sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Califórnia autoriza carro sem condutores

O Estado da Califórnia autorizou circulação de automóveis sem condutor, embora numa fase experimental. Nos Estados Unidos a circulação de veículos não pilotados já era possível nos estados de Nevada e da Florida.
A lei foi assinada pelo governador Edmund Brown na sede do Google, em Mountain View. A empresa de informática aplicada à internet prevê comercializar em 2017, veículos que não necessitem de condutor.
A Google conta com 480 mil quilómetros de circulação experimental destes veículos, não tendo tido até agora qualquer acidente.
A Google conta com 480 mil quilómetros
de circulação experimental
destes veículos, não tendo tido até agora
qualquer acidente.
Fonte: aqui

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Bento XVI não se demitiu devido a D. José Policarpo, diz Luís Salgado de Matos

 

 
Na "Visão" da semana passada, veio esta curiosa explicação desse ser chamado Igreja Católica. E a realidade é que muita gente não está minimamente a par do que é uma diocese, um arciprestado ou uma vigararia.

Os dois últimos parágrafos são algo misteriosos, não só pela democracia, que pela primeira vez, em Portugal, "também se baseia na Cruz" (será a cruzinha do voto?), como pelo "plebiscito triunfal" organizado pelo Patriarca de Lisboa e que evitou que Bento XVI se demitisse.

Fonte: aqui

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Empresas da Noruega, Dinamarca e Bélgica vieram a Portugal contratar engenheiros

Saiba como concorrer às vagas nas petrolíferas

Vêm de vários países e têm centenas de vagas de emprego não só para trabalhar nas plataformas petrolíferas como no desenho de equipamento utilizado ‘off shore'. Procuram, essencialmente, engenheiros mecânicos e electrotécnicos. No caso dos engenheiros civis, só lhes interessa os que são especializados em estruturas.
Empresas ligadas à indústria do petróleo e do gás da Noruega, Dinamarca e Bélgica estiveram em Lisboa, na semana passada, para participar numa feira de emprego organizada pelos serviços de emprego Eures do IEFP a propósito do encontro anual da Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista. Pelo Hotel Sana passaram muitos jovens engenheiros desempregados ou recém-licenciados. Os representantes das empresas receberam currículos e fizeram entrevistas.
O maior recrutador é a Noruega. "O país precisa de cerca de dez mil engenheiros nos próximos três, quatro anos. O ideal é terem entre três a cinco anos de experiência. As vagas são permanentes. Precisamos principalmente de engenheiros mecânicos, electrotécnicos, e de estruturas (para trabalhar com a construção metálica)", resume Eli Syvertsen, a conselheira Eures que esteve na feira de emprego a representar os serviços de emprego noruegueses. Eli Syvertsen faz questão de sublinhar que a Noruega não procura engenheiros para trabalhar apenas nas plataformas petrolíferas, mas também para desenho de equipamento usado na indústria ‘off shore', daí a necessidade de qualificação em trabalhar com o metal e não com o betão, como acontece com a maioria dos engenheiros civis em Portugal.
A Noruega tem uma taxa de desemprego de 2,5% e a representante da Noruega apela aos engenheiros portugueses que encaixem no perfil para se candidatarem porque poderão ter uma hipótese de trabalho. "Um engenheiro com dois anos de experiência pode esperar ganhar cerca de 50 a 60 mil euros brutos anuais, o que dá cerca de quatro a cinco mil euros mensais (fora os cerca de 30% de descontos para impostos e segurança social, que podem ter deduções e baixar alguns pontos percentuais). E basta falar inglês, que é a língua usada nestas empresas, garante a responsável.
Nos últimos anos a Noruega tem recrutado em Portugal e, neste momento, são já 600 os engenheiros portugueses a trabalhar no país. "Gostamos dos engenheiros portugueses porque são qualificados e podemos oferecer-lhes um bom salário e qualidade de vida", sublinha Eli Syvertsen.
A Aker Solutions e a FMC Technologies são as duas empresas norueguesas deste sector que estiveram presentes na feira da passada semana. A Aker tem 900 vagas e a FMC 22. "Preferimos engenheiros com mais de cinco anos de experiência e oferecemos um salário de 60 a 70 mil euros brutos/anuais", diz Mochal Pizybylski, o engenheiro polaco da Aker que esteve a atender os interessados na feira.
Na FMC, que recruta em Portugal há três anos e conta já com 40 empregados portugueses na Noruega, a experiência preferida é também de 4, 5 anos e o salário ronda os 50 mil euros brutos anuais. "Gostamos dos portugueses pela capacidade que têm de se adaptar na Noruega. Também pela atitude no trabalho", afirma Morten Hofs, que falou com os candidatos.
Dinamarca e Bélgica
Além da Noruega, também empresas ligadas à indústria do petróleo e gás estiveram directamente ou enviaram um representante a esta feira promovida pelo Eures em Portugal.
A dinamarquesa Ramboll (que trabalha em consultoria para as petrolíferas) tem 30 a 50 posições para ocupar, tanto juniores como seniores. Tem apenas um engenheiro português e, desde Maio, que procura mais.
A Dinamarca enquanto país tem 340 vagas para engenheiros de várias áreas, mas sobretudo, mais uma vez, para engenheiros mecânicos e electrotécnicos. De preferência com experiência (3 a 5 anos), embora haja vagas para recém-licenciados. "Um engenheiro recebe, em média, cerca de quatro mil euros brutos mensais de salário inicial até nove mil, quando já tem muita experiência", diz Mette Busk, consultora de recrutamento do Eures dinamarquês.
O conselheiro Eures da Bélgica veio a Portugal em representação de 13 empresas com 25 postos de trabalho disponíveis. Também estas empresas procuram engenheiros mecânicos e electrotécnicos, oferecendo salários um pouco mais baixos, entre os 2.000 e os 2.500 euros brutos mensais.
Uma conselheira Eures da Alemanha esteve também na feira à procura igualmente de engenheiros das mesmas especialidades. Rabea Malchow não quis adiantar número de vagas. Disse apenas que eram muitas e deixou um aviso: é dada preferência a quem souber alemão.
Antes de partir, aconselhe-se
Qual o custo de vida no país para onde vou trabalhar? Como escolher a escola para os meus filhos? Se quer respostas personalizadas e presenciais a este tipo de questões antes de partir para o estrangeiro, o que tem a fazer é marcar um encontro com um dos 20 conselheiro Eures distribuídos pelo país. O agendamento deve ser feito por telefone ou por email. Também pode recorrer a um conselheiro para o ajudar a escolher um país e a candidatar-se a um emprego no estrangeiro. "Trabalhar no estrangeiro - informe-se antes de partir" é o nome da campanha dos serviços de emprego europeus, a que está associado em Portugal o IEFP, que visa alertar para as adaptações que terá de fazer quando emigra: a nível cultural, de legislação laboral e sistema de protecção social, acesso à saúde e ao ensino, questões de fiscalidade, etc.
Fonte: aqui

Tem 27 anos, é engenheiro numa petrolífera em Oslo e recebe um salário líquido acima dos cinco mil euros
Veja aqui o testemunho deste jovem.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

domingo, 23 de setembro de 2012

sábado, 22 de setembro de 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos!

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respetivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respetivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e não são verificados como podem ser auditados?


6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa
reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 ? por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, ? nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc., das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respetivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....


14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS...
pertencentes ás ligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.


22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos
dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;

26. Controlar a atividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois (vejamos, p. exº., o atual PR...).

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


(Enviado por email)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sexo oral é principal causa de cancro da garganta

Veja aqui

AH! Grande Iraniana!

Iraniana agride clérigo que a mandou tapar-se

Um clérigo queixa-se de que uma mulher iraniana o agrediu depois de ele a ter avisado várias vezes para se encobrir, divulgou o site Gawker na quarta-feira.
A caminho de uma mesquita na cidade de Shahmirzad, Hojatoleslam Ali Beheshti encontrou uma mulher que não respeitava o código de vestuário no Irão e ordenou “educadamente” que ela se encobrisse correctamente.
“Tu, tapa os olhos”, respondeu a mulher. Contudo, o clérigo disse-lhe novamente para se encobrir, até a iraniana começar a insultá-lo.
“Não se encobriu e insultou-me”, queixa-se Hojatoleslam Ali Beheshti. “Pedi-lhe para não me insultar mais, mas ela começou a gritar e a ameaçar-me. Empurrou-me e eu caí de costas no chão. Depois não sei o que aconteceu, só sentia os pontapés da mulher”, contou.
Desde a Revolução Islâmica, em 1979, que as mulheres iranianas são obrigadas a respeitar um código de vestuário.
As iranianas têm de usar lenços na cabeça em público, bem como um vestuário que não acentue as suas curvas.
Hojatoleslam Ali Beheshti ficou internado no hospital durante três dias. No entanto, disse que nada o impede de fazer o seu “dever religioso”.
Fonte: aqui

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Educação dos filhos

Nunca foi fácil educar. Mas nos nossos dias creio que é ainda mais difícil. Até porque há mais intervenientes na educação. Ele são os educadores de infância, os professores, os colegas mais velhos, a televisão, a internet, etc., etc..

Mas os pais têm a última palavra e devem ter cuidado em não seguir o chamado Decálogo do Mau Educador. Deixo aqui esse Decálogo novamente:


1 – Dê tudo o que o seu filho quiser



 
2 – Ache graça quando ele disser palavrões.


3 – Nunca lhe dê orientação religiosa.

4 – Discuta e brigue na frente dele.



 
5 – Junte tudo o que ele deixar desarrumado


 
6 – Mime-o, superproteja-o e encha-o de brinquedos e dinheiro.


 
7 – Aceite ele exigir algo em troca do que fizer, como tarefa escolar, arrumar a cama em que dorme, etc.


 
8 – Dê-lhe sempre razão, colocando a culpa nos outros. Seu filho sempre tem razão, sempre está certo. Exemplo: Se ele for reprovado na escola, a culpa é dos professores.


 
9 – Seja um pai ou mãe ausente. Não acompanhe a vida dele.


 
10 – Não o elogie, não lhe dê carinho e amor.

Fonte: aqui

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Anúncio de mais austeridade afunda procura de casas e carros

O número de interessados em comprar casa caiu para metade depois do anúncio das novas medidas de austeridade. Este efeito também se sentiu no sector automóvel, mas de modo menos intenso.

“Foi uma semana que considero negra. Sinceramente, não me lembro, como empresário do ramo imobiliário, de uma semana tão difícil. Senti isso na minha empresa e mandei fazer um inquérito” representativo do imobiliário “ao nível nacional, a cerca de 60 empresas”, disse o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMI), Luís Lima, à rádio TSF.

“Ao nível de interessados, tivemos uma quebra, esta semana, de 50%. É que nem estamos a falar de concretização de negócios. Ainda é mais grave: é a nível de interessados para visitar”, apontou Luís Lima. “Em alguns casos, a compra de casa já estava decidida, mas, depois do anúncio das novas medidas de austeridade, vários clientes desistiram dos negócios” ou adiaram-nos, acrescentou.

O aumento a Taxa Social Única paga pelos trabalhadores assalariados, de 11% para 18%, e a diminuição da contribuição das empresas, tem sido a medida mais polémica das anunciadas há pouco mais de uma semana pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, numa mensagem dirigida ao país pela televisão. Além disso, também se soube que as reformas acima de 1500 euros sofrerão cortes e que haverá aumentos no IRS e várias outras medidas ainda por especificar, que deverão ser conhecidas quando for apresentado o Orçamento para 2013, e eventualmente no Rectificativo de 2012 que o Governo já disse que apresentará.

A venda de carros também diminuiu depois do anúncio das novas medidas de austeridade. Hélder Pedro, da Associação do Comércio Automóvel, disse, também à TSF, que muitos negócios foram mesmo cancelados.

“Dado o facto de se terem anunciado também novas medidas de agravamento para o sector automóvel, concretamente aquilo que foi referido, veículos de alta cilindrada, sem ser explicado que taxa é essa, que agravamento é e o que é considerado alta cilindrada, logo nesse dia, muitos clientes que tinham negócio para fechar recuaram, dizendo às empresas que iriam aguardar até haver esclarecimento cabal dessa medida, dessa informação”, explicou.

Mobiliário também afectado

O presidente da Associação das Indústrias da Madeira e Mobiliário de Portugal, Vítor Poças, também disse à TSF que a procura no sector sofreu uma quebra.

“A informação que temos neste momento dos nossos associados vai no sentido de que as lojas tradicionais de rua, e também de hipermercado, sentiram uma queda relativamente elevada, na casa dos 20% a 30%, na procura por parte dos clientes, designadamente, de mobiliário que se destina a classe média ou média-baixa”.

No segmento de mobiliário de qualidade, que tem menos clientes, a situação não se alterou.
Fonte: aqui

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Certidões de óbito na Net

Os médicos deverão começar a substituir o registo em papel das certidões de óbito por inscrições numa plataforma da Internet, a partir deste mês, o que permitirá um rápido e permanente acompanhamento dos óbitos e suas causas.

No passado dia 03 de abril, foi publicada, em Diário da República, a nova lei que cria e regula o Sistema de Informação dos Certificados de Óbito, estando previsto para este mês um "período experimental" definido no diploma.

Os objectivos desta lei são a desmaterialização dos certificados de óbito, o tratamento estatístico das causas de morte e a actualização da base de dados de utentes do Serviço Nacional de Saúde e do correspondente número de identificação, atribuído no âmbito do registo nacional de utentes (RNU).

O sistema actual de certificação de óbitos em Portugal tem mais de um século de existência e não permite fazer análises precisas das causas de morte.

Por altura da publicação da lei, o director-geral da Saúde, Francisco George, explicou os "imensos benefícios" que serão alcançados "no plano da análise de informações que se referem às causas de mortalidade", uma vez que apenas os médicos vão passar a preencher os certificados de óbito numa plataforma electrónica.

Essa plataforma é assumida pelos serviços da direcção-geral da Saúde e permitem acelerar todos os aspectos que dizem respeito à análise da mortalidade em Portugal, sublinhou na altura.
Fonte: aqui

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Carta ao primeiro-ministro

Sr. primeiro-ministro, os portugueses não podem ser cobaias de terapias económicas nunca antes testadas. Os portugueses, sr. primeiro-ministro, formam um povo dócil, ordeiro, trabalhador. Mas tais virtudes – ou agora volveram defeitos? – não legitimam uma troika tecnocrata para, através de si, apertar ainda mais o garrote que estrangula os milhões de famílias dos trabalhadores do País.                       

Sr. primeiro-ministro, o seu ministro das Finanças falha previsões em mais de 1,5 mil milhões em 2012, e o sr. primeiro-ministro passa agora a ser cúmplice de um erro ainda maior para 2013. O que acha o sr. primeiro-ministro que irá acontecer à procura interna com a penúria a que condena ainda mais as famílias? O senhor e o seu ministro das Finanças - que viu IVA e outros impostos minguarem, apesar da carga confiscatória que já atingem, enquanto os custos do desemprego sobem em flecha - conseguem prever o que será deste País em 2013?
Não tenha dúvidas - o coma a que as suas medidas brutais induzem a procura interna vai trazer falências, despedimentos, miséria em catadupa. Os 5,5 mil milhões que visa obter com esta insanidade política desenham sobre os céus de Portugal, em cego galope, dois cavaleiros do apocalipse. Fome e Morte, em sentido literal.
Sr. primeiro-ministro, quem só percebe de Finanças não percebe nada de Economia e não está habilitado a conduzir um Povo. A política não é a arte de dizer que sim a um bando de especialistas em agiotagem, enquanto se fustigam milhões de cidadãos honestos, inocentes e indefesos. Sabemos, sr. primeiro-ministro, que não foi o seu Governo que nos trouxe até aqui. O monstro, esse Estado gordo em alegre comezaina com vários níveis de corrupção, não é obra sua. Mas não há solução neste caminho que impõe. O mesmo Estado, com os mesmos tiques - que reformas já fez na Justiça, sr. primeiro-ministro? O que há de novo na área da transparência?-, lança-se sobre os cidadãos e alimenta-se das últimas réstias de rendimento disponível. Devora liberdade, felicidade e vida.
Política, sr. primeiro-ministro, seria a capacidade de usar o ímpar comportamento cívico dos portugueses para renegociar os juros da dívida do seu Estado vicioso. Patamares aceitáveis estão na casa dos 2%. Que ainda assim seriam o dobro do que o BCE exige à Banca.
Sr. primeiro-ministro, um juro razoável, na imensa dívida pública, libertaria igual verba anual do que esta seca maldição que lançou sobre o seu Povo.
Se o senhor apagar a luz no fundo do túnel, o túnel vai virar poço.
Editorial do Correio da Manhã de hoje

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ministro das Finanças disse hoje na SIC que o Orçamento para 2013 não trará "quaisquer surpresas".

Vítor Gaspar sinalizou esta noite que do Orçamento para o próximo ano não constará medidas de austeridade além das anunciadas nos últimos dias. "Eu esperaria que o Orçamento para 2013 não traga quaisquer surpresas", assegurou o governante, reforçando que "as medidas que foram anunciadas hoje (veja  aqui) são suficientes para conseguir os efeitos esperados" e foram criadas para responder "a ventos contrários de grande relevância" relacionados "com as características do próprio processo de ajustamento, mas também com a crise global".
Questionado sobre se apresentará a sua demissão se as medidas se revelarem insuficientes para chegar às novas metas - défices de 5% este ano, 4,5% no próximo e de 2,5% em 2014 - , Gaspar responde ser "grande partidário de assumir as minhas responsabilidades" mas sublinha ao mesmo tempo que "as previsões económicas são falíveis e não faz sentido colocar a questão nesses termos".
Em entrevista à SIC, o governante saiu em defesa do corte da taxa social única (TSU), apelou às empresas para repercutirem essa poupança nos preços cobrados aos consumidores e reconheceu o atraso nas renegociações das Parcerias Público Privadas (PPP).
Sobre o corte da TSU, Gaspar refutou que a medida foi uma exigência da ‘troika' como moeda de troca a mais um ano para cumprir as metas do défice - "não existe qualquer relação entre uma coisa e outra" -, e reiterou que será criado "um mecanismo de forma a ser garantido que estes recursos ficam na empresa e não são distribuídos aos seus accionistas e proprietários".
Questionado sobre se a medida terá efeitos nos preços em bens como a electricidade, o ministro das Finanças replicou dizendo que "há sectores que não dependem directamente do governo" e deixou ainda um apelo, primeiro às empresas e depois aos reguladores, para que a poupança com a TSU tenha repercussões nos preços cobrados ao consumidor, uma diminuição que classificou de "crucial".
Na mesma entrevista, Gaspar admitiu algum atraso na renegociação das PPP. "Deve-se actuar o mais depressa possível. Num mundo ideal teria sido possível realizar progressos mais rapidamente do que conseguimos. Queremos conseguir os resultados tão cedo quanto possível, não foi possível até agora avançar mais depressa", argumentou num assunto com relação directa com o Ministério de Álvaro Santos Pereira.
Fonte: aqui

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Renault ofereceu um carro elétrico ao Papa

 
Notícia do DN de hoje
 
 

A alemã Mercedes já prepara um papamóvel híbrido.
Fonte: aqui

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A cerveja faz barriga?


Um grupo de estudiosos britânicos e checos realizou um estudo que abrangeu mais de 2.000 amantes da cerveja checos (de acordo com as estatísticas, a República Checa tem o maior consumo per capita anual de cerveja) e concluiu que não há ligação entre a quantidade de cerveja consumida e os volumes da cintura dos participantes.
Álcool a mais fará sempre mal, independentemente da forma como é ingerido, mas em quantidades moderadas pode, na verdade, ser benéfico para a saúde. Já o sabíamos em relação ao vinho, por exemplo, e um novo estudo vem revelar o mesmo em relação à cerveja.
Segundo uma pesquisa efectuada em Espanha, consumida em doses recomendadas (dois copos por dia para os homens, um para as mulheres), a cerveja ajuda a combater e prevenir problemas cardiovasculares, retarda os sinais de envelhecimento, reforça o sistema imunitário e até mesmo a força dos ossos.
Luis Serra, médico especialista em Nutrição, Medicina Preventiva e Saúde Pública, garante ainda que «a ideia de que a cerveja engorda é apenas um mito», salientando que, na verdade, os atletas até a preferem como medida de hidratação, devido aos outros benefícios.

Fonte: aqui
 


 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Hormonas ajudam a explicar diferenças na visão de homens e mulheres

Um grupo de investigadores dos Estados Unidos concluiu que os homens conseguem ver melhor pequenos detalhes e respondem mais rapidamente a pequenos estímulos de movimento, mas as mulheres são melhores a fazer a distinção de cores.

A diferença na visão está relacionada com as hormonas sexuais nos homens e nas mulheres
A diferença na visão está relacionada com as hormonas
sexuais nos homens e nas mulheres (Pedro Cunha (arquiv
 
O estudo, feito com 36 mulheres e 16 homens com idades entre os 16 e os 38 anos, todos com visão “normal” foi publicado esta semana na revista Biology of Sex Differences . A equipa envolvida no projecto concluiu que na visão, tal como nos outros sentidos, há diferenças significativas entre homens e mulheres.

Dito desta forma, não parece muito surpreendente. Aliás, o facto de os homens terem melhor visão espacial e as mulheres uma melhor visão periférica é um assunto que tem sido amplamente explorado com o recurso ao famoso exemplo das incapacidade do homem em encontrar algo no frigorifico e das dificuldades da mulher atrás de um volante. Porém, desta vez os investigadores focaram-se na capacidade para distinguir cores e na detecção de pormenores, aptidões que estarão relacionadas com a quantidade de hormonas sexuais no cérebro.

Os participantes, todos voluntários, realizaram exercícios de visão, durante 15 sessões de uma hora cada. Em cada exercício tinham de descrever o que viam. Os resultados confirmam que os homens são menos capazes de distinguir cores, mas mais rápidos a responder a estímulos de movimentos de imagem e mais capazes de identificar pormenores.

Esta diferença de visão está relacionada com a quantidade de receptores de hormonas sexuais masculinas (androgénio), no cérebro. A hormona sexual é responsável pelo desenvolvimento, na fase embrionária, dos neurónios do córtex visual, local onde são processadas as imagens, o que faz com que os homens tenham 25% mais desses neurónios do que as mulheres. “Tal como se verifica noutros sentidos, como a audição ou o olfacto, há diferenças claras na visão entre homens e mulheres. Os elementos que medimos são determinados pelo número de neurónios (talamicos) no córtex visual e como esses neurónios são produzidos durante a fase embrionária, pensamos que a testosterona, tenha um papel importante nestas diferenças” diz Israel Abramov, líder do estudo, citado no comunicado de imprensa da BioMed Central.

Segundo o artigo científico, pode ser razoável concluir que estamos perante diferenças adaptativas e que dependendo das necessidades de cada género, assim foram desenvolvidas as capacidades. “Os homens, caçadores, teriam de detectar e identificar possíveis predadores ou presas ao longe” lê-se. Já as mulheres estavam atentas a objectos próximos e quase sempre estáticos, daí conseguirem melhores resultados em identificação das cores.
Fonte:  aqui

terça-feira, 4 de setembro de 2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Cerca de 300 ataques de cães em cinco anos

Perto de 300 ataques de cães perigosos a pessoas foram registados nos últimos cinco anos, em Portugal, onde estão inscritos cerca de 16 mil cães de raças potencialmente perigosas, segundo dados oficiais.
Os cães autores destas agressões podem, ou não, constar da lista das sete raças potencialmente perigosas, uma vez que "qualquer cão que agrediu é considerado, a partir dessa data, como perigoso", segundo esclareceu a Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
Dados deste organismo do Ministério da Agricultura, a que a agência Lusa teve acesso, revelam que, desde que foi criada uma base de dados nacional, em 2007, foram registados 54 episódios de agressão por cães a outros animais e 279 agressões a humanos.
Nesta base constam ainda 1.437 animais registados como "perigosos", por terem agredido animais ou pessoas, ou porque "assim foram considerados pelas autoridades competentes ou voluntariamente definidos pelos seus detentores".
Na DGAV estão igualmente registados 15.662 cães de raças potencialmente perigosas - cão de fila brasileiro, dogue argentino, pit bull terrier, rottweiler, stafforshire terrier americano, staffordshire bull terrier e tosa inu - conforme obriga a legislação (Portaria 422/2004).
Segundo este organismo, o distrito de Lisboa é a zona do país com maior número de cães potencialmente perigosos registados, logo seguida das zonas do Porto, Setúbal e Faro.
Desde 2010 que os donos destes animais têm de respeitar um conjunto de obrigações que passam pela existência de um termo de responsabilidade, um certificado do registo criminal ou um seguro de responsabilidade civil.
Fonte: aqui