segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Quanto custa aos PORTUGUESES a reforma de 3 ex-Presidentes da REPÚBLICA ?

A pergunta que se põe perante estes dados é:

Porquê a diferença ? Esta incompreensível discrepância? Ramalho Eanes, militar, ganha quase 10 vezes menos do que os dois civis socialistas que foram igualmente presidentes da República.


                 Quanto custa aos PORTUGUESES a reforma de 3 ex-Presidentes da REPÚBLICA ?

Os ex- Presidentes da República ( General Ramalho Eanes), Dr. Mário e Dr. Sampaio recebem de reformas 1 MILHÃO de EUROS/Ano, distribuídos da seguinte forma:


    General Ramalho Eanes................... €  65.000/Ano

     Dr Mário ...................... €  500.000/Ano (fora a Fundação !!!) 
   Dr Jorge Sampaio ........... 435.000/ano  (fora cargos da ONU e Fundação em Guimarães)

SE O GENERAL PODE VIVER COM €65.000/ANO, ESTES CIVIS QUE SE DIZEM SOCIALISTAS, TAMBÉM.

TAMBÉM LHES VÃO CORTAR NAS REFORMAS?????
TAMBÉM LHES VÃO AUMENTAR OS DESCONTOS???
VÃO DEVOLVER OS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E NATAL QUE RECEBERAM E OS RASCAS DOS PORTUGUESES NÃO????
( por email)

domingo, 29 de setembro de 2013

10 notas breves sobre as autárquicas (em cima da hora)

1.    A primeira nota é que as eleições são um desastre para o PSD e para o Governo. Mas não há partido que lidere um governo intervencionado que não tenha um desastre eleitoral. Recordo que o PS teve 20% numas legislativas depois do Governo do Bloco Central com a intervenção do FMI.
2.    A segunda é que o PS vence claramente, mas talvez não esmagadoramente. Mas mais do que PS, a ver pelos números, ganha António Costa. Mais de 50 por cento é absolutamente histórico.
3.    A terceira é que os 'grandes dinossáurios', como Menezes ou Seara perdem. Este último perde muito.
4.    A quarta é que os independentes têm boas votações. Rui Moreira, no Porto, a acreditar nas projeções, é o grande vencedor da noite. Marco Almeida em Sintra e mesmo Guilherme Aguiar em Gaia são vencedores, ainda que não ganhem a presidência das Câmaras.
5.    A quinta é que o Bloco e o PCP se reforçam, mas sobretudo o PCP (ou CDU).
6.    A sexta é que Passos Coelho não se vai demitir, ao contrário do que fizeram outros, como Balsemão ou Guterres.
7.    A sétima é que em todos os locais onde o PSD perder os militantes sociais-democratas vão responsabilizar o Governo e Passos Coelho. Mesmo Seara que foi um desastre enorme, mesmo Menezes que foi erro de casting, mesmo Pedro Pinto que foi um humilhado total.
8.    A oitava é que a credibilidade do Governo, a 15 dias do Orçamento do Estado, fica ainda mais em causa.
9.    A nona é que o PS, apesar da vitória, vai sofrer internamente contestação por não ganhar câmaras que poderia ter ganho - Braga, Évora e Oeiras são exemplos (salvo erro).
10.    A décima nota é que, embora muita política vá correr debaixo das pontes e por cima das nossas cabeças, a troika, a Europa, o BCE e os mercados vão continuar a mandar nisto... e a cortar nas autarquias.

Li aqui

O pobre Lázaro, o rico e a (in)justa distribuição da riqueza

Não se trata apenas de vencer a fome, nem tampouco de afastar a pobreza. O combate contra a miséria, embora urgente e necessário, não é suficiente. Trata-se de construir um mundo em que todos os homens, sem exceção de raça, religião ou nacionalidade, possam viver uma vida plenamente humana, livre de servidões que lhe vêm dos homens e de uma natureza mal domada; um mundo em que a liberdade não seja uma palavra vã e em que o pobre Lázaro possa sentar-se à mesa do rico. Isto exige, da parte deste último, grande generosidade, muitos sacrifícios e esforço contínuo.
Compete a cada um examinar a própria consciência, que agora fala com voz nova para a nossa época. Estará o rico pronto a dar do seu dinheiro, para sustentar as obras e missões organizadas em favor dos mais pobres? Estará disposto a pagar mais impostos, para que os poderes públicos intensifiquem os esforços pelo desenvolvimento? A comprar mais caro os produtos importados, para remunerar com maior justiça o produtor? E, se é jovem, a deixar a pátria, sendo necessário, para ir levar ajuda ao crescimento das nações novas?
Paulo VI, encíclica "Populorum progressio".
Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho fino, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Um pobre, chamado Lázaro, jazia ao seu portão, coberto de chagas. Bem desejava ele saciar-se do que caía da mesa do rico (Lucas (Lc 16, 19 ss.). Tanto o rico, como o mendigo, morreram e foram ambos levados diante de Abraão; a sentença foi dada conforme se comportara cada um. A Sagrada Escritura diz-nos que Lázaro encontrou consolação, ao passo que o rico encontrou tormento.
Foi condenado o rico acaso porque foi rico, porque teve na terra abundantes propriedades, porque "se vestia de púrpura e linho fino e vivia os dias regalada e esplendidamente"? Não, diria que não o foi por este motivo. O rico foi condenado porque não prestou atenção ao outro homem. Porque se descuidou em informar-se sobre Lázaro, a pessoa que jazia sua porta, desejosa de saciar-se do que caía da mesa.
Cristo não condena nunca a posse pura e simples dos bens materiais. Mas pronuncia palavras muito severas contra os que usam dos seus bens materiais de modo egoísta, sem atenderem às necessidades dos outros. O Sermão da Montanha começa com as palavras: "Bem-aventurados os pobres de espírito". E, no termo do balanço do juízo final, como se lê no Evangelho de São Mateus, Jesus diz as palavras que bem conhecemos: Tive fome e não Me destes de comer, tive sede e não Me destes de beber; era peregrino e não Me recolhestes; estava nu e não Me vestistes; enfermo e na prisão, e não fostes visitar-Me(Mateus 25, 42-43).
A parábola do rico e de Lázaro deve estar continuamente presente na nossa memória; deve formar a nossa consciência. Cristo pede que sejamos abertos aos nossos irmãos e às nossas irmãs que estão em necessidade: pede aos ricos, aos de boa posição, aos que se encontram economicamente beneficiados, que sejam abertos aos pobres, aos subdesenvolvidos e aos prejudicados. Cristo reclama uma abertura que é mais que atenção benévola, mais que atos simbólicos ou de ativismo desprendido, mas que deixam o pobre, indigente como antes, se não mais ainda.
Toda a humanidade deve pensar na parábola do rico e do mendigo. A humanidade deve traduzi-la em termos contemporâneos, em termos de economia e de política, em termos de todos os direitos humanos, em termos de relações entre o "Primeiro", o "Segundo" e o "Terceiro Mundo". Não podemos estar ociosos, enquanto milhares de seres humanos morrem de fome. Nem podemos ficar indiferentes, enquanto os direitos do espírito humano são espezinhadas, enquanto se faz violência à consciência humana em matéria de verdade, de religião e de criatividade cultural.
Não podemos estar ociosos alegrando-nos com as nossas riquezas e a nossa liberdade, se, em qualquer lado, o Lázaro do século XX jaz à nossa porta. A luz da parábola de Cristo, a riqueza e a liberdade trazem especial responsabilidade. A riqueza e a liberdade criam especial obrigação. E assim, em nome da solidariedade que nos une, todos simultaneamente, numa comum humanidade, proclamo de novo a dignidade de cada pessoa humana: o rico e Lázaro são ambos seres humanos, ambos criados à imagem e semelhança de Deus, ambos igualmente remidos por Cristo a alto preço, ao preço do sangue precioso de Cristo (1 Pedro 1, 19).
João Paulo II

Todos os homens são chamados a participar no banquete dos bens da vida, e todavia tantos encontram-se ainda fora da porta, como Lázaro, enquanto "os cães iam lamber-lhe as feridas" (Lc16, 11).
Se ignorássemos a multidão imensa de pessoas humanas que não só estão privadas do estrito necessário para viver (alimento, casa, assistência médica) mas que não têm sequer a esperança num futuro melhor, tornar-nos-íamos como o rico opulento que finge não ver o pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31).
João Paulo II

O meu venerável predecessor, o Beato João XXIII, gostava de dizer que a Igreja é de todos, mas de maneira especial dos pobres, fazendo como que um eco da bem-aventurança evangélica: "Bem-aventurados os pobres, porque o Reino de Deus lhes pertence" (Lc 6, 20).
O Reino de Deus pertence aos pobres que, segundo alguns Padres, podem ser nossos advogados junto de Deus. Por exemplo, comentando a parábola do rico epulão e do pobre Lázaro, São Gregório Magno escreve: 
"Todos os dias podemos encontrar Lázaro, se o procurarmos, e todos os dias nos deparamos com ele, mesmo sem o procurar. Os pobres apresentam-se-nos inclusivamente de maneira inoportuna e fazem-nos pedidos, eles que poderão interceder por nós no último dia... Estai conscientes, se é o caso de opor uma rejeição, visto que quem nos interpela são os nossos possíveis protetores. Portanto, não desperdiceis as ocasiões de agir com misericórdia".
João Paulo II

No Evangelho deste domingo (Lc 16, 19-31), Jesus narra a parábola do homem rico e do pobre Lázaro. O primeiro vive no luxo e no egoísmo, e quando morre, vai para o inferno. Ao contrário, o pobre, que se alimenta com as migalhas que caem da mesa do rico, quando morre é levado pelos anjos para a casa eterna de Deus e dos santos. «Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus» (Lc 6, 20).
Mas a mensagem da parábola vai além: recorda que, enquanto estivermos neste mundo, devemos ouvir o Senhor que nos fala mediante as sagradas Escrituras e viver segundo a sua vontade, caso contrário, depois da morte, será demasiado tarde para se corrigir.
Portanto, esta parábola diz-nos duas coisas: a primeira é que Deus ama os pobres e eleva-os da sua humilhação; a segunda é que o nosso destino eterno está condicionado pela nossa atitude, compete a nós seguir o caminho que Deus nos mostrou para alcançar a vida, e este caminho é o amor, entendido não como sentimento, mas como serviço aos outros, na caridade de Cristo.
Bento XVI

No mundo, muitas vezes deposita-se a confiança no dinheiro e é precisamente a este propósito que a liturgia propõe refletir sobre a parábola de Lázaro e do rico epulão.
A palavra que vence a classificação das conversações quotidianas das pessoas é a do dinheiro: porque têm demasiado, porque têm pouco ou porque não têm. Nem sequer Jesus evita este tema; hoje alerta contra os riscos que corre quem cede às lisonjas do deus-dinheiro. E fá-lo através de uma parábola diferente das outras, que poderia ser definida a "desforra dos pobres". É a narração do homem alegre, sem nome, e do mendigo, chamado Lázaro.
Costuma-se dividir a parábola em dois momentos: a cena do rico epulão e do mendigo Lázaro, "antes" e "depois" da morte. Com a inversão total das posições. Mas na realidade, a narração tem três núcleos, destinados a ressaltar os gravíssimos riscos da escravidão do deus-dinheiro.
O primeiro: a riqueza faz definhar a vida dos pobres.
O Evangelista Lucas descreve a figura do rico: cores vistosas, como a púrpura e o bisso de um monarca oriental, fechado no seu mundo dourado; ostentação de festas e mesas postas, apesar da miséria do mundo. Um homem sem nome. No entanto, o pobre Lázaro "jazia à sua porta, coberto de chagas" (Lucas (Lc) 16, 20); um verbo para dizer a sorte dramática de todos os infelizes do mundo. "À porta", para não incomodar a visão dos ricos. O pobre pedinte de migalhas só tem uma dignidade: o nome. Mas o contraste é árduo; os dois mundos são distintos; não olham um para o outro. A riqueza escava o primeiro abismo da vida: entre abastados e pobres.
Mas existe um segundo risco: a riqueza faz definhar a vida dos ricos.
A hora de prestar contas é a morte, como limiar de um mundo que se encontra "além". Lázaro é "levado" para o alto pelos anjos, ao seio de Abraão. Finalmente, o pobre entra na jubilosa comunhão do banquete messiânico; o rico, ao contrário, "foi sepultado... na morada dos mortos, achando-se em tormentos..." (Lc 16, 22-23).
À aspiração frustrada dos pobres durante a vida corresponde o desejo dramaticamente negado aos ricos, de acederem ao banquete messiânico: "Ai de vós, ricos, porque já dispondes da vossa consolação" (cf. Lc 6, 25).
Enfim, há um terceiro risco sério: a riqueza faz definhar a fé dos ricos.
Do abismo da sua infelicidade, o pobre epulão lança um brado desesperado: que pelo menos os seus irmãos sejam admoestados, a fim de que não lhes caiba a mesma sorte. Mas a lição de Jesus é clara e terrível. Não lhes é útil a palavra de um morto para mudar a vida. Para acreditar e para se converter, é suficiente a palavra dos profetas, a palavra de Deus. De resto, Jesus experimentou isto várias vezes: quanta dureza de coração e quanta insensibilidade, mesmo diante dos milagres.
Como se sabe, o apego tentacular à riqueza torna a consciência obtusa. Sob o poder do deus-dinheiro verificam-se dramáticas divisões familiares, desprezam-se os afetos mais queridos e os valores mais autênticos. O primeiro a pagar as consequências é Deus.
Contudo, há um valor que pode salvar a vida dos pobres e, contemporaneamente, a dos ricos: a solidariedade, que nasce de uma vida sóbria e gera uma vida sóbria.
Card. Tarcisio Bertone, aqui

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Arrumação pós-eleitoral

Há dois dias, recebi um mail da escola dos meus filhos mais velhos a informar que, devido às eleições do próximo domingo, a escola iria estar fechada na segunda-feira. Razão: sendo um dos locais de voto em Lisboa, é preciso arrumar as salas. Confesso que me senti tentado a pedir junto da Comissão Nacional de Eleições a suspensão das autárquicas na freguesia de Alvalade. Assim como assim, todos sabemos que António Costa vai ganhar, não vale a pena estar a punir 400 crianças e respectivas famílias por causa de uma votação esvaída de suspense. Mas depois decidi afastar este pensamento pouco democrático e armar-me em jornalista. Telefonei para a CNE (que me aconselhou a ler a lei eleitoral), para o Ministério da Educação ("as escolas fecharem não é uma prática corrente"), para a junta de freguesia (as escolas da zona fecharem é uma prática corrente) e para vários professores, só para lhes colocar a pergunta que consumia as minhas entranhas: "Isto é mesmo assim? Uma escola inteira pode encerrar na segunda-feira por causa de uma votação que termina às 19 horas de domingo?"
 Parvo que sou - claro que é assim. Está na lei. E a lei é A LEI. Dura lex sed lex, e o dura lex os pais que desembrulhem. Pelos vistos, há décadas que milhares de indígenas, um pouco por todo o país, são obrigados a faltar ao trabalho nas segundas-feiras pós-eleitorais porque é necessário efectuar essa hercúlea tarefa que consiste em arrastar o mobiliário escolar para o seu local de origem. Diz o artigo 69 (curioso número) da lei eleitoral autárquica, no ponto 4: "Quando seja necessário recorrer à utilização de estabelecimentos de ensino, as câmaras devem solicitar aos respectivos directores a cedência das instalações para o dia da votação, dia anterior, para a montagem e arrumação das estruturas eleitorais, e dia seguinte, para desmontagem e limpeza." Ora cá está: as escolas têm todo o direito a um dia inteirinho para desmontar uma dezena de biombos, arrumar meia dúzia de salas e varrer o chão. Enquanto isso, os alunos ficam a melhorar o Inglês em casa, com a ajuda da PlayStation.
Por muita troika que nos visite, enquanto certas mentalidades não mudarem o país também não muda. Este é um daqueles típicos casos em que toda a gente está a cumprir escrupulosamente as suas funções sem que ninguém pareça disposto a mexer um dedo para que o simples bom senso se imponha em relação a uma lei que prejudica inutilmente milhares de pessoas. É a burocracia no seu pior: a CNE diz que esta parte da logística eleitoral não é com ela, o Ministério da Educação diz que não sabe de nada, as juntas dizem que a arrumação é responsabilidade das escolas, as escolas dizem que, com os cortes no pessoal auxiliar, não há gente para arrumar as salas, e suponho que os membros das mesas de voto, apesar de serem cinco por mesa e ganharem 76,32 euros ao dia (total: 381,6 euros/mesa), mais um dia de folga, digam que não estão disponíveis para mover cadeiras no final da contagem dos votos, que não é para isso que lhes pagam. Afinal, é tão mais prático deixar no dia seguinte centenas de crianças sem aulas. Se até está na lei...
Na escola dos meus filhos, os pais chegaram a oferecer-se para ir arrumar as mesas no final da noite eleitoral. O melhor que conseguiram foi que a escola reabrisse às 12h30 de segunda-feira. É verdade que muitas vezes as coisas não funcionam porque não há dinheiro. Mas demasiadas vezes as coisas não funcionam porque não há vontade.
 
 JOÃO MIGUEL TAVARES , aqui

 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Há anúncios bonitos. Veja este:

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CARTA DE DIVÓRCIO


Querido,
Estou a escrever esta carta para dizer que te vou deixar para sempre. Fui uma boa mulher para ti durante sete anos e não tenho nada a provar.
As duas semanas passadas foram um inferno, o teu chefe chamou-me para dizer que te tinhas demitido e isto foi a última gota.
Na semana passada, chegaste a casa e não notaste que eu tinha um novo penteado e tinha ido à manicura. Cozinhei a tua refeição preferida e até usei uma nova lingerie. Chegaste a casa, comeste em dois minutos e foste dormir depois de ver o jogo. Não me dizes que me amas, nunca mais fizemos sexo.
Ou me estás a enganar ou já não me amas mais, seja qual for o caso, vou-te deixar.
A tua Ex-mulher

P.S - Se me quiseres encontrar, desiste. O teu IRMÃO e eu vamos viajar para as Bahamas e casar!
______________________________________________________________


RESPOSTA


Querida ex-mulher.

Nada me fez mais feliz do que ler a tua carta. É verdade que estivemos casados durante sete anos, mas dizeres que foste uma boa mulher é exagerar. Vejo futebol para tentar não te ouvir a resmungar a toda a hora. Assim não valia a pena.
Realmente reparei que tinhas um novo penteado na semana passada, a primeira coisa que me veio à cabeça foi “Pareces um homem!”. Mas a minha mãe sempre me disse para não dizer nada que não fosse bonito.
Quando cozinhaste a minha refeição preferida, deves ter confundido com a do MEU IRMÃO, porque deixei de comer porco há sete anos. Fui dormir porque reparei que a lingerie ainda tinha a etiqueta do preço. Rezei que fosse uma coincidência o meu irmão ter-me pedido emprestado 50,00 EUR e a lingerie ter custado 49.99 EUR.
Depois de tudo disto, eu ainda te amava e senti que podíamos resolver os nossos problemas. Assim quando descobri que eu tinha ganho o Euromilhões, deixei o meu emprego e comprei dois bilhetes de avião para a Jamaica. Mas quando cheguei a casa já tinhas ido.
Tudo acontece por alguma razão. Espero que tenhas a vida que sempre sonhaste. O meu advogado disse-me que devido à carta que escreveste, não vais ter direito a nada. Portanto cuida-te.
DivórcioAssinado:
Milionário e Solteiro

P.S. – Não sei se eu alguma vez te disse isto mas o Mário, o meu irmão, nasceu Maria. Espero que isto não seja um problema.
     

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

E nós por cá? De que estamos à espera?

Governo espanhol aprova 40 medidas
contra a corrupção na política

Depois do escândalo provocado pelo ex-tesoureiro do PP, o Executivo de Mariano Rajoy aprovou hoje quatro dezenas de medidas contra a corrupção.

O governo espanhol aprovou hoje, em Conselho de Ministros, um "pacote de regeneração democrática", que inclui 40 pontos contra a corrupção política.
Entre as principais medidas encontra-se o agravamento das penas para os casos de financiamento ilegal dos partidos, previsto na Lei Orgânica de Controlo da Atividade Económica e Financeira dos partidos.
Outra é também o endurecimento das penas por corrupção, com a alteração da Lei de Prevenção do Branqueamento de Capitais e da Lei reguladora do exercício das Funções Políticas.
Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, o objetivo deste pacote é "o reforço do controlo da atividade económica e financeira dos partidos, uma melhor regulação do exercício do cargo público e o agravamento das penas por corrupção".
Outras alterações passam pela obrigatoriedade dos partidos nomearem um  responsável pela parte económica e financeira, que terá que comparecer anualmente no Parlamento e enviar as contas ao Tribunal de Contas. Além disso, será exigido aos partidos que registem as fundações que lhe estão vinculadas.
Os titulares de cargos políticos estarão proibidos de usar cartões de crédito nos gastos de representação, enquanto serão agravadas as penas por administração desleal, apropriação indevida, suborno e desvio de fundos públicos.
Estas medidas surgem depois de Luís Bárcenas, o ex-tesoureiro do PP espanhol, ter denunciado a existência de contabilidade paralela no partido e do primeiro-ministro, Mariano Rajoy, garantir depois no Congresso de Deputados, que o Governo iria reforçar a luta contra a corrupção.

Ler aqui

Troika queria Aprovar e Não conseguiu!

NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA...
O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!----


1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados*?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR
DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DA COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD ).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

29. Pôr os Bancos a pagar impostos.

Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Ser escolhido e escolher


Reflexão


Recebi por email este breve raciocínio:
1 - O ladrão comum rouba: dinheiro, relógio, corrente, carteira de automóveis e/ou telemóvel.
2 - Os políticos roubam: felicidade, saúde, habitação, educação, pensões e/ou trabalho.
3 - O primeiro ladrão... escolhe - te! O segundo ladrão... foi escolhido por ti!
ESCOLHE, inteligentemente, OS TEUS PRÓXIMOS LADRÕES…
***
 
Pessoalmente não achei grande piada à piada... Apenas ao mundo como está formulada.
Se na política há muita rasquice, também há gente que dá o seu melhor e faz o melhor que pode.


Será que começou a "guerra" contra o Papa Francisco?

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terça-feira, 17 de setembro de 2013

O “May be man”

Existe o “Yes man”. Todos sabem quem é  e o mal que causa. Mas existe o May be man. E poucos sabem quem é. Menos  ainda sabem o impacto desta espécie na vida nacional. Apresento aqui essa  criatura que todos, no final, reconhecerão como  familiar.
O May be man vive do “talvez”. Em  português, dever-se-ia chamar de “talvezeiro”. Devia tomar decisões. Não  toma. Sim­plesmente, toma indecisões. A decisão é um risco. E obriga a  agir. Um “talvez” não tem implicação nenhuma, é um híbrido entre o nada e  o vazio.
A diferença entre o Yes man e o May be  man não está apenas no “yes”. É que o “may be” é, ao mesmo tempo, um “may  be not”. Enquanto o Yes man aposta na bajulação de um chefe, o May be man  não aposta em nada nem em ninguém. Enquanto o primeiro suja a língua numa  bota, o outro engraxa tudo que seja bota  superior.
Sem chegar a ser chave para nada, o May  be man ocupa lugares chave no Estado. Foi-lhe dito para ser do partido.  Ele aceitou por conveniên­cia. Mas o May be man não é exactamente do  partido no Poder. O seu partido é o Poder. Assim, ele veste e despe cores  políticas conforme as marés. Porque o que ele é não vem da alma. Vem da  aparência. A mesma mão que hoje levanta uma bandeira, levantará outra  amanhã. E venderá as duas bandeiras, depois de amanhã. Afinal, a sua  ideolo­gia tem um só nome: o negócio. Como não tem muito para  negociar, como já se vendeu terra e ar, ele vende-se a si mesmo. E  vende-se em parcelas. Cada parcela chama-se “comissão”. Há quem lhe chame  de “luvas”. Os mais pequenos chamam-lhe de “gasosa”. Vivemos uma  na­ção muito gaseificada.
Governar não é, como muitos pensam,  tomar conta dos interesses de uma nação. Governar é, para o May be Man,  uma oportunidade de negócios. De “business”, como convém hoje, dizer.  Curiosamente, o “talvezeiro” é um veemente crítico da corrupção. Mas  apenas, quando beneficia outros. A que lhe cai no colo é legítima,  patriótica e enqua­dra-se no combate contra a  pobreza.
Afinal, o May be man é mais cauteloso  que o andar do camaleão: aguarda pela opi­nião do chefe, mais ainda  pela opinião do chefe do chefe. Sem luz verde vinda dos céus, não há luz  nem verde para ninguém.
O May be man entendeu mal a máxima  cristã de “amar o próximo”. Porque ele ama o seguinte. Isto é, ama o  governo e o governante que vêm a seguir. Na senda de comércio de  oportunidades, ele já vendeu a mesma oportunidade ao sul-africano. Depois,  vendeu-a ao portu­guês, ao indiano. E está agora a vender ao chinês,  que ele imagina ser o “próximo”. É por isso que, para a lógica do  “talvezeiro” é trágico que surjam decisões. Porque elas matam o terreno do  eterno adiamento onde prospera o nosso indecidido  personagem.
O May be man descobriu uma área mais  rentável que a especulação financeira: a área do não deixar fazer. Ou numa  parábola mais recen­te: o não deixar. Há investimento à vista? Ele  complica até deixar de haver. Há projecto no fundo do túnel? Ele escurece  o final do túnel. Um pedido de uso de terra, ele argumenta que se perdeu a  papelada. Numa palavra, o May be man actua como polícia de trânsito  corrup­to: em nome da lei, assalta o  cidadão.
Eis a sua filosofia: a melhor maneira  de fazer política é estar fora da política. Melhor ainda: é ser político  sem política nenhuma. Nessa fluidez se afirma a sua competência: ele sai  dos princípios, esquece o que disse ontem, rasga o juramento do passado. E  a lei e o plano servem, quando confirmam os seus interesses. E os do  chefe. E, à cau­tela, os do chefe do  chefe.
O May be man aprendeu a prudência de  não dizer nada, não pensar nada e, sobretudo, não contrariar os poderosos.  Agradar ao dirigen­te: esse é o principal currículo. Afinal, o May be  man não tem ideia sobre nada: ele pensa com a cabeça do chefe, fala por  via do discurso do chefe. E assim o nosso amigo se acha apto para tudo.  Podem no­meá-lo para qualquer área: agricultura, pescas, exército,  saúde. Ele está à vontade em tudo, com esse conforto que apenas a  ignorância absoluta pode  conferir.
Apresentei, sem necessidade o May be  man. Porque todos já sabíamos quem era. O nosso Estado está cheio deles,  do topo à base. Podíamos falar de uma elevada densidade humana. Na  realidade, porém, essa densidade não existe. Porque dentro do May be man  não há ninguém. O que significa que estamos pagando salários a fantasmas.  Uma for­tuna bem real paga mensalmente a fantasmas. Nenhum país, mesmo  rico, deitaria assim tanto dinheiro para o  vazio.
O May be Man é utilíssimo no país do  talvez e na economia do faz-de-conta. Para um país a sério não serve.  

Mia Couto

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Atendedor de Chamadas dos Avós ...


  " Bom dia! No momento não estamos em casa mas, por favor, deixe-nos a sua mensagem depois de ouvir o sinal:

- Se é um dos nossos filhos, marque 1 
- Se precisa que fiquemos com as crianças, marque 2 
- Se quer o carro emprestado, marque 3 
- Se quer que lavemos e passemos a roupa, marque 4
- Se quer que as crianças durmam aqui em casa, marque 5  
- Se quer que os busquemos na escola, marque 6 
- Se quer que lhe preparemos uns bolinhos para domingo, marque 7 
- Se querem vir comer aqui em casa, marque 8 
- Se precisam de dinheiro, marque 9  

Mas se é um dos nossos amigos que não quer nada disto, pode falar!
 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Homem constrói catedral

interior da catedral de justo Homem const



Chama-se Justo Gallego Martínez, tem 87 anos, e desde 1961 está a construir uma catedral em Mejorada del Campo, uma pequena cidade na região metropolitana de Madrid.
Ele foi monge da Igreja Católica por 8 anos e vivia num mosteiro, mas teve tuberculose e foi forçado a deixar o local, pois a doença era considerada incurável e ele podia contaminar os outros religiosos.
Martinez prometeu que se não morresse iria edificar uma catedral. Embora não seja arquitecto nem engenheiro, tem trabalhado com fé, muito esforço e dedicação. Para muitos Justo é o "Louco da Catedral". Para os voluntários que o auxiliam, é apenas um homem com um grande sonho.
Don Justo, como é chamado pelos vizinhos, trabalha seis dias por semana, dedicando cerca de 10 horas diárias. Ele não segue uma planta e nem um projecto formal. Afirma que está tudo na sua cabeça. Justifica que estudou vários livros sobre catedrais e castelos e aprendeu tudo o que era necessário saber. Mesmo assim, já pediu ajuda a especialista para as fases mais complexas.
E São 8 mil metros quadrados de área construída. A parte mais baixa da obra tem cerca de 40 metros de altura. Até hoje, a maior parte do dinheiro veio do orçamento de Justo, que vive do aluguer e venda de terrenos herdados de sua família. Além de materiais de construção, recebe doações em dinheiro e a ajuda do trabalho de voluntários.
Um destes voluntários, Angel Lopes, já se comprometeu a terminar a obra mesmo que o ex-frade morra. Nunca foi tirada licença de construção, mas as autoridades têm fechado os olhos pois a obra atrai imensos turistas. Daí que é mais que provável que a catedral chegue mesmo a servir para o fim para que foi feita.
Fonte: aqui

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Alemão que nasceu mulher dá à luz e dizem que é o primeiro homem a dar à luz na Europa

Primeiro transexual a dar à luz na Europa é alemão

Um transexual alemão foi o primeiro homem a dar à luz na Europa. O bebé, um rapaz, nasceu a 18 de março em casa, em Berlim, com a ajuda de uma parteira, de acordo com o Daily Mail.
O homem, que não foi identificado, nasceu mulher e tem feito nos últimos anos tratamentos hormonais para mudar de sexo.
No entanto, manteve o sistema reprodutivo feminino e usou um dador de esperma para engravidar.
Oficialmente, o bebé não tem mãe, apenas pai.


"A pessoa em questão não quis aparecer na certidão de nascimento como mãe, mas sim como pai e o seu pedido foi respeitado", referiu um porta-voz da Administração do Senado de Assuntos Internos de Berlim.

A notícia diz que "oficialmente, o bebé não tem mãe, apenas pai". Na realidade, tem dois pais, o dador de esperma (provavelmente desconhecido, ok) e o homem que anteriormente era mulher, se é que esta pessoa é um pai. Admirável e, na minha opinião, repugnável mundo este. Está tudo trocado, como dizia o outro. Veio da Alemanha, onde Nietszche deve ter ficado contente por mais uma concretização da vontade de poder.
Fonte: aqui

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

....Época da "Ditadura" !!!



Não deixa de ser engraçado...

Na época da ditadura...
  
Podíamos acelerar os nossos automóveis nas auto-estradas acima dos
120km/h sem nenhum risco  e não éramos multados por radares
maliciosamente escondidos mas...
 não podíamos falar mal do presidente.
 
  Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista mas...
 não podíamos falar mal do Presidente.
 
  
Podíamos dar piropos à funcionária, à menina do "guiché" das contas a pagar ou à  recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio sexual" mas...,
 
não podíamos falar mal do Presidente.
 
 Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! preto!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação" por esse motivo mas...
 
não podíamos falar mal do presidente.
 
 
Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do
trabalho para relaxar e conduzir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo presos por estarmos "alcoolizados" mas...
 
não podíamos falar mal do Presidente.
 
  Podíamos cortar a árvore do quintal, empestada de pragas, sem que isso constituísse  crime ambiental mas...
 não podíamos falar mal do presidente.
 
Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de carro, de autocarro, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados mas...
 
não podíamos falar mal do presidente.




  Hoje, a única coisa que podemos fazer....
 ...é falar mal do presidente!
  

Como os tempos mudaram...!!! E para muito pior…

(Recebido por email)

sábado, 7 de setembro de 2013

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Peixe “morde testículos” invadiu rio Sena em Paris

Pacu é uma espécie de peixes conhecida por atacar os testículos dos seres humanos.

"Morde testículos" é a alcunha de Pacu, uma espécie de peixes proveniente da Amazónia e Papua-Nova Guiné. Foi descoberto na Suécia, em Öresund e, desta vez, foi avistado no rio Sena, perto de Paris.
Em França, um pescador deparou-se com esta espécie de piranha, acabando por alertar as autoridades. O peixe foi identificado através de fotografias, capturadas pelo pescador.
Para além de ser uma espécie de peixe de água doce, que se alimenta principalmente de nozes, folhas, vegetação aquática e caracóis, o peixe é conhecido por atacar os testículos dos seres humanos.
Assista a um vídeo em que vários peixes pacu são alimentados com uma perna de peru. Por aqui se percebe a força dos seus dentes.
video
Fonte: aqui