quinta-feira, 29 de julho de 2010

Sobem os lucros da EDP, sobe a impaciência dos consumidores!

Diz o Correio da Manhã de hoje que o lucro da EDP subiu 19 por cento no primeiro semestre deste ano, face aos mesmos meses do ano anterior, para 639 milhões de euros.

Não diz o jornal, mas dizem os cidadãos que a impaciência dos consumidores não pára também de subir.
Ainda há dias um construtor referia que um dos maiores estorvos nas obras é a EDP. Primeiro que se resolva a efectuar as baixadas pedidas!... É de fazer cabelos brancos! E o tempo perdido? E a obra que não pode ser entregue a tempo por causa da demora da EDP? E o dinheiro que se perde? E a paciência que se gasta?
Por que razão não há-de ser responsabilizada a EDP por tantos prejuízos??? Para quebrar, sem nos trinques! Para servir, vou ali e já venho...

E a EDP assume as suas responsabilidades perante os danos causados por falhas frequentes na luz? E os electrodomésticos que ficam danificados em razão de tais quedas?
Quando é que os cidadãos, em vez de passarem a vida a queixar-se, resolvem pôr a EDP na linha?

Uma empresa com estes lucros não devia ter vergonha de maus serviços que presta?

terça-feira, 27 de julho de 2010

Eu, pecadora, me confesso

Testemunho da jornalista Bárbara Wong

Pergunto-me muitas vezes como é que é possível um professor não ter o controlo da sala de aula. Como é que é possível? Se fosse eu... A minha experiência com crianças e na qualidade de "professora" é diminuta e feita em circunstâncias muito especiais, de maneira que me parece que se eu consigo, qualquer pessoa consegue!
Muito enganada. Há dias lia sobre uma professora de uma determinada escola de Lisboa que desistiu de dar aulas quando um aluno se dirigiu a ela e espetou um murro com imensa força contra o quadro, mesmo ao lado da sua cabeça. Nem de propósito, nesse mesmo dia passei à porta dessa escola e vivi uma situação que me recordou a docente; a diferença é que os murros foram dados no meu carro e eu estava dentro dele.
Os miúdos vinham descontraidamente no meio da estrada, com dois passeios vazios, de um lado e do outro e eles calmamente, vagarosamente, e eu, de frente para eles, cautelosa não fosse atropelar algum porque nenhum se desviava. Com o desafio nos olhos e a boca num meio sorriso lá vinham eles na minha direcção e eu já com o carro completamente parado, à espera que passassem de uma vez. Eram uma dezena, todos rapazes, alguns pequenotes, mas a maioria enormes.
Eis que, quando passam começam a bater no capot e nos vidros, imediatamente apito-lhes e começo a andar, com cautela para não os atropelar, mas o meu cérebro envia-me mensagens diferentes: de um lado diz-me "calma, Bárbara, calma, eles são maiores do que tu mas são menores, não atropeles nenhum"; do outro a indignação verbalizada com uns "estúpidos, não têm educação, não merecem nada, não percebem nada, não se ajudam a si próprios e depois espantam-se quando tomamos a parte pelo todo e chamam-nos racistas e sentem-se vítimas da sociedade, idiotas", ok, mentalmente também os mandei para uns sítios impróprios.
Mais à frente, um grupo de miúdas, com o mesmo desafio no rosto. Há uma que dança no meio da estrada, virada de costas para o carro, rodopiando e rindo, outra que espeta a perna em direcção ao veículo, desvio-me como posso, não lhes toco. "Anormais", murmuro entre dentes, com as janelas fechadas e um calor de morrer.
E voltei a lembrar-me da professora daquela escola, dos professores que aturam estes miúdos diariamente. Dos que têm sorte ou jeito e conseguem estabelecer pontes com eles; dos que passam mais de metade da aula a tentar sentá-los e acalmá-los, dos que têm esperança de contribuir para a diferença, dos que já entregaram as armas e só querem que o dia acabe, dos que também se passam e agridem os alunos. Tento pôr-me no lugar destes professores, não consigo.
Em muitos destes casos, os professores perderam, a escola perdeu, a sociedade perdeu. Os miúdos são os que mais perderam mas não sabem, nem querem saber. O que fazer com eles?
Bárbara Wong, jornalista do Público

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Rendimento Mínimo e Bancos

1. Recusa de «emprego conveniente» cancelará rendimento mínimo
A Segurança Social vai cancelar o apoio aos beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI), entre os 18 e os 55 anos, que recusem «emprego conveniente», trabalho socialmente necessário ou propostas de formação.
A medida, inserida na nova lei de condição de recursos, entra em vigor a 1 de Agosto.
Após a «cessação da prestação» por motivo de recusa de emprego conveniente, trabalho socialmente necessário, formação ou outras medidas activas de emprego, o beneficiário do RSI ficará inibido de aceder a esta prestação durante um período de 24 meses.
O diploma terá também impacto directo nas regras de atribuição do RSI, já que todos os beneficiários desta prestação entre os 18 e os 55 anos – não estando no mercado de trabalho mas tenham capacidade para trabalhar – serão abrangidos por medidas de reconhecimento e de validação de competências.
As medidas de formação, educação ou aproximação ao mercado de trabalho ocorrerão «num prazo máximo de seis meses após a subscrição do programa de inserção», mantendo-se a imposição de que todos os menores em idade escolar frequentem o sistema de ensino.
De acordo com os dados da Segurança Social, no final de Junho existiam 395.341 beneficiários com processamento de RSI, correspondentes a 156.936 famílias.
O valor médio desta prestação social era de 95,53 euros por beneficiário e 248,31 euros por família.
Segundo o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), as verbas disponíveis para o Rendimento Social de Inserção vão progressivamente reduzir-se para os 400 milhões de euros em 2011 e 370 milhões de euros em 2012 e 2013.
Criado no primeiro governo de António Guterres (na altura chamava-se Rendimento Mínimo Garantido), o RSI é uma prestação que procura apoiar as famílias mais carenciadas e promover o seu regresso ao mercado de trabalho.

In Sol

Observação: Sou dos que pensam que esta medida é positiva desde que aplicada a TODOS os que beneficiam do RSI possam trabalhar.
E já agora. Que os governantes tenham a mesma atitude para quem recebe reformas chorudas e vitalícias, como o caso dos políticos, gestores e outros que tais. Que tal mexer também nestas situações?

Os lucros obtidos por alguns dos maiores bancos nacionais
O PCP considerou hoje «obscenos» os lucros obtidos por alguns dos maiores bancos nacionais e exigiu uma intervenção do Estado para impedir a «exploração», através da imposição de limites para os spreads e comissões bancárias.
Para Jorge Pires (PCP), os lucros alcançados «são verdadeiramente obscenos», porque obtidos num quadro de «profunda crise económica e social, em que o endividamento das famílias e das pequenas empresas já ultrapassa o rendimento disponível».
«Grande parte destes lucros foram obtidos à custa da exploração dos utentes dos serviços bancários, através do recurso a práticas como o aumento dos ‘spreads’, das taxas de juro e das comissões bancárias, que no conjunto de 2008 e 2009 – dois anos de profunda crise – atingiram os 4,8 mil milhões de euros», apontou o membro da Comissão Política do PCP.
Na perspectiva de Jorge Pires, em termos de sistema, esta situação só será solucionada com «a nacionalização da banca e com uma política pública de crédito de apoio ao desenvolvimento».
«Como acções imediatas, entre outras medidas, o Estado tem de impedir o aumento dos ‘spreads’ e definir valores máximos para as comissões bancárias», sustentou.
Para Jorge Pires, «o anunciado aumento dos lucros do BPI e BES, respectivamente em 11,8 e 14,6 por cento, e a perspectiva de um aumento de lucros do BCP de 12,5 por cento constituem um verdadeiro escândalo nacional».
Em comunicado, o PCP refere que «num momento em que os chamados testes de stress bancário concluem pela solidez das instituições financeiras, independentemente do papel que esses testes assumem no processo de rapina de recursos públicos, a banca mantém uma atitude marcada pela usura e a forçada extorsão dos rendimentos familiares e das pequenas e médias empresas por via do preço do crédito e das comissões cobradas».
O PCP considera por isso que «os lucros agora anunciados confirmam a gravidade dos dados recentemente divulgados pela Associação Portuguesa de Bancos em relação ao ano de 2009, em que se confirma uma taxa efectiva de IRC na melhor das hipóteses abaixo dos 15 por cento e que pode ser, a confirmarem-se as perspetivas mais optimistas da banca, na ordem dos 5 por cento».
«Num quadro em que o Governo, com o apoio do PSD, aplica restrições draconianas aos salários e às prestações sociais, e determina o aumento dos bens essenciais, seja através do aumento do IVA, seja da aceitação dos aumentos da energia e dos combustíveis, é gritante o contraste com os benefícios fiscais que se atribuem à banca e que permitem uma tão baixa tributação dos seus lucros», acusam os comunistas.
In Sol

Observação: Não me identifico com algumas propostas avançadas pelo PCP em relação à Banca. Mas identifico-me com grande parte do diagnóstico apresentado.
É escandaloso o que se passa na Banca. Qual a razão de tanto receio por parte dos políticos em intervir no sector bancário? O cidadão já faz demasiados sacrifícios para pagar os juros elevados. Os bancos pagam pouco a quem tem alguns depóstitos, mas quebram muito a quem lhes pede dinheiro. Mais impostos para os bancos. E mais concorrência por parte de bancos estrangeiros para obrigar aqueles que enriquecem loucamente a baixar os juros.

O que os jornais dizem

Muçulmanos ajudam igreja
Esta notícia chega-nos através da Rádio Vaticano e vem de novo recordar-nos que as lutas entre cristãos e muçulmanos não nascem do povo mas são instigadas por grupos de fundamentalistas.
"Os habitantes do município de Daoura, no norte do Líbano, estão a fazer uma campanha de recolha de ofertas para construir a primeira igreja moderna da cidade, que será chamada de Igreja de Nossa Senhora. A iniciativa mostra a boa vontade dessas pessoas para unir cristãos e muçulmanos que lá vivem. O projecto foi desenvolvido pelo professor de Religião e Ciências Islâmicas da Universidade de Beirute, Assaad Samharawi. "Na nossa cidade – conta-nos o professor – existem três mesquitas, mas nenhuma igreja para os cristãos. Essa situação não é adequada. O Islão é conhecido por sua misericórdia e o Cristianismo é a religião do amor. Nesse espírito de amor e de misericórdia o projecto foi realizado." A nova igreja será erigida sobre as ruínas de uma antiga igreja do século XIV. A maior parte do financiamento da obra virá dos muçulmanos da cidade, que têm o objectivo de conservar o património e a identidade dos habitantes pertencentes a diversas comunidades".

Os padres e a música
Em muitos lados padres têm gravado discos e dado espectáculos, com muito êxito. É o caso do Padre João Palo Vaz, da nossa diocese de Coimbra. Mas hoje falamos do conjunto formado por Jan-Michel Bardet, Charles Troesch e um seminarista de origem vietnamita, Dinh Nguyen. Juntos formam "Les Pretres" e são o mais recente sucesso musical em França. O seu disco de estreia "Spiritus Deis" já vendeu mais de 300 mil exemplares em apenas quatro meses e há nove semanas que temas como "Aleluya" – uma versão do original de Leonard Cohen e "Amazing Grace" – ocupam o lugar cimeiro dos tops de vendas. "O objectivo não é andar de Ferrari", garantem os sacerdotes, que destinam parte dos rendimentos da venda dos disco à reconstrução de uma Igreja e a construção de uma escola no Madagascar. O formato adoptado por "Les Pretres" é uma cópia bem sucedida de "The Priests", o trio irlandês que teve um enorme sucesso no seu país natal e no Reino Unido, com mais de um milhão de vendas em 2008, e que continuam a esgotar concertos.
In O Amigo do Povo

quarta-feira, 21 de julho de 2010

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Deus desapareceu e acham que fomos nós!!

Um casal tinha dois filhos, um de 8 e outro de 10 anos, que eram umas pestes. Os pais sabiam que se houvesse alguma travessura na zona ondemoravam, eles com certeza estariam metidos.
A mãe das crianças ficou sabendo que o novo padre da cidade tinha tido bastante sucesso em disciplinar crianças.
Então ela pediu ao padre que falasse com os meninos. O padre concordou, mas pediu para vê-los separadamente.
A mãe, então, mandou primeiro o filho mais novo.
O padre, um homem alto com uma voz de trovão, sentou o puto e perguntou-lhe austeramente:
- Onde está Deus ?
O puto abriu a boca, mas não conseguiu emitir nenhum som, ficou sentado, com a boca aberta e os olhos arregalados.
Então, o padre repetiu a pergunta num tom ainda mais severo:
- Onde está Deus ?
Mais uma vez o puto permaneceu de boca aberta sem conseguir emitir nenhuma resposta.
Então, o padre levantou ainda mais a voz, e com o dedo no rosto do puto gritou:
- ONDE ESTÁ DEUS ?
O puto saiu correndo da igreja directamente para casa e trancou-se noquarto.
Quando o irmão mais velho o encontrou, perguntou-lhe:
- O que é que aconteceu ?
O irmão mais novo, ainda tentando recuperar o fôlego, respondeu:
- Desta vez estamos mesmo lixados! Deus desapareceu e acham que fomos nós!!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Jogos florais

Escrevo, tendo como pano de fundo o debate, no parlamento, sobre o Estado da Nação. Neste momento, Governo e Oposição discutem entusiasticamente quantas décimas desceu (ou não) a pobreza em Portugal.

Um País falido onde o Governo se transformou numa espécie de morto-vivo que se arrasta penosamente ...
Num País, que tem, segundo dados anteriores à crise, cerca de 20% de pobres declarados, este preciosismo decimal não deixa de revelar a total irrelevância do debate político e a fuga para a frente de um primeiro-ministro que vive fora da realidade, reconfortado pela sua augusta pessoa e pelos seus memoráveis feitos – acabei, mesmo agora, de o ouvir dizer (sem se rir) que se orgulha dos números da pobreza em Portugal.
Pelo meio, chegam-me os ecos do costume: o Estado Social que o PSD pretende, inexplicavelmente, extinguir, através de uma misteriosa Revisão Constitucional de que não se conhece o mais leve detalhe, o neo-liberalismo que, de acordo com a nova visão do PS, invadiu o País e a Europa com o único objectivo de contrariar os nobres propósitos que animam o eng. Sócrates e outras ameaças avulsas que ensombram o futuro da Pátria e a sobrevivência de um Governo que sobressai pelas mais improváveis piruetas dos seus ministros e pelo desnorte em que se afundou.
Na sua previsibilidade e na sua triste insignificância, o Estado da Nação não deixa de ser, no entanto, um retrato do País em que vivemos. Um País falido onde o Governo se transformou numa espécie de morto-vivo que se arrasta penosamente até que a Oposição, nomeadamente o PSD, considere que chegou a altura ideal para avançar para eleições antecipadas. Entretanto, vai-se assistindo a um pequeno jogo de pequeninos interesses e de pequeníssimas tácticas, onde abundam acordos privados e escaramuças públicas que primam pela falta de transparência e por uma notória e inquietante artificialidade política. Às terças e quintas, o PSD e o Governo entendem-se em nome dos superiores interesses do País.
Às quartas, insultam-se asperamente simulando a existência de uma alternativa que tarda em se afirmar. Às sextas, para desanuviar o fim--de-semana, anunciam novos encontros e novas rondas de negociações. No essencial – aumento dos impostos, por exemplo – o consenso prevalece. No acessório – Revisão Constitucional, por exemplo – os ânimos exaltam-se numa exibição de diferenças que dificilmente podem ser levadas a sério.
Nem o neo-liberalismo do PSD, invocado pelo PS, sobrevive a qualquer análise, nem o PSD se deu ao trabalho de apresentar sequer um esboço sobre o que pretende rever no texto constitucional. Pelo caminho, o País afunda-se. Mas isso não parece ser relevante.
Constança Cunha e Sá, Jornalista, in Correio da Manhã

quarta-feira, 14 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Violência contra polícias

Os tumultos no bairro do Asilo que opôs uns cinquenta moradores contra a GNR e que deixou quatro militares feridos, veio trazer à ordem do dia o problema da violência contra os polícias. Após queixa de moradores incomodados com barulho, levaram a polícia a fazer 18 detenções
Já há dias o Conselho Coordenador Permanente das associações e sindicatos das forças de segurança veio denunciar a violência contra polícias. Os agentes sentem-se desprotegidos.
Todos os anos mais de mil polícias portugueses são agredidos no desempenho das suas funções. Destes casos, muitos são vítimas de atropelamento.
O problema é de tal ordem grave que, ainda há pouco, a reunião do Conselho Coordenador Permanente, que reúne representantes da PSP, GNR, ASAE, SEF, Guarda Prisional e Polícia Municipal, voltou a pôr o tema na ordem do dia.
"Em quase todos os casos os agressores são detidos, mas libertados de seguida", lamentou um dos polícias, acrescentando que "o clima de impunidade é revoltante".
Naturalmente que assim não há possibilidade de dominar os ladrões, assassinos e toda a espécie de transgressores que abundam por todo o lado. Antes proliferarão como tortulhos em ambiente propício.Mesmo nas nossas aldeias, todos os dias há violência e crimes de toda a espécie.
Ninguém está seguro. A continuar assim, cada vez serão mais os que repudiam tal democracia, que tudo permite aos prevaricadores. As saudades do tempo em que pessoas e bens estavam seguros, mesmo com as portas abertas, vão ser cada vez mais. E assim só temos a esperar o regresso aos velhos tempos do fascismo ou outras formas totalitárias de má memória.
Como era lindo o mundo, se todos respeitassem as leis, e sobretudo os seus semelhantes. Nem precisas eram tantas leis e decretos, nem tantos polícias e agentes de autoridade.
Quando é que os nossos governantes se entenderão para fazer leis que obriguem os autores de instabilidade social a respeitarem as autoridades legitimamente constituídas ?
Quando é que os nossos governantes se entenderão para que as escolas e meios de comunicação social sejam agentes de educação cívica?
Ouve-se dizer, e com alguma razão, que as leis protegem mais os ladrões do que os cidadãos trabalhadores e honestos. Até quando?
O Amigo do Povo

quinta-feira, 8 de julho de 2010

MIGUEL SOUSA TAVARES E A TRANSFERÊNCIA DE MOUTINHO

Aqui fica registado o comentário, de um grande portista ( que não tem papas na língua), sobre a transferência de João Moutinho para o Futebol Clube do Porto:

- ""Pois, apareceu (o) FC Porto - que não só bancou 11 milhões, mais 25% numa futura transferência, como perdoou 2,5 milhões que o Sporting ainda devia de Postiga, e, mais que tudo acrescentou-lhe o passe de Nuno André Coelho.
- Quanto valerá o passe de Nuno André Coelho? Eu não sei, mas sei isto: o João moutinho está em regressão há dois ou três anos, é um jogador regular, acertadinho, mas sem reasgo e, até ver, de progressão falhada; quanto a Nuno André Coelho, para mim, é a grande promessa para vir a ser o melhor central português do futuro.
- Eu não trocaria um pelo outro: o FC Porto trocou e ainda lhe acrescentou 13,5 milhões. Ou seja, por mais que se desvalorize o passe actual de Nuno André Coelho, a verdade é que, contas feitas, Pinto da Costa bateu a cláusula de rescisão de João Moutinho: 22,5 milhões.
- O Sporting livrou-se de um problema sem solução à vista e ainda conseguiu facturar o que já não podia esperar, nem nos melhores sonhos. E querem a demissão de Bettencourt por causa disto? Bem, há gente ingrata...""
Fonte: aqui

domingo, 4 de julho de 2010

sábado, 3 de julho de 2010

Outro mundial que ninguém quer ver

Mas o ilustre visitante deste blog certamente não quererá deixar de ver.
Então repare bem aqui.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

COMO SÃO AS COISAS

Tanta gente à prcoura de um prémio e ele nunca mais chega. E outros com o prémio à mão e dão-se ao luxo de recusar.

É o caso de Grigori Perelman. Mil milhões de dólares foram colocados à sua disposição. Mas ele, teimosamente (ou coerentemente?), não quer saber deles.

Não jogou em nenhuma lotaria. Cometeu apenas a proeza de resolver um dos mais complicados problemas de matemática: a conjectura de Poincaré.

Fez o que devia. Não quis mais nada.

Já em 2006 recusara receber uma medalha que lhe tinha sido atribuído.

Há quem tenha méritos e não tenha prémios...
http://theosfera.blogs.sapo.pt/

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Procura de emprego...

Leia aqui a reflexão que um jovem faz sobre o emprego.