sábado, 29 de dezembro de 2012

Ano novo para todos


Curto ensaio poético para o último fim de semana do ano de 2012 às portas do novo ano 2013 que se abrem para nós com esperança...
Sei que vislumbro mais um que se vai
Na aurora do tempo novo que já vem.
Ah, quisera sentir a paz e o sonho
Na sequência da esperança que ponho
Nesta etapa dito em ano que vejo aqui e além.

Nesta feliz convenção, sereno sem medo
Porque dele sabemos todos da prisão.
No fogo interior rebento em festa
Aquele que no estalo não mata, alegra
E na terra cai a semente o dom que será pão.

Eis-nos diante do incerto ano agora novo
Que este dia reserva em solene passagem.
Na alegria agora e sempre os nobres afazeres
O que temos e o que somos? - São mil, os dizeres
Como quem se prepara antes para a viagem.

Neste fim ressuscito no outro começo
Numa fé em saúde e paz é o que peço.
Não sei viver outro modo um ano novo
Só sinto como sente a alma do povo
A coragem que neste poema ofereço.

Ano novo é festa
A paz e o amor nos dará.
Quem sempre busca a força
No trabalho digno a vontade nos trará.
Mesmo que a dor
Diga presente no som.
Mas nada será o fim
Quando faço da vida um dom
Que na alma do tempo Deus fez para mim.

Bom ano para todos! - É o que dizemos...

Não posso, não quero o lamento do que foi
E não temo o que virá.
Entre o que vai e vem
Seduz-me a maravilha da vida
Que Deus humanado me dá...
José Luís Rodrigues
Fonte: aqui

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Pessoas com «mau feitio» vivem mais anos

Veja aqui o vídeo.
http://video.pt.msn.com/watch/video/pessoas-com-mau-feitio-vivem-mais-anos/295uawudr?from=

Pastorícia

Fala-se sempre do bom pastor para designar o chefe da Igreja. Mas Jesus, outrora, dirigia-se a pastores ou filhos de pastores. E estes compreendiam a sua linguagem. Hoje, vejo-o [o Papa] mais como o primeiro da fila. Ser ovelhas, como destino, para os nossos contemporâneos, não é lá muito exaltante.

Abbé Pierre, 1991

Fonte: aqui

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Coitada da árvore!


Ainda cá falta a oposição!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O mundo vai mesmo acabar... Mas ainda não é amanhã

Profecias à parte, um dia, o mundo vai mesmo acabar. O fim pode vir do espaço, da própria Terra ou até ser causado pelo Homem. Conheça os cenários científicos.

Desde o seu aparecimento, há 3,5 mil milhões de anos, a vida na Terra tem sido sucessivamente ameaçada. Nos períodos de extinção em massa, ainda não se sabe bem porquê, desapareceram mais de 75% das espécies que viviam no nosso Planeta. Os dinossauros são apenas as vítimas mais famosas desses períodos em que a Terra se tornou num lugar estranho à vida. Conheça algumas previsões dos cientistas para o fim deste sítio a que chamamos casa.

Ler mais: aqui

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Há alguns incompetentes, mas poucos inocentes

O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado?

Como caixa de ressonância daqueles que de quem é porta-voz (tendo há muito deixado de ter voz própria), o presidente da Comissão Europeia,
o português Durão Barroso, veio alinhar-se com os conselhos da troika sobre Portugal: não há outro caminho que não o de seguir a “solução”
da austeridade e acelerar as “reformas estruturais” ? descer os custos salariais, liberalizar mais ainda os despedimentos e diminuir o alcance do subsídio de desemprego. Que o trio formado pelo careca, o etíope e o alemão ignorem que em Portugal se está a oferecer 650 euros de ordenado a um engenheiro electrotécnico falando três línguas estrangeiras ou 580 euros a um dentista em horário completo é mais ou menos compreensível para quem os portugueses são uma abstracção matemática. Mas que um português, colocado nos altos círculos europeus e instalado nos seus hábitos, também ache que um dos nossos problemas principais são os ordenados elevados, já não é admissível.
Lembremo-nos disto quando ele por aí vier candidatar-se a Presidente
da República.


Durão Barroso é uma espécie de cata-vento da impotência e incompetência dos dirigentes europeus. Todas as semanas ele cheira o vento e vira-se para o lado de onde ele sopra: se os srs. Monti, Draghi, Van Rompuy se mostram vagamente preocupados com o crescimento e o emprego, lá, no alto do edifício europeu, o cata-vento aponta a direcção; se, porém, na semana seguinte, os mesmos senhores mais a srª Merkel repetem que não há vida sem austeridade, recessão e desemprego, o cata-vento vira 180 graus e passa a indicar a direcção oposta.
Quando um dia se fizer a triste história destes anos de suicídio europeu, haveremos de perguntar como é que a Europa foi governada e destruída por um clube fechado de irresponsáveis, sem uma direcção, uma ideia, um projecto lógico. Como é que se começou por brincar ao directório castigador para com a Grécia para acabar a fazer implodir tudo em volta. Como é que se conseguiu levar a Lei de Murphy até ao absoluto, fazendo com que tudo o que podia correr mal tivesse corrido mal: o contágio do subprime americano na banca europeia, que era afirmadamente inviável e que estoirou com a Islândia e a Irlanda e colocou a Inglaterra de joelhos; a falência final da Grécia, submetida a um castigo tão exemplar e tão inteligente que só lhe restou a alternativa de negociar com as máfias russas e as Three Gorges chinesas; como é que a tão longamente prevista explosão da bolha imobiliária espanhola acabou por rebentar na cara dos que juravam que a Espanha aguentaria isso e muito mais; como é que as agências de notação, os mercados e a Goldman Sachs puderam livremente atacar a
dívida soberana de todos os Estados europeus, excepto a Alemanha, numa estratégia concertada de cerco ao euro, que finalmente tornou toda a Europa insolvente. Ou como é que um pequeno país, como Portugal, experimentou uma receita jamais vista ? a de tentar salvar as finanças públicas através da ruína da economia ? e que, oh, espanto, produziu o resultado mais provável: arruinou uma coisa e outra. E como é que, no final de tudo isto, as periferias implodiram e só o centro ? isto é, a Alemanha e seus satélites ? se viu coberto de mercadorias que os seus parceiros europeus não tinham como comprar e atulhado em triliões de euros depositados pelos pobres e desesperados e que lhes puderam servir para comprar tudo, desde as ilhas gregas à água que os portugueses bebiam.

Deixemos os grandes senhores da Europa entregues à sua irrecuperável estupidez e detenhamo-nos sobre o nosso pequeno e infeliz exemplo, que nos serve para perceber que nada aconteceu por acaso, mas sim porque umas vezes a incompetência foi demasiada e outras a inocência foi de menos.


O que podemos nós pensar quando o ex-ministro Teixeira dos Santos ainda consegue jurar que havia um risco sistémico de contágio se não se nacionalizasse aquele covil de bandidos do BPN? Será que todo o restante sistema bancário também assentava na fraude, na evasão fiscal, nos negócios inconfessáveis para amigos, nos bancos-fantasmas em Cabo Verde para esconder dinheiro e toda a restante série de traficâncias que de há muito - de há muito! - se sabia existirem no BPN? E como, com que fundamento, com que ciência, pode continuar a sustentar que a alternativa de encerrar, pura e simplesmente, aquele vão de escada “faria recuar a conomia 4%”? Ou que era previsível que a conta da nacionalização para os contribuintes não fosse além dos 700 milhões de euros?
O que poderemos nós pensar quando descobrimos que à despesa declarada e à dívida ocultada pelo dr. Jardim ainda há a somar as facturas escondidas debaixo do tapete, emitidas pelos empreiteiros amigos da “autonomia” e a quem ele prometia conseguir pagar, assim que os ventos de Lisboa lhe soprassem mais favoravelmente?

O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado? Como poderíamos adivinhar que havia uns contratos secretos, escondidos do Tribunal de Contas, em que o Estado garantia aos concessionários das PPP que ganhariam sempre X sem portagens e X+Y com portagens? Mas como poderíamos adivinhá-lo se nos dizem sempre que o Estado tem de recorrer aos serviços de escritórios privados de advocacia (sempre os mesmos), porque, entre os milhares de juristas dos quadros públicos, não há uma meia dúzia que consiga redigir um contrato em que o Estado não seja sempre comido por parvo?


A troika quer reformas estruturais? Ora, imponha ao Governo que faça uma lei retroactiva - sim, retroactiva - que declare a nulidade e renegociação de todos os contratos celebrados pelo Estado com privados em que seja manifesto e reconhecido pelo Tribunal de Contas que só o Estado assumiu riscos, encaixou prejuízos sem orrespondência com o negócio e fez figura de anjinho. A Constituição não deixa? Ok, estabeleça-se um imposto extraordinário de 99,9% sobre os lucros excessivos dos contratos de PPP ou outros celebrados com o Estado. Eu conheço vários.

Quer outra reforma, não sei se estrutural ou conjuntural, mas, pelo menos, moral? Obrigue os bancos a aplicarem todo o dinheiro que vão buscar ao BCE a 1% de juros no financiamento da economia e das empresas viáveis e não em autocapitalização, para taparem os buracos dos negócios de favor e de influência que andaram a financiar aos grupos amigos.


Mais uma? Escrevam uma lei que estabeleça que todas as empresas de construção civil, que estão paradas por falta de obras e a despedir às dezenas de milhares, se possam dedicar à recuperação e remodelação do património urbano, público ou privado, pagando 0% de IRC nessas obras.
Bruxelas não deixa? Deixa a Holanda ter um IRC que atrai para lá a sede das nossas empresas do PSI-20, mas não nos deixa baixar parte dos impostos às nossas empresas, numa situação de emergência? OK, Bruxelas que mande então fechar as empresas e despedir os trabalhadores.
Cumpra-se a lei!

Outra? Proíbam as privatizações feitas segundo o modelo em moda, que consiste em privatizar a parte das empresas que dá lucro e deixar as “imparidades” a cargo do Estado: quem quiser comprar leva tudo ou não leva nada. E, já agora, que a operação financeira seja obrigatoriamente conduzida pela Caixa Geral de Depósitos (não é para isso que temos um banco público, por enquanto?). O quê, a Caixa não tem vocação ou aptidão para isso? Não me digam! Então, os administradores são pagos como privados, fazem negócios com os grandes grupos privados, até compram acções dos bancos privados e não são capazes de fazer o que os privados fazem? E, quanto à engenharia jurídica, atenta a reiterada falta de vocação e de aptidão dos serviços contratados em outsourcing para defenderem os interesses do cliente Estado, a troika que nos mande uma equipa de juristas para ensinar como se faz.

Tenho muitas mais ideias, algumas tão ingénuas como estas, mas nenhumas tão prejudiciais como aquelas com que nos têm governado. A próxima vez que o careca, o etíope e o alemão cá vierem, estou disponível para tomar um cafezinho com eles no Ritz. Pago eu, porque não tenho dinheiro para os juros que eles cobram se lhes ficar a dever.

Miguel Sousa Tavares


domingo, 16 de dezembro de 2012

“OU VIVEMOS TODOS JUNTOS COMO IRMÃOS OU MORREMOS TODOS JUNTOS COMO IDIOTAS! (Dr. Martin Luther King)

 "Nós estamos abrindo as portas, as conseqüências cairão sobre nossos descendentes".  

REUNIÃO DE ASSISTENTES RELIGIOSOS DE PRISÕES DOS ESTADOS UNIDOS
 
CONCLUSÕES DA REUNIÃO:
·A religião muçulmana, é a que mais cresce em número nos Estados Unidos, especialmente nos grupos minoritários.
 
·No mês passado, assisti a uma classe de treinamento, para manter as minhas condições de segurança no departamento de prisões do estado.
·Durante a reunião, foram apresentados três dos intervenientes que dissertaram sobre o tema: Um sacerdote católico, um pastor protestante e um imã muçulmano, que nos deram diversas explicações. Na minha qualidade de capelão, interessava-me sobretudo o que o imã islâmico diria.
·O imã, fez uma completa e detalhada apresentação da sua religião de base do islamismo, apresentando inclusive alguns vídeos.
·Depois das apresentações, foi concedido um tempo para perguntas e respostas.
·Quando chegou à minha vez, perguntei ao imã:


·Por favor, corrija-me se me equivoco, mas segundo entendo, a maioria dos imãs e clérigos do islão, declararam a “JIHAD” (guerra santa), contra os infiéis de todo o mundo. De modo que matando um infiel, que é uma ordem para todos os muçulmanos, têm assegurado um lugar no céu. Se assim é... pode dar-me uma definição de infiel?
·Sem discutir minhas palavras, o imã disse: “São os não crentes”.
·Questionei: Permita assegurar-me que o entendi bem: A todos os seguidores de Álá, é-lhes ordenado que matem a todo aquele que não é da sua fé, para poderem ir para o céu? Está correto?
·A expressão da sua cara mudou de uma autoridade para a de uma criança apanhada em flagrante a ir à caixa das bolachas. Com ar envergonhado respondeu: ASSIM É!
·Acrescentei: pois bem senhor imã, tenho um verdadeiro problema quando imagino se o Papa Bento XVI ordenasse a todos os católicos que matassem todos os muçulmanos e que o Dr. Stanley ordenasse a todos os protestante que fizessem o mesmo para também poderem ir para o céu...
·O imã ficou mudo.
·Continuei: Também estou com um problema que é ser seu amigo, quando o senhor e os seus colegas, dizem aos seus pupilos que me matem. O que preferiria o senhor: a Álá que lhe ordena matar-me para poder ir para o céu ou a Jesus que me ordena amá-lo, para que eu vá para o céu e que o leve comigo.
·Podia-se ouvir cair uma agulha no chão de tanto silêncio, quando o imã inclinou a cabeça de vergonha.
Rick Mathes – Capelão de prisões (USA)






sábado, 15 de dezembro de 2012

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

OUTROS CRIMES HORRÍVEIS

A pedofilia é um crime horrendo e monstruoso, seja quem for que o cometa e seja quem for a vítima.
Mas existem muitos mais crimes horrendos e monstruosos contra as crianças. Infelizmente.
Não é um crime horrendo e monstruoso o rapto de crianças para as redes de prostituição, droga, tráfego de órgãos?
Não é um crime horrendo e monstruoso o recrutamento de crianças para a guerra onde são "carne para canhão"?
Não é um crime horrendo e monstruoso que a sociedade mundial deixe morrer à fome milhares e milhares de crianças quando se desperdiçam milhões de toneladas de comida?
Não é um crime horrendo a captação de crianças para serem industriadas e depois enviadas para o mundo do crime, do roubo e do tráfego?
Não é crime a deseducação de crianças em tantos lares desestruturados onde crescem vazias de valores, mas cheias de maus vícios?
Não é criminoso não educar as crianças? - " Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos."-  Pitágoras
Não é crime horrível proibir uma pessoa de nascer? Pensemos no Holocausto moderno, o aborto...

Mas além da pedofilia, que ressonância têm nos meios de comunicação social estes outros crimes horríveis?

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A CANELA - 2


A canela pode ser acrescentada na maioria das receitas de culinária. Ela é muito eficaz no combate à indigestão, náuseas, vómitos, mal-estar estomacal, diarreia e flatulência. É muito útil na eliminação do gás do estômago e dos intestinos.
Esta especiaria contém compostos antiinflamatórios que podem ser úteis na redução da dor e da inflamação associados a artrites.

 
Por outro lado as pessoas que comem canela têm menor propensão a desenvolver infecções de vias urinárias. A canela é diurética por natureza e ajuda na secreção e na eliminação da urina.
Um composto encontrado na canela chamado cinamaldeído apresenta propriedades antivirais, antibacterianas e antifúngicas. Por outro lado ajuda na função das plaquetas do sangue.
A canela é um agente que actua para aumentar a circulação. Esta circulação de sangue ajuda na eliminação de dor. A boa circulação de sangue também assegura o abastecimento de oxigénio às células de corpo que levam a uma actividade metabólica mais alta.
A canela alivia as dores e o mal-estar mas deve-se tomar cuidado, pois consumir canela demais pode aumentar a tensão arterial. As mulheres grávidas não a devem utilizar.
Fonte:aqui

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Estudante acorda em pânico após pesadelo na sala de aula

video
Há alunos que não conseguem conter a sonolência e até adormecem na sala de aula. No entanto, a ‘soneca’ pode acabar num desconfortável pesadelo…
Foi o que se passou com um estudante da Universidade Stony Brook, em Nova Iorque, que adormeceu profundamente na primeira fila do auditório. O professor decidiu meter-se com o aluno, simulando estar a ressonar.
Contudo, quando acorda, o jovem tem uma reacção de pânico, chegando a levantar-se do seu lugar. Em resposta, o professor reagiu com humor: “É bom que não durmas durante o exame”, disse.
A cena foi filmada e partilhada imediatamente nas redes sociais. O estudante não vai, por isso, esquecer-se desta ‘soneca’ tão cedo…
Fonte: aqui

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

sábado, 8 de dezembro de 2012

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Notícias de toda a parte

A água
Ainda é pouca. No último dia de Novembro, as barragens das principais bacias hidrográficas do Norte registam fracos valores de armazenamento.
A bacia do Douro contabiliza 48%, quando o habitual neste mês é de 61%. No Lima, a situação é mais preocupante com um armazenamento de 29%. O valor mais baixo do País.

Abandono de bebés
– 25 recém-nascidos foram deixados pelas mães no Hospital Amadora-Sintra. O Hospital de S.João, no Porto, recebeu 12 bebés na mesma situação.
O "Correio da Manhã" escreve que o número de recém-nascidos abandonados no Hospital de Amadora-Sintra duplicou em apenas um ano. De acordo com dados revelados pela unidade de saúde, no ano passado foram 12 os bebés rejeitados pelas mães, geralmente após o parto, número que subiu para 25 este ano.

Professores
– Portugal é o país do euro em que os encargos com professores mais pesam no total de despesa com educação. Ao todo, 80% da despesa total com os ensinos primário, básico e secundário é canalizada para pagar salários do pessoal docente. Os dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) mostram que a explicação não está nos salários altos, mas antes no número de docentes.A esperança de vida
Nos países da União Europeia aumentou mais de seis anos em duas décadas, mostra o último relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), há dias divulgado. Em média, as mulheres da UE vivem até aos 81,7 anos e os homens até aos 75,3 anos.
Portugal está acima da média comunitária, em 16º lugar: à nascença, a esperança de vida das portuguesas é de 82,6 anos e dos portugueses 76,5.

As exportações de vinhos
portugueses cresceram 9,9% no primeiro semestre deste ano face ao período homólogo de 2011, atingindo os 304,3 milhões de euros, disse à Lusa o presidente da ViniPortugal, Jorge Monteiro.
Em termos interanuais, ou seja, os 12 meses até junho deste ano, o crescimento das exportações de vinhos nacionais atinge os 9,4%, de acordo com o presidente da associação responsável pela promoção dos vinhos no mercado interno e externo.

Nem tudo é mau
– Com a requisição de autocarros por câmaras ou agências de viagem a cair em toda a linha – e perante o aumento de 26% do preço do gasóleo no último ano – os vários protestos contra as medidas de austeridade impostas pela troika e pelo Governo tornaram-se, para as empresas de aluguer ocasional de autocarros, uma autêntica "lufada de ar fresco". Este segmento é o único do sector rodoviário de transporte pesado de passageiros que sente melhorias, com cada vez mais contestatários a deslocarem-se a Lisboa e a outros centros de poder.

Fonte: aqui

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O POVO VIVEU ACIMA DAS SUAS POSSIBILIDADES ???

Zé do Tijolo resolveu fazer uma vivenda . Com as poupanças de uma vida de trabalho e uns dinheiritos que recebeu da herança dos seus sogros satisfez o sonho compartilhado com a mulher.

Pagou 23 % de IVA sobre os materiais , pagou as certidões das Finanças e da Conservatória , pagou o Imposto de Transacções , pagou o imposto de selo , pagou a Escritura e respectivo registo, pagou a ligação da água e da electricidade , pagou à Câmara as licenças, etc. etc. etc.

Apesar de ter perdido tanto tempo para pagar todos estes impostos ao Estado e de ter de pagar ainda durante toda a vida uma renda chamada IMI ,ficou de sorriso rasgado ao olhar para a sua bela casinha. O seu esforço , os muitos sacríficios e privações tinham valido a pena : tinha um teto a que podia chamar seu... Qual não é o seu espanto quando houve um comentador de economia na TV, sujeito engravatado e bem falante, dizer o seguinte:
- o país está nesta grave crise porque os portugueses gastaram demais , construíram demasiadas moradias, por isso os sacrifícios impostos pela Troika , blá, blá, blá...

Zé do Tijolo sentiu-se um Zé do Calhau ! Sempre tinha pensado que tinha feito a sua casinha com o seu próprio dinheiro e nem um tostão tinha pedido ao Estado ! Era tão idiota , tão imbecil que chegara mesmo a pensar , dada a enorme panóplia de impostos que tinha liquidado ao Estado, que esse mesmo Estado devia estar agradecido pela sua contribuição.

Este importante catedrático de economia veio-lhe abrir os olhos. Afinal o dinheiro que tinha penosamente poupado ao longo da vida não era seu...nem o dinheiro da herançazita ...porque se fosse realmente seu como poderia ser responsável pela crise do país ?

Zé do Tijolo sentiu uma enorme vergonha e remorso por ter feito o imóvel e ter dado trabalho e dinheiro a ganhar a tantas artes, provocando , segundo a tal sumidade catedrática , a bancarrota do seu país adorado.

O sorriso rasgado do Zé do Tijolo transformou-se num esgar : era ladrão... tinha roubado a pátria lusa e vivido acima das suas possibilidades...!?!?

O Manel Fangio vestiu-se com primor . Pegou no filho de 18 meses ao colo e acompanhado da mulher dirigiu-se ao Stand no centro da cidade. Ia ansioso e não via a hora de sentar o seu fiofó naquele sonhado Renault Clio prateado . Deu um longo suspiro de satisfação.

Não mais teria que conduzir a velha e ruidosa motorizada , com a proa empinada pelo peso dos nadegueiros roliços da companheira grávida , obrigando-o a um equilibrismo de artista circense.

O pior era o inverno , chuva e gelo , quando tinha de levar e trazer o rebento do infantário .

Cortava-lhe o coração sujeitar o filho a tais condições e tremia de medo só de imaginar um acidente, que andava sempre à espreita . Águas passadas : agora tinha um popó que poderia chamar seu. Bem , não era mesmo seu porque pedira emprestado ao banco uma parte do dinheiro e só após 48 prestações mensais poderia ficar registado como sua propriedade.

Manel Fangio , assinou ansioso os documentos : o ISV , o IVA , o IUC , o seguro e o registo provisório.

Agora era rodar a chave , parar na estação se serviço e abastecer de combustível . Ufa ! Achou caro : o funcionário argumentou que sobre o preço do litro incidia um imposto para o Estado de 58 %, repartido pelo ISP e IVA.

Bem...não havia nada a fazer : era pagar e "não bufar" porque se bufasse estava sujeito a acelerar a evaporação do precioso líquido. Apanhou a SCUT e escutou nos pórticos um piar . Não , não era o chilrear de uma ave a repousar do vôo. Era a electrónica a zelar pelo erário público...

Enfim, chegou a casa. Ligou a "caixa que mudou o mundo" e escuta o perorar papagueado de um anafado comentador político , que dizia :
- o país está na bancarrota porque o povo viveu acima das suas possibilidades reais , compraram-se muitas viaturas , agora é preciso pagar a factura e aceitar a austeridade , blá , blá , blá...

Manel Fangio escorregou do sofá . Tinha, de facto , pedido dinheiro ao banco para pagar o automóvel , tinha pago do seu bolso todos os impostos inerentes ao Estado , nunca lhe passou pela "cachimónia" ,nem se lembrava, de ter pedido dinheiro ao dito Estado para comprar o veículo !!! Como poderia ser responsável pela crise do país ?

Bem...este lustroso político , licenciado em economia ainda muito jovem , com apenas 37 anos , possuidor de uma retórica invejável não podia estar enganado...era um doutor...

O sorriso de satisfação do Manel Fangio murchou: era um corrécio...tinha esbulhado a ditosa pátria muito amada , levando com o seu escandaloso dislate rodoviário o país à ruptura financeira...

Os pecados implicam penitências. Manel Fangio e sua família , incluindo o rebento e o que estava para rebentar , teriam que pagar durante décadas e com "língua de palmo" pelo crime da exuberância de ter passado da motorizada para o Clio.

como sou burro...
como sou jumento...
como sou asno...
como sou solípede...
como sou cavalgadura...
como sou asinino..
como sou jegue...
como sou azémola...
como sou alimária...
como sou tudo isso e muito mais...
e com a jeriquisse crónica de que sou feliz portador ou contemplado, pergunto :

O Zé do Tijolo e o Manel Fangio pediram algum dinheiro ao Estado ?

Viveram acima das suas possibilidades ou viveram com as suas possibilidades ?

Como podem ser criticados ou responsabilizados pelos médias ( apetecia-me dizer merdas...) pela crise que o país atravessa ?

O dinheiro não era deles ? e não podiam fazer com o seu dinheiro o que muito bem desejassem ?

Não pagaram, para além disso , uma imensidade de impostos ?

Em resumo: quando vejo os economistas residentes e afins ,a justificar a austeridade com o argumento de que o povo foi despesista ( para branquear a corrupção endémica dos políticos ), apetece-me mandá-los apanhar ...e só não mando porque não quero matar alguns com mimos...

El Jerico assanhado
Fonte: aqui

Marido sofre! E como sofre!!!

A esposa acompanha o marido ao consultório médico...

Depois de ser atendido, o médico chama a esposa reservadamente e diz:
...
- Seu marido está com stress profundo. A situação é delicada, e se a senhora não seguir as instruções que vou lhe passar, seu marido certamente vai morrer.
São apenas 10 instruções que salvarão sua vida:

1) Todas as manhãs, prepare para ele um café reforçado;
2) Para o almoço, ofereça refeições nutritivas;
3) Para o jantar, prepare pratos especiais, tipo comida japonesa,
italiana e francesa;
4) Mantenha em casa um bom stock de cerveja gelada;
5) Não o atrapalhe quando ele estiver a ver futebol;
6) Pare de assistir a novelas;
7) Não o aborreça com problemas do universo feminino;
8) Deixe-o chegar na hora que desejar;
9) Nunca questione onde estava;
10) Faça sexo com ele como e quando ele quiser.

No caminho de casa, o marido pergunta:
- O que foi que o médico disse?
Ela respondeu:
- Que vais morrer breve!

A canela


A canela é uma das especiarias mais velhas do mundo. É feita a partir da casca de uma árvore nativa do Sri Lanka onde foi achada há milhares de anos.
Esta especiaria é antioxidante e diminui o colesterol.
Reduz os níveis de açúcar no sangue e auxilia no tratamento da diabetes tipo 2.


Consolida o sistema cardiovascular de tal modo que blinda o corpo de desordens relacionadas com o coração. Incluindo um pouco canela na comida ajuda aos que sofrem de doença da artéria coronária e da tensão arterial alta.
Problemas respiratórios:
a canela é remédio caseiro muito útil para os resfriados comuns ou severos. Quando em mau estado respiratório a pessoa deve tomar uma colher de sopa de mel com ¼ de pó da canela por 3 dias. Este processo curará a tosse mais crónica e seus sintomas.

Tónico do cérebro: a canela impulsiona a actividade do cérebro e, portanto actua como bom tónico do cérebro.

Infecções: devido às suas propriedades antibacterianas, antivírus, antiparasitas e anti-sépticas, é eficaz em infecções externas e internas. A canela pode ser eficaz contra a candidíase, úlceras estomacais e principalmente piolhos.
Fonte: aqui

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Corvo alimenta cão e gato



Quem acredita que a sã convivência entre gatos e cães não passa de uma utopia é porque ainda não viu o quanto pode melhorar quando há uma terceira raça envolvida, mesmo que o animal em causa tenha asas. E vontade de alimentar mamíferos. Assim acontece no vídeo partilhado no YouTube pelo utilizador Loz Westley, no qual um corvo amestrado encara como sua missão apanhar sementes com o bico e entregá-las na boca do cão e do gato com quem divide casa. O vídeo passa por ser um hino à paz entre aparentes inimigos, mas entre os comentadores do YouTube não faltou quem tenha avançado a previsão de que, logo a seguir, o corvo serviu de refeição ao gato e o gato foi o jantar do cão.
Fonte: aqui

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

sábado, 1 de dezembro de 2012

Os imbecis que destruíram Portugal

 
A dívida do nosso país pode ter muitas causas. Endógenas e exógenas, micro e macroeconómicas, conjunturais ou estruturais. Há todavia um traço comum que, a meu ver, é a principal causa do estado a que chegámos, independentemente das dificuldades que todos os países enfrentam, da crise internacional e de tudo o resto que gostam de nos vender.
A causa de que falo é simples e nada tem de rebuscada: o nosso país tem sido governado por um grupo de pacóvios com tiques de parolo. Os novo-riquismo da política portuguesa é sem duvida o maior cancro da democracia partidária.
O dinheiro público, quando gasto de forma racional, não é contabilizável. A boa utilização destes recursos traduz-se em melhorias que, direta ou indiretamente, permitem à sociedade manter níveis de desenvolvimento elevado. E só com desenvolvimento o crescimento pode ser sustentável. E o pior é que isto nunca aconteceu neste país.
De que serve construir dezenas e dezenas de autoestradas se não temos dinheiro para nelas circular, nem tão pouco para as pagar ou sustentar? O maior centro comercial da europa? A maior ponte da europa? E ter alguma coisa à nossa medida, não pode ser? É coisa de pobre? De que serve gastarmos milhões em formação se não temos empregos? E aeroportos sem aviões? E dezenas de estádios de futebol às moscas? E escolas sem alunos? Submarinos ou cortes na saúde? Tanques ou reformas? E parcerias feitas para o Estado ser prejudicado? Privatizações em cima do joelho? E os dinheiro que jorrou da UE durante décadas, em que foi investido? Snack bares atrás do sol-posto? Jipes para passear nos montes alentejanos? Não querem gastar a próxima tranche da Troika em plasticina e paus de giz? Quem gastou o que não devia? Quem gastou o que não tinha? Quem gasta o que não tem? Que futuro pensavam estas alminhas iluminadas que iriamos ter? Imbecis.
A forma abusiva, parola, irresponsável, impune, pacóvia, descontrolada, despesista, acéfala e em muitos casos socialmente 'criminosa' como sucessivas gerações de governantes têm vindo a desbaratar o património de todos, os bens e o dinheiro que deveria ser alvo de uma gestão cuidada e rigorosa, é a principal causa do estado de falência em que estamos. O novo-riquismo, a falta de visão, a falta de formação, qualidade e competência dos políticos portugueses é a principal causa desta crise. A génese desta crise é política. Mas infelizmente a irresponsabilidade destas pessoas é directamente proporcional às responsabilidades exigidas pelos mesmos aos portugueses, com as quais são permanentemente confrontados, sem terem culpa alguma. Comemos e calamos.
Gastassem menos, parolos.
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