quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Estudo do Wine Institute: Vaticano é o país onde se bebe mais vinho no mundo

O consumo de vinho por pessoa, no Vaticano, ultrapassa as 100 garrafas por ano.

No Vaticano bebe-se mais vinho que em qualquer outra parte do mundo, segundo dados do Wine Institute, publicados no jornal britânico ‘The Independent'
Os números mostram que os 800 residentes do Vaticano consumem 74 litros de vinho, o que equivale a uma média de 105 garrafas ao longo de um ano. É cerca do dobro da quantidade consumida em média por um francês ou um italiano, e o triplo da quantidade ingerida pelos britânicos.
O estudo defende que o elevado consumo se deve, em parte, ao elevado número de celebrações de missas, onde a bebida é usada. Por outro lado, o facto de a população ser maioritariamente masculina e de meia-idade, aumenta a quantidade de vinho consumido durante as refeições.
No Vaticano, o vinho é fornecido por apenas um supermercado, onde é pago praticamente livre de impostos. Por isso, não só é o local onde se bebe mais, como é também onde o vinho é mais barato.
Fonte: aqui

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

QUEM SÃO OS ZELOTAS?

1. Reza Aslan[1] nasceu no Irão, vive nos USA e é apresentado como um investigador, um académico e um escritor de renome internacional. A sua obra, O Zelota, surge com o propósito de recuperar o Jesus da história, o Jesus antes do cristianismo. A tese é simples: Jesus foi um revolucionário judeu que, há dois mil anos, atravessou a província da Galileia reunindo apoiantes para um movimento messiânico, com o objectivo de estabelecer o Reino de Deus, mas cuja missão falhou quando, após uma entrada provocatória em Jerusalém e um ataque descarado ao Templo, foi preso e executado por Roma pelo crime de sedição.

A ideia de um Jesus zelota não é original, mesmo em português já dispúnhamos de Jesus. O Galileu Armado[2]. Desde o séc. XVIII, até à actualidade, a bibliografia sobre o Jesus da história é tão vasta que é preciso coragem para alguém se apresentar com um contributo verdadeiramente novo. A Reza Aslan não lhe faltou coragem, mas como é costume dizer, o que tem de bom não é muito original e quando pretende ser original não é muito interessante. A leitura é agradável.

Ainda não há muitos anos, era frequente ouvir dizer - a quem não estava de boas relações com as instituições eclesiásticas -, Jesus Cristo, sim! Igreja, não! Agora, em certos meios, procura-se de tal modo o Jesus da história que se ignora o Cristo da fé. O próprio Aslan conclui, de forma paradoxal, a sua narrativa com estas palavras significativas: Jesus de Nazaré – Jesus, o homem- é tão cativante, tão carismático e tão louvável, como Jesus, o Cristo. É, em suma, alguém em quem vale a pena acreditar.

2. Hoje, temos edições de todos os textos primitivos, os conhecidos, que se referem a Jesus Cristo: canónicos, apócrifos e dos adversários. António Piñero[3] é um dos obreiros desse empreendimento, em Espanha. Desenhou, além disso, os 100 Rostos de Jesus Cristo e responsabilizou-se por esse atrevimento. Publicou, entre outros, um livro muito didático para que um grande público pudesse conhecer, com rigor, Israel e o mundo no qual nasceu e cresceu Jesus de Nazaré.

Quem eram, afinal, os zelotas? O vocábulo significa ”gente caracterizada pelo zelo pela Lei”. Assim, sabemos que existiram sempre zelotas na história de Israel, desde o Exílio até ao ano I. O conceito genérico correspondia a um movimento sócio-religioso de defesa de um património religioso, nacional ou internacional, que se sentia em perigo. Nesse sentido, podemos dizer que hoje são zelotas os defensores fanáticos da sharia, ou lei islâmica, os fundamentalistas muçulmanos e também podem ser designados como zelotas, os membros de alguns grupos integristas católicos.

Mais em concreto, entendemos por zelotas os membros do movimento religioso e político, de resistência anti-romana, começado por Judas, o Galileu, no ano VI d.C.. Os seus seguidores estão ligados por uma doutrina de fundo, meramente farisaica, da escola de Samay, vivida de forma radical nos seus aspectos sociais e políticos. Esta ideologia concretizava-se no movimento nacionalista, militante e fanático, que Flávio Josefo chama a “quarta filosofia”(seita/partido) dos judeus. Os outros três movimentos são os saduceus, fariseus e essénios. Tinham um lema que os orientava nas suas acções: Israel não pode admitir nem honrar ninguém como rei ou senhor, além do Deus único.

Os zelotas não toleravam, por isso, nenhum poder estrangeiro em Israel. Pagar impostos ao Império Romano era perpetuar a idolatria num país santo, cujo único dono era Iavé. Os zelotas empreendiam acções que hoje designaríamos por terroristas, tanto contra os romanos como contra os judeus seus amigos e colaboradores. Pensavam, no entanto, que o ser humano não devia deixar só nas mãos de Deus a libertação de Israel. Eles próprios deveriam agir recorrendo à luta armada.

Uma definição, tão geral como a exposta, permite considerar que também houve zelotas, por conta própria, já no ano I e desde então até às guerras judaicas contra Roma. Dito isto, é preciso afirmar que os zelotas, como partido religioso e presença social viva, não existiam no começo do séc. I. Flávio Josefo não fala deles de forma detalhada até ao ano 66 d.C., quando conquistaram Jerusalém, em oposição a outros judeus moderados, tornando-se um movimento populista contrário aos ricos. Uma das primeiras medidas que tomaram foi destruir todos os arquivos onde se encontravam todas as dívidas contraídas pelo povo.

Os sicários foram, provavelmente, grupos de zelotas independentes.

3. Recolhi estas indicações para não sermos apressados a designar Jesus como um zelota. Aí voltaremos. No entanto, num sentido amplo, ao longo da história da Igreja houve muito zelo mal esclarecido, a ponto de entregar à perdição quem não pertencia à Igreja ou dela era excluído. Hoje, com o zelo por certas tradições eclesiásticas, por certo tipo de exegese bíblica e respeitos dogmáticos, carregamos os católicos com fardos absurdos e, depois, permitimos caminho largo onde deveria ser estreito.
Frei Bento Domingues, O.P.
23.02.2014, in Público, via aqui

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Quero ser pai?

Argumentos a favor e contra a paternidade


Sim, serei pai. E, como imagino que deve acontecer com a maioria dos homens, estou morrendo de medo. Não tenho vergonha de admitir isso, mas estou certo de que, dentro de alguns meses, negarei ter escrito este texto. Como pai de primeira viagem, pesquisei na internet todo tipo de informação, como se existisse um manual de instruções para ser pai. O resultado está sendo demolidor.

Há pessoas que negam a paternidade acima de todas as coisas. São os "Sem filhos por opção", que argumentam não haver razão peso para ter filhos, que eles causam problemas e atrapalham a vida cotidiana. Além disso, afirmam não ser capazes de assumir a grande responsabilidade de ter, educar e criar um filho. Estes são argumentos muito pessoais, com os quais não me identifico em absoluto.

Eles dizem que alguns motivos para não ter filhos são: não querer sacrificar a privacidade pessoal pelos filhos ou o tempo para seu cuidado e atenção; não reduzir as possibilidades de promoção no trabalho; manter a possibilidade e capacidade de estudar, mudar de cidade, de emprego etc., tanto a curto como a longo prazo.

É muito provável que seja assim mesmo e não me atrevo a refutá-los. Mas esta é uma visão muito negativa da paternidade e, definitivamente, para quem pensa assim é preferível não ter filhos mesmo.

Alguns vão além e chegam a dizer coisas como: é possível oferecer uma maior contribuição à humanidade sem ter filhos; ter filhos por decisão própria não é adequado, quando existem muitas crianças no mundo em condições desumanas, algumas delas em adoção.

Li inclusive apocalípticos que explicam que é intrinsecamente imoral trazer gente ao mundo e, além disso, deve-se evitar o sofrimento que acompanha a vida. E existem as feministas, que consideram a paternidade como uma construção social heteronormativa que subjuga a identidade pessoal e seu progresso, ao restringir as opções de estilo de vida.

Sempre pensei que fazer dos próprios problemas uma ação categórica não é uma boa solução. Mas, além disso, a meu ver, a vida não é um sofrimento; não acho que minha contribuição à humanidade seja tão decisiva assim; e não sei decifrar o que significa "subjugar a identidade pessoal".

Por outro lado, existem os que defendem a paternidade como um bem para a sociedade.

São aqueles que falam de ter filhos como uma forma de garantir a velhice do conjunto da sociedade do bem-estar; falam da necessidade de filhos para compensar o crescimento do envelhecimento da população; e os que veem nos filhos uma forma de transmissão cultural ou social sem a qual seríamos conquistados culturalmente.

Depois de tanta argumentação a favor e contra a natalidade, estou horrorizado, porque o amor entre os pais nunca aparece como um elemento decisivo; então, decidi parar de pesquisar sobre este tema.

É melhor ir dormir e, junto à minha esposa, desfrutar dos primeiros chutes e movimentos da nossa filha. Quando ela perguntar por que a trouxemos ao mundo, eu lhe direi que foi por amor.
Fonte:  aqui          

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Miguel Torga e a paisagem

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Menina recebe pai como prenda de aniversário

Uma menina de 3 anos de idade, tem a maior surpresa da sua vida ao desembrulhar a sua prenda de aniversário.
Joshua Carr, um soldado dos Estados Unidos, regressou de uma missão no Afeganistão no dia do terceiro aniversário da filha, e decidiu dar-se a si mesmo como presente.

"A minha mãe embrulhou a caixa e cortou a parte inferior para que eu coubesse lá dentro, quando cheguei a casa dos meus pais (onde a menina viveu enquanto estava em missão), a minha mãe colocou-me a caixa e esperei", contou Joshua Carr à Stars and Stripes. "A parte mais difícil era segurar a caixa sem que ela abanasse, não queria assustar a minha filha antes de tempo," revelou.

O vídeo, que foi publicado em Setembro para que a família pudesse ver, mostra a surpresa e a alegria da menina ao receber a sua prenda de aniversário. Apesar de ter sido publicado para a família o vídeo tornou-se viral no dia do Presidente.
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Fonte: aqui

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A cor de uma nova liberdade

NÃO, NÃO ESTOU VELHO!!!!!!
NÃO SOU É SUFICIENTEMENTE NOVO  PARA  JÁ SABER TUDO!
 Passaram 40 anos de um sonho chamado Abril.
E lembro-me do texto de Jorge de Sena….
Passaram quatro décadas e de súbito os portugueses ficam a saber, em espanto, que são responsáveis de uma crise e que a têm que pagar…. civilizadamente,  ordenadamente, no respeito  das regras da democracia, com manifestações próprias das democracias e greves a que têm direito, mas demonstrando sempre o seu elevado espírito cívico, no sofrer e ….calar.
Sou dos que acreditam na invenção desta crise.

Um “directório” algures  decidiu que as classes médias estavam a viver acima da média. E de repente verificou-se que todos os países estão a dever dinheiro uns aos outros…. a dívida soberana entrou no nosso vocabulário e invadiu o dia a dia.
Serviu para despedir, cortar salários, regalias/direitos do chamado Estado Social e o valor do trabalho foi diminuído, embora um nosso ministro tenha dito decerto por lapso, que “o trabalho liberta”, frase escrita no portão de entrada de Auschwitz.
Parece que  alguém anda à procura de uma solução que se espera não seja final.
Os homens nascem com direito à felicidade e não apenas à estrita e restrita sobrevivência.
Foi perante o espanto dos portugueses que os velhos ficaram com muito menos do seu contrato com o Estado  que se comprometia devolver o investimento de uma vida de trabalho.Mas, daqui a 20 anos isto resolve-se.
Agora, os velhos atónitos, repartem o dinheiro  entre os medicamentos e a comida.
E ainda tem que dar para ajudar os filhos e netos num exercício de gestão impossível.
A Igreja e tantas instituições de solidariedade fazem diariamente o miagre da multiplicação dos pães.
 Morrem mais velhos em solidão, dão por eles pelo cheiro, os passes sociais impedem-nos de  sair de casa,  suicidam-se mais pessoas, mata-se mais dentro de casa, maridos, mulheres e filhos mancham-se  de sangue , 5% dos sem abrigo têm cursos superiores, consta que há cursos superiores  de geração espontânea, mas 81.000  licenciados estão desempregados.
Milhares de alunos saem das universidades porque não têm como pagar as propinas, enquanto que muitos desistem de estudar para procurar trabalho.
Há 200.000 novos emigrantes, e o filme “Gaiola Dourada”  faz um milhão de espectadores.
Há terras do interior, sem centro de saúde, sem correios e sem finanças, e os festivais de verão estão cheios com bilhetes de centenas de euros.
Há carros topo de gama para sortear e auto-estradas desertas. Na televisão a gente vê gente a fazer sexo explícito e explicitamente a revelar histórias de vida que exaltam a boçalidade.
Há 50.000 trabalhadores rurais que abandonaram os campos, mas  há as grandes vitórias da venda de dívida pública a taxas muito mais altas do que outros países intervencionados.
Há romances de ajustes de contas entre políticos e ex-políticos, mas tudo vai acabar em bem...estar para ambas as partes.
Aumentam as mortes por problemas respiratórios consequência de carências alimentares e higiénicas, há enfermeiros a partir entre lágrimas para Inglaterra e Alemanha para ganharem muito mais do que 3 euros à hora, há o romance do senhor Hollande e o enredo do senhor Obama que tudo tem feito para que o SNS americano seja mesmo para todos os americanos. Também ele tem um sonho…
Há a privatização de empresas portuguesas altamente lucrativas e outras que virão a ser lucrativas. Se são e podem vir a ser, porque é que se vendem?
E há a saída à irlandesa quando eu preferia uma…à francesa.
Há muita gente a opinar, alguns escondidos com o rabo de fora.
E aprendemos neologismos como “inconseguimento” e “irrevogável” que quer dizer exactamente o contrário do que está escrito no dicionário.
Mas há os penalties escalpelizados na TV em câmara lenta, muito lenta e muito discutidos, e muita conversa, muita conversa e nós, distraídos.
E agora, já quase todos sabemos que existiu um pintor chamado Miró, nem que seja por via bancária. Surrealista…
Mas há os meninos que têm que ir à escola nas férias para ter pequeno- almoço e almoço.
E as mães que vão ao banco…. alimentar contra a fome , envergonhadamente , matar a fome dos seus meninos.
É por estes meninos com a esperança de dias melhores prometidos para daqui a 20 anos, pelos velhos sem mais 20 anos de esperança de vida e pelos quarentões com a desconfiança de que não mudarão de vida, que eu não quero morrer sem ver a cor de uma nova liberdade.
 Júlio Isidro

Tomate protege pele




O tomate é um "super fruto" que ajuda a prevenir doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro. Quanto mais vermelho estiver, maiores serão os seus benefícios para a saúde.
A ingestão de polpa de tomate concentrada pode ajudar a prevenir as queimaduras do sol na pele e o seu envelhecimento prematuro, diz um estudo realizado por cientistas britânicos. A pesquisa realizada por investigadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, concluiu que a ingestão diária de cinco colheres de sopa de polpa de tomate é suficiente para aumentar a capacidade da pele se proteger contra os raios ultravioletas maléficos. A exposição a estas radiações pode levar ao envelhecimento precoce ou mesmo provocar cancro da pele.
Por detrás do alegado benefício está, segundo os investigadores, o antioxidante licopene, uma substância encontrada no tomate e que já foi ligada à redução no risco de cancro da próstata por outros estudos e até mesmo de outros cancros.
Para além disso, o tomate é boa fonte das vitaminas A, B e C, e de sais minerais como fósforo, ferro, potássio e magnésio.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O QUE OS SINDICATOS FIZERAM...

Abram a boca até às orelhas!!!! Salários do METRO...."os príncipes de um país miserável!!!


Secretária de Administração €3.753,59
Mestre Serralheiro €2.969,30
Maquinista de manobras €2.785,17
Maquinista €2.587,25
Fiscal €2.020,66
Motorista €1.939,09...
Agente trafego €1.642,41
Desenhador €1.547,09
Auxiliar €1.476,86
Os maquinistas ainda recebem um subsidio que varia entre 317 e 475,50 euros para abrir e fechar as portas.
Os maquinistas fazem 3 horas por dia de condução.
Os funcionários do metro, à semelhança com o que acontece com os funcionários da Carris e da Transtejo, quando se reformam têm uma pensão que é igual à do último salário recebido no activo;
Quando estão de baixa têm direito a médico ao domicílio e recebem 100% do salário;
Os Maquinistas têm direito a um subsídio por cada quilómetro percorrido, mais 68 euros se não faltarem mais de 5 horas e se não faltarem no mês todo mais um prémio de 223 euros;
Os empregados e reformados viajam gratuitamente, assim como os cônjuges, os pais, filhos, enteados e irmãos que os trabalhadores tenham;
Como resultado desta mamadeira, só no ano passado o prejuízo desta empresa pública foi de 390 milhões de euros...

(Recebido por email)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

A anona


A anona, também é conhecida como fruta do conde ou graviola, no Brasil. Além de ser um fruto delicioso, com   excelentes propriedades nutricionais, tem inúmeros benefícios para a saúde, de entre os quais se  destacam os efeitos anti-cancerígenos.
Trata-se de um fruto tropical, de tamanho grande e com um sabor único, que pode ser consumido durante todo o ano. Tem uma polpa branca, com várias sementes escuras no meio, podendo ingerir-se ao natural, em bebidas, gelados ou outros doces.
Em termos nutricionais, a anona é uma fruta bastante completa, sendo rica em água e vitamina C e vitaminas do grupo B; possui ainda  cálcio, fósforo, ferro e potássio e hidratos de carbono (especialmente a frutose).
Dos vários benefícios para a saúde, podemos salientar os seguintes:
Efeitos anti-cancerígenos, ajudando a combater células malignas em diversos tipos de cancro (incluindo o do cólon, da mama, do pâncreas, da próstata e do pulmão).
Actuação contra as infecções bacterianas.
Regulação da tensão arterial alta.
Acção anti-depressiva e de combate aos distúrbios nervosos.
Efeito purgante no organismo.
Fonte: aqui

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Coisas da Maturidade



Pensamentos de Rubem Alves



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O cardeal Clemente

Li, há dias, no Público, uma entrevista a D. Januário Torgal Ferreira, antigo bispo das Forças Armadas. Um refrigério, se a compararmos com a dicção monótona, precaucionista, desagradável e espalmada de, por exemplo, D. Manuel Clemente.

O patriarca de Lisboa é uma sombra melancólica do que foi. E foi um homem desenvolto quando reitor do Seminário dos Olivais.

Conheci-o num debate promovido pela SIC e moderado por Margarida Marante. Um regalo para os olhos e para o espírito. Dois homens cultos, que se respeitavam e desejavam expor, sem gritaria, as suas visões de mundo e as características das respectivas singularidades.

Carteámo-nos por e-mail e, mais tarde, com ele participei, no Porto, em uma controvérsia sobre exclusão social, sob o patrocínio do Montepio Geral.

Ouço-lhe as homilias, os comentários, leio-lhe as entrevistas e as enunciações. Tentava descobrir, no homem de hoje, o padre aberto, dialogante e claro de outrora. Nem sequer a mais ligeira recomendação sobre o Papa Francisco.

A homilia há dias proferida na Capela de Santa Maria constituiu um fluxo de banalidades, mais comuns a pároco de aldeia e não ao fino intelectual interventivo e solidário que foi e deixou de ser.

Parece, inclusive, nas evasivas, nas sinédoques e metáforas com que ornamenta a oração, não estar disposto, como devia e seria imperioso, a arguir, a denunciar, a verberar a situação portuguesa, em todas as vertentes da sua desgraçada miséria.

O mutismo do patriarca Clemente chega ser inquietante, e nada tem a ver com o vendaval moral e cultural que varre o Vaticano. Aliás, ele não está só nesta incongruência desacreditante.

O Episcopado rege-se pela mesma pauta e pratica o silêncio como forma de passar ao lado. O Papa quer punir os padres pedófilos, através das leis civis. Quanto a esse assunto, oclusão absoluta, de que é paradigma o caso de D. Carlos Azevedo.

A Igreja regressou ao breviário mais reaccionário e mais infame. Nos momentos em que mais precisamos da sua voz e do exemplo dos seus melhores homens, desvia-se e entoa outros cantares.

Habitualmente, segue a música do suserano. Cabe-nos, também, modificar essa obediência, que possui algo de servidão e de medo.

Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico.
 BAPTISTA-BASTOS, Hoje, in DN

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Um Português Contribuinte

Eu pago
por isso
exijo
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AINDA HÁ VALORES

Existem situações na vida que nos fazem acreditar que sempre é possível
sermos melhores do que somos!

Temos aqui um bom exemplo:

Durante um jogo de futebol, na Holanda, um jogador da equipe de Vermelho-o
Ajax - sofreu uma falta e ficou contundido, caído no chão. Um dos jogadores
da equipe adversária - de amarelo - como é hábito, atirou a bola para fora
para que o jogador fosse atendido.

Quando o jogador ficou recuperado, o lançamento pertenceu ao Ajax (de
vermelho). Como manda o desportivismo, um jogador do Ajax tentou devolver a
bola para o campo do adversário.

Só que o fez de forma desajeitada e, sem querer, acabou por meter a bola na
baliza do adversário.

Todos, incluindo o jogador que, sem querer, fez o golo, ficaram
atrapalhados. Mas o árbitro, correctamente, considerou o golo válido!

A bola voltou ao centro para o jogo ser retomado com aquele resultado
injusto.

Foi nesse momento que os jogadores do Ajax, com grande espírito desportivo,
tomaram rapidamente uma resolução: todos ficarem quietos para permitir que
os adversários - os de amarelo - fizessem um golo também para repor a
justiça do resultado. E foi isso que aconteceu!

É impressionante o sentido de equipa e sentido de justiça do Ajax - de
vermelho - e o bom entendimento entre todos eles para que nenhum se
movimentasse. Eles queriam ganhar, mas a vitória teria que ser "limpa" e
"justa"!

Este "mail" deveria chegar a todos: às famílias, às Escolas, às Empresas ...

E se chegasse ao Parlamento, ao Governo, aos Tribunais ...

Todos precisamos de aprender com exemplos de honestidade ...

Ética é isto: O golo foi legal, mas imoral.

AGORA SIM.VEJA O VÍDEO EM ANEXO 
E APRENDA A VIVER ASSIM

video

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Papa Francisco recebe a mãe de um condenado à morte

Lidia Guerrero pediu ao Papa que ajude a acabar com a pena de morte
e a discriminação étnica


(Na foto, o Papa Francisco fala com a Sra. Lidia Guerrero, a mãe de Víctor Hugo Saldaño, preso condenado à morte. O encontro foi na audiência geral do dia 5 de fevereiro)

Na última quarta-feira, o Papa Francisco recebeu em audiência a Sra. Lidia Guerrero, mãe de Víctor Hugo Saldaño, homem argentino que está no "corredor da morte" há 17 anos, no Texas (EUA).

Lidia Guerrero cumprimentou o Papa Francisco para pedir-lhe sua intermediação contra a pena de morte e a discriminação étnica.

Saldaño, de 39 anos, foi condenado à morte pelo homicídio do vendedor de computadores Paul Ray King, ocorrido em 25 de novembro de 1995, nas redondezas de Dallas.

Juan Carlos Vegas, o advogado de Saldaño, informou à Aleteia que o Papa teve palavras de misericórdia para a mãe do condenado. Segundo Vega, o Papa lhe assegurou sua proximidade e a incentivou a continuar lutando pela causa de Saldaño, que, segundo o Pontífice, "vale a pena".

O Papa teve uma atitude atenta e compassiva com a mãe de Saldaño e lhe disse que "rezou muito por este cordobês", referindo-se ao gentílico usado para pessoas de Córdoba (Argentina), de onde a família é originária.

Lidia, depois da audiência, ficou profundamente emocionada, contou o advogado da família, enquanto se dirigia ao hotel para fazê-la descansar. Vega também disse à Aleteia que Saldaño sofre de transtornos mentais, devido às condições insanas do "corredor da morte".

O advogado comentou que confia em que o Papa intercederá pela situação de Saldaño quando se encontrar com o presidente dos EUA, Barack Obama, que visitará a Santa Sé em 27 de março. O Papa provavelmente pedirá para que a pena de morte seja abolida e para que se respeite a sentença da Suprema Corte, que se pronunciou a favor de Saldaño, por considerar o julgamento "processualmente falho" por motivos de "discriminação étnica".

A mãe de Saldaño começou uma batalha legal (que dura quase duas décadas) para que seu filho seja transferido a uma prisão comum. Depois da última sentença negativa da justiça americana, a família espera uma nova sentença do tribunal da OEA (Organização dos Estados Americanos).
Fonte: aqui

sábado, 8 de fevereiro de 2014

O Papa e o maldito sexo

Texto de Anselmo Borges no DN.


Leia aqui.

Educação Sexual ..

- Uma delícia ...    

descripción: descripción: cid:1.2031303364@web172005.mail..ir2.yahoo.com
 
Anita, de sete anos, regressa a casa vinda da escola.
Tinha tido a primeira aula de educação sexual.
 
A mãe, muito interessada pergunta:
- Como é que correu?
- Quase morri de vergonha! - respondeu a pequena Anita.
- Porquê? - perguntou a mãe.
 
Anita respondeu:
- O Zezinho, o menino com o cabelo ruivo, disse que foi a cegonha que o trouxe.
- O Marco, da livraria, disse que veio de Paris.
- A Cristina, a vizinha do lado, disse que foi comprada num orfanato e o Tó disse que foi comprado no hospital.
- O Paulinho disse que nasceu de uma proveta. 
- O André disse que nasceu de uma barriga de aluguer.
 
A mãe de Anita respondeu quase sorrindo:
- Mas isso não é motivo para te sentires envergonhada...
- Não, já sei, mas não me atrevi a dizer-lhes que como nós somos pobres, tiveste que ser tu e o pai a fazer-me...!!!
 
         
 
Tenham cuidado com aquilo que dizem aos vossos netos, quando confrontados/as com perguntas sobre sexualidade vs natalidade. 
(Recebida por email) 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Há quem defenda assanhadamente tradições e, ao mesmo tempo, se ria de tradições




Certamente o amigo leitor já viu o modo aguerrido como alguns jovens defendem as praxes como uma tradição académica.
Já vi a gente nova defender assanhadamente tradições que julgava incompatíveis com a irreverência juvenil.
Mas todos vimos como muita gente nova lida com desdém com tradições ligadas à moral, à ética, à religião.


Parece que são boas as tradições que nos agradam e más as que nos exigem esforço. Sim, esforço, não para os outros, mas a si mesmo.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Hoje vou mostrar-te as 9 coisas que irás ver desaparecer das nossas vidas

Não deixa de ser interessante notar, e muito verdadeiro também, se estas mudanças vão ser boas ou más, depende em parte de como nós nos adaptarmos a elas. Mas, quer as desejemos ou não, aqui vão elas...

 

 

1. O Correio

Vai-te preparando para viver um mundo sem Correios. Eles estão a descair tanto com problemas financeiros que provavelmente não há maneira de os aguentar por muitos mais anos. O e-mail, FedEx, Facebook e SMS, têm praticamente dizimado as cartas, que é como quem diz a receita mínima necessária para manter os Correios a funcionar. O pouco do que ainda recebemos pelo correio, todos os dias, não passa de ”lixo” e contas.

 

2. O cheque

A União Europeia já está a preparar o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa bilhões de euros por ano ao sistema bancário. Cartões de plástico e transacções on-line, ou pelo telefone, vão levar à eventual extinção do cheque. Isto tem ligação directa para a morte dos Correios. Se ninguém nunca pagar as suas contas pelo correio e nunca receber as pensões pelo correio, os Correios ficam em absoluto fora do negócio.

 

3. O jornal

A geração mais jovem simplesmente não lê o jornal. Eles certamente não se deslocarão a um quiosque para procurar um jornal impresso. Foi o que já aconteceu com o leiteiro e o padeiro. Quanto ao ler o jornal on-line, preparem-se para ter de pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis com Internet e e-readers, tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para criar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e outras grandes empresas de telefonia móvel para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga.

 

4. O livro

Vocês podem dizer que nunca vão desistir do livro físico, que seguramos na mão enquanto lemos e vamos virando as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que o meu CD tivesse cópia impressa. Mas eu rapidamente mudei de ideias quando descobri que poderia obter os álbuns pela metade do preço, sem sair de casa, para conseguir os últimos êxitos. A mesma coisa está a acontecer com os livros. Hoje já podemos navegar nas livrarias on-line, e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade do de um livro em papel. É só pensar na conveniência! Assim que começares a passar os dedos pelo ecrã, em vez do livro, vais entrar na história como se fizesses parte dela, e a desejar mais ver o que acontecerá a seguir, esquecendo logo de que estás a segurar um gadget em vez de um livro.

 

5. O telefone fixo

 Já hoje não precisamos do telefone fixo. A maioria das pessoas ainda o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Até a própria Telecom aproveita a linha do telefone mais para serviços, como o da televisão, do que para o telefone. Inclusivamente todas as empresas de telemóveis oferecem serviço fixo gratuito porque ele já é inespressivo.

 

6. A Música

Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria discográfica está a definhar de morte lenta. E não é só por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é que é o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente a autodestruir-se. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Anexos dos Catálogos", o que significa música tradicional, com a qual o público está familiarizado. Os artistas mais antigos e consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo.

 

7. A Televisão

As receitas dos canais televisivos tem caído drasticamente. Não apenas por causa da crise. As pessoas estão a preferir assistir a televisão e filmes a partir dos seus computadores. E, ao mesmo tempo, elas jogam e fazendo muitas outras coisas, que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo a ver televisão. Programas do horário nobre descambam abaixo do menor denominador comum. A publicidade roda a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. Está na hora das empresas do cabo serem postas de fora da nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line através do Netflix.

 

8. As coisas que hoje usamos

Muitos dos bens que usamos e possuímos já não poderemos realmente possui-los no futuro. Eles podem simplesmente ficar na "nuvem ". Hoje os nossos computadores ainda têm um disco rígido, onde guardamos as nossas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está num CD ou DVD, sempre podemos reinstalá-lo, se for necessário. Mas tudo isso está a mudar. Os serviços de internet oferecem "serviços em nuvem" gratuitos. Isso significa que assim que ligamos o computador, a Internet é incorporada ao sistema operativo. Assim, se clicar num ícone, ele vai abrir algo na Internet. Se guardar alguma coisa, ela será salva na nuvem. Neste mundo virtual, podemos aceder à nossa música, ou aos nossos livros, ou qualquer coisa do género, a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo movel. Não é porque as coisas estejam mais seguras, mas porque essa é a realidade do futuro.

 

9. A nossa privacidade

 Se já houve um conceito, com que podemos olhar para trás com nostalgia, é o da privacidade. Isso já acabou. Ela foi-se já há muito tempo, de qualquer maneira. Vivemos a era do "big-brother". Há câmaras nas ruas, na maior parte dos edifícios, e até mesmo no nosso computador e telemóvel. E vocês podem ter certeza que funcionam 24 horas por dia, 7 dias na semana, "Eles" sabem quem és e onde estás, até as coordenadas GPS, e o Google Street View. Se comprarem alguma coisa, isso é colocado num trilhão de perfis, e passam a receber anúncios reflectido essa escolha. Neste momento é possível conferir todos os teus passos, desde que te levantas até que te deitas, documentando-os em filmes ou fotografias.

 

 

Tudo o que temos perdido e que não pode ser alterado são as "Memórias"... E memso essas, provavelmente, o Alzheimer nos vai tirar também!
O futuro já é hoje


(Recebido por email)

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Gases de vacas provocam fogo em quinta




O gás libertado pela flatulência de 90 vacas provocou uma pequena explosão, seguida de incêndio numa quinta alemã.
A flatulência de 90 vacas provocou uma explosão seguida de incêncio num estábulo em Rasdorf, na região centro da Alemanha, informou polícia local citada pela agência Reuters.
Os animais encontravam-se fechados "num lugar provavelmente pouco ventilado", pelo que a produção do gás metano, resultante da flatulância natural das vacas, reagiu "possivelmente a uma descarga eletrostática", ptovocando uma pequena explosão, seguida de incêndio, explicou a polícia local.
Devido ao acidente que ocorreu na quinta-feira, parte do telhado da estrutura ficou destruído e um dos animais sofreu queimaduras.
Fonte: aqui