindo-se ao cristianismo o especialista realça que “a virtude pessoal tem o seu fundamento nas palavras de Cristo: vivei amando-vos uns aos outros e sereis felizes; dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
A capacidade de sobrepor a consciência à lei, a “indignação ética” e a “objeção de consciência” constituem para Daniel Serrão os direitos que devem ser assegurados ao cidadão.
in agência ecclesia
Daniel Serrão, antigo membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, considera que a assimilação dos direitos e deveres, a par da distinção entre bem e mal, são essenciais para o exercício da cidadania.
“Para que um indivíduo se possa tornar um cidadão, vai-lhe ser preciso aprender, e aprender bem, quais são esses direitos e deveres”, salienta em artigo publicado na edição de hoje do Semanário ECCLESIA.
No texto alusivo ao Ano Europeu dos Cidadãos, que a União Europeia assinala em 2013, o membro honorário da Academia Pontifícia para a Vida [Vaticano] frisa que a transmissão das obrigações que cabem aos cidadãos “suscita um problema ético que é o da distinção entre o que é o bem e o que é o mal”.
Para Daniel Serrão os agregados familiares e os estabelecimentos de ensino são “grandes pilares que sustentam o conceito de cidadania” nas “sociedades modernas, evoluídas e democráticas”.
“A aprendizagem da capacidade de avaliação ética das perceções faz-se na Família primeiro e completa-se depois na Escola. Deste juízo individual o jovem vai passar, pela educação, para um juízo social das suas decisões, perguntando-se: será que o que vou decidir e fazer é o melhor para o bem dos outros e da sociedade?”, aponta.
No entender do vencedor do Prémio Nacional de Saúde 2010 “a sociedade espera que os cidadãos, para o serem, respeitem os valores sociais ou de moralidade pública, pois são eles que garantem a coesão social”.
“As religiões têm, neste plano, um importante papel a desempenhar na educação para a cidadania, que é o de promover a interiorização das virtudes humanas, como suporte da vivência da cidadania pelas pessoas concretas”, acrescenta.
Referindo-se ao cristianismo o especialista realça que “a virtude pessoal tem o seu fundamento nas palavras de Cristo: vivei amando-vos uns aos outros e sereis felizes; dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
A capacidade de sobrepor a consciência à lei, a “indignação ética” e a “objeção de consciência” constituem para Daniel Serrão os direitos que devem ser assegurados ao cidadão.
in agência ecclesia
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
É preciso que a mensagem passe, contra os privilégios absurdos de alguns, que se estão nas tintas para a Crise (dos outros)...
«[...] O primeiro-ministro, se ainda possui alguma réstia de dignidade e de moralidade, tem de explicar por que é que os magistrados continuam a não pagar impostos sobre uma parte significativa das suas retribuições; tem de explicar por que é que recebem mais de sete mil euros por ano como subsídio de habitação; tem de explicar por que é que essa remuneração está isenta de tributação, sobretudo quando o Governo aumenta asfixiantemente os impostos sobre o trabalho e se propõe cortar mais de mil milhões de euros nos apoios sociais, nomeadamente no subsídio de desemprego, no rendimento social de inserção, nos cheques-dentista para crianças e — pasme-se — no complemento solidário para idosos, ou seja, para aquelas pessoas que já não podem deslocar-se, alimentar-se nem fazer a sua higiene pessoal.O primeiro-ministro terá também de explicar ao país por que é que os juízes e os procuradores do STJ, do STA, do Tribunal Constitucional e do Tribunal de Contas, além de todas aquelas regalias, ainda têm o privilégio de receber ajudas de custas (de montante igual ao recebido pelos membros do Governo) por cada dia em que vão aos respetivos tribunais, ou seja, aos seus locais de trabalho.
Se o não fizer, ficaremos todos, legitimamente, a suspeitar que o primeiro-ministro só mantém esses privilégios com o fito de, com eles, tentar comprar indulgências judiciais.»
"A vida corre atrás de nós para nos roubar aquilo que em cada dia temos menos."
António Marinho e Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados: Austeridade e privilégios, no Jornal de Notícias. Excertos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








