segunda-feira, 31 de março de 2014

Seminário de mulheres

Um grupo de mulheres reuniu-se num seminário sobre como melhorar a sua vida  conjugal.
 Em fase introdutória, foi-lhes questionado: "Quais de vós ainda amam os  seus maridos?"
Todas levantaram a mão!
De seguida foram inquiridas sobre qual a última vez que teriam dito aos  seus maridos que o amavam.
 Algumas responderam "Hoje", outras "Ontem".. mas a  maioria não se  recordava!
Por fim fizeram um teste e pediram-lhes que todas agarrassem no respectivo  telemóvel e enviassem um sms aos seus maridos dizendo "Amo-te muito  Querido."
Depois foi-lhes pedido que mostrassem as respostas dos respectivos Maridos.
Estas foram algumas das respostas:
-  Mãe dos meus filhos! Tu estás bem??
-  Que foi? Bateste com o carro outra vez?
-  Que fizeste agora? Desta vez não te perdoo!
-  Que queres dizer?
-  Não andes com rodeios, diz-me só de quanto precisas.
-  Estarei a sonhar?
-  Se não me dizes para quem era este sms, juro que te mato!
E a melhor de todas:
-  Quem és tu?

sábado, 29 de março de 2014

Casca de nozes




A casca de nozes é cada vez mais conhecido como um excelente aliado para a nossa saúde. As nozes e, em especial, a sua casca são ricas em antioxidantes, especialmente vitamina E e selénio, fito-estrogénios e rico em cálcio, trazendo muitos benefícios para quem as consome. Os chineses, de onde as nogueiras são originárias, defendem o seu consumo diário, de forma moderada, há milhares de anos.
A casca de nozes pode ser consumida em forma de chá ou em forma de especiaria que pode juntar à confecção de diversos alimentos. Pode juntar a casca aos cereais e frutas ou picadas na salada verde, massa e molhos.


Benefícios:
Eliminam o excesso de colesterol;
Dissolvem coágulos no sangue;
Eliminam do sangue a nicotina do cigarro;
Ajudam a perder peso e a combater a tensão alta.
São também aconselhadas a quem sofre de insónias, bronquite asmática, doenças respiratórias, enxaqueca e sinusite.
Combatem a anemia; fortalecem as defesas do corpo; auxiliam na formação de glóbulos vermelhos e combatem o envelhecimento das células.
O chá de nozes é 100% natural e não tem contra-indicação.


Fonte: aqui

Três Papas




Legendas. Diz o maior para o mais pequeno:
1 – Calma, somos só nós dois. O Bento não conta.
2 – Quando andaste vestido de CR7 e de Homem-Aranha não choraste tu…
3 – Vais-te rir o resto da vida por causa desta fotografia.
4 – Com o que é que a tua mãe lavou a tua roupa, que está a ofuscar a minha?
5 – Preferias a sede gestatória, é?

Fonte: aqui

sexta-feira, 28 de março de 2014

Jesus Cristo, o milagreiro espectacular

Crítica de Luís Miguel Oliveira, no "Público", sobre o filme do Jesus de Digo Morgado, "Filho de Deus", que está agora nos cinemas portugueses:

As dez horas da série televisiva A Bíblia comprimidas em duas horas e picos. É difícil imaginar que isto alguma vez tenha sido bom, mas assim em versão digest (quem nem por isso deixa de parecer longuíssima) é uma penitência que só se aguenta em nome dos mais inconfessáveis pecados de cada um. Sem sentido de estrutura ou de dramaturgia, limita-se a atirar umas figuras para a paisagem e a ilustrar uma espécie de greatest hits da Bíblia, saltando de episódio célebre em episódio célebre, sempre sem contexto, sem olhar, sem construção. Sem crítica, também, no sentido em que não propõe nenhum pensamento sobre as personagens e as histórias, tal como remove cuidadosamente o pensamento de Jesus Cristo, reduzido ao estereotipo do milagreiro espectacular. O cinema filma esta história desde os primórdios, e de DeMille a Mel Gibson, de Oliveira a Zeffirelli, a vida de Cristo já serviu para muita obra-prima e para muito pastelão. O Filho de Deus é tão mau que põe tudo numa perspectiva nova: ao pé dele, até Gibson é parecido com DeMille, até Zeffirelli é parecido com Oliveira - pois ao menos tinham alguma ideia, minimamente pessoal, sobre o que estavam a filmar. Uma ideia estética, no limite. É finalmente o que mais impressiona neste Filho de Deus que não passa de um tristíssimo enteado dos deuses cinematográficos: a sua completa cegueira aos dois mil anos de trabalho que a arte ocidental leva sobre a representação destas figuras e destas histórias. Apenas uma inóspita fealdade, o nulo total, caso para dizer, com propriedade, que eles não sabem o que fazem.
Tirado daqui.

E a julgar por estar imagem, é mesmo de temer o pior.

Fonte: aqui

quinta-feira, 27 de março de 2014

Três milhões de pessoas, na maioria cristãs, estão a ser atingidas pela onda de violência promovida pelo grupo islâmico Boko Haram


A Fundação Ajuda a Igreja que Sofre estima que as ações terroristas levadas a cabo pelo grupo islâmico Boko Haram, na Nigéria, estão a afetar pelo menos três milhões de pessoas, na sua grande maioria cristãs.
Numa nota publicada através da sua página de internet, a organização humanitária católica dependente da Santa Sé cita dados da Agência de Gestão de Emergência (AGE), tutelada pelo governo nigeriano, e que apontam para uma crise humana “sem precedentes”.
Esta onda de violência, que já provocou milhares de mortos, tem-se feito sentir sobretudo no norte da nação africana, onde os rebeldes pretendem criar um estado independente, que seja regulado pela “sharia”, a lei islâmica.
As regiões de “Borno, Yobe e Adamawa” têm sido as mais atingidas e só desde janeiro deste ano, “cerca de 250 mil pessoas” foram obrigadas a “abandonar as suas casas”, em busca de segurança.
Muitas delas residem agora em “acampamentos improvisados ou temporariamente em casas de amigos ou familiares”, realça a AGE, que sublinha a urgência de “apoiar estas populações, cujas necessidades básicas, como alimentação ou acesso a água potável crescem de dia para dia”.
O grupo terrorista “Boko Haram”, cujo nome significa na língua local “a educação não islâmica é pecado”, tem lançado sucessivos ataques contra as minorias religiosas radicadas no norte, sobretudo as comunidades cristãs, destruindo habitações, escolas e locais de culto.
Atualmente com cerca de 170 milhões de habitantes, a Nigéria é o maior país do continente africano, em termos demográficos, mas também um dos mais divididos, palco de constantes tensões políticas, socioeconómicas, religiosas e territoriais.
Fonte: aqui

quarta-feira, 26 de março de 2014

Algumas verdades bastante inconvenientes sobre o radicalismo libertário


Na semana passada, usamos a guerra contra as drogas como um exemplo para analisar a teoria da autopropriedade ou posse de nós mesmos: trata-se do princípio libertário radical que afirma que nenhum de nós deve nada a ninguém, a menos que livremente concorde em ceder algo a outra pessoa como presente ou objeto de troca.

De acordo com os dogmas da autopropriedade, escritos ao bel-prazer de autores como Ayn Rand e Murray Rothbard, cada um de nós é um “self-made man”, um indivíduo que se faz sozinho na vida, um criador do próprio destino, que não deve satisfações a ninguém; um individualista que conquistou da natureza implacável tudo aquilo que tem e tudo aquilo que é. A imagem desse tipo de homem se reflete na cultura popular através de obras em que o homem desajustado, solitário, proscrito, é tido como herói por se recusar a ser intimidado ou seduzido pela multidão. O filósofo Edward Feser resumiu assim a teoria subjacente a essa imagem:
 
"A tese da autopropriedade é a base da filosofia política de muitos libertários. Os direitos naturais à vida, à liberdade e à propriedade (cuja proteção, de acordo com o libertário, é a única função legítima do governo) derivam da autopropriedade, em particular da propriedade que cada um tem do próprio corpo e das suas partes, das próprias capacidades e do próprio trabalho, e, por extensão, de tudo aquilo que um indivíduo pode adquirir com o exercício não-coercitivo dessa autopropriedade. Nesta perspectiva, o governo não pode, legitimamente, interferir no uso que um indivíduo faz do seu corpo, das suas habilidades, etc., desde que esse uso não viole os direitos dos outros e mesmo nos casos em que esse uso por parte do indivíduo pudesse ser tido por imoral em outras circunstâncias: por exemplo, se alguém decide usar drogas ou beber noite após noite até entrar em coma, o Estado não teria direito algum de impedi-lo".

Em contrapartida, o libertário também considera que, se o Estado não tem o direito de impedir ninguém de se autodestruir, ele também não tem qualquer obrigação de resgatá-lo. As pessoas que provocam a própria falta de emprego ou a própria doença por causa dos seus maus hábitos devem lidar com as consequências sozinhas; ou, no máximo, com a caridade voluntária de particulares. Aliás, até as pessoas que são pobres demais para bancar moradia, alimentação e assistência médica, ainda que a sua pobreza não seja culpa delas mesmas, só devem contar com a ajuda de voluntários do setor privado; o Estado não deveria se ocupar com nenhuma forma de redistribuição de renda baseada na visão de justiça social imposta por quem está no poder.

Esta postura exerce um grande fascínio sobre muita gente, especialmente em nosso contexto político de galopante socialismo laico, que nos arrasta para a meta esquerdista do Estado-babá sub-humanista. A versão que Murray Rothbard apresenta do radicalismo libertário anarco-capitalista tem seduzido um surpreendente número de crentes pró-vida, o que se deve, sem dúvida, ao seu aparente “rigor filosófico” e à sua contrariedade às intromissões do Estado laico. Mas consideremos também o que Rothbard escreve sobre maternidade e família:

"O contexto adequado para se analisar o aborto é o direito absoluto que todo homem tem à posse de si mesmo. Isto implica, imediatamente, que toda mulher tem direitos absolutos sobre o seu próprio corpo e sobre tudo o que há dentro dele, inclusive o feto. A maioria dos fetos só está no útero da mãe porque a mãe permite, porque a mãe dá o seu consentimento livremente. Mas se a mãe decide que não quer mais o feto, ele se torna um ‘invasor’ parasitário dentro dela; neste caso, a mãe tem o perfeito direito de expulsar esse invasor do seu domínio. O aborto não deve ser encarado como o "assassinato" de uma pessoa viva, mas sim como a expulsão de um invasor indesejado de dentro do corpo da mãe. Quaisquer leis que restringem ou proíbem o aborto são invasões dos direitos das mães".


A autopropriedade, ou teoria da posse de si mesmo, tal como construída por um impiedoso Rothbard, traz outras implicações para os direitos e deveres dos pais, estendendo-se muito além da intimidade do útero. Rothbard prossegue, no mesmo capítulo:

"Aplicada aos pais e filhos, a nossa teoria significa que os pais não têm o direito de agredir seus filhos, mas também significa que os pais não têm obrigação legal alguma de alimentar, vestir ou educar os filhos, uma vez que tais obrigações seriam ações positivas coercitivas, que privariam os pais dos seus direitos. Os pais não podem matar diretamente nem mutilar o filho, e a lei está certa em proibi-los de fazer isso. Mas os pais devem ter o direito legal de não alimentar a criança, ou seja, de permitir que ela morra sozinha. A lei, portanto, não pode obrigar os pais a alimentar um filho nem a mantê-lo vivo (reiterando: que os pais tenham obrigação moral, e não legal, de manter seu filho vivo é uma questão completamente diferente). Esta regra nos permite responder a perguntas prementes como: podem os pais permitir que um bebê deformado morra (por exemplo, deixando de alimentá-lo)? A resposta é sim, claro que sim, e é uma resposta que se segue, a fortiori, do direito maior de permitir que qualquer bebê, deformado ou não, morra (embora, como veremos a seguir, a existência de um livre mercado de bebês dentro de uma sociedade libertária acabe por reduzir tal ‘negligência’ ao mínimo)".

A autopropriedade, como princípio, impede assim o Estado de intervir quando os pais matam seus filhos de fome. Neste ponto, é tentador simplesmente deixar todo este conceito de lado como absurdo e concluir que qualquer teoria que não defenda a unidade mais básica da sociedade, a família, dificilmente pode ser confiável em questões maiores e mais complicadas. Mas a teoria da autopropriedade ou posse de si mesmo não é totalmente equivocada. Ela é radicalmente incompleta: ela é uma parte importante da verdade, mas, quando arrancada do seu contexto vital, deixa o mesmo rastro de sangue deixado por qualquer órgão vital que é extirpado do corpo.

A propriedade privada e a sua proteção contra confiscos ou controles arbitrários são implicações da dignidade humana, porque a propriedade é, em sua essência, o fruto do nosso trabalho, que deve ser livre. Neste sentido, nós somos donos daquilo que fazemos. Mas formulemos algumas perguntas incisivas sobre o que a propriedade realmente significa, até que ponto ela se estende e de que forma ela é condicionada por aquilo que nós mesmos recebemos.

É claro que nenhum ser humano é realmente "um homem que se fez sozinho". Nascemos de um pai e de uma mãe, sem cujos cuidados teríamos morrido rapidamente. Os seres humanos são dependentes da proteção constante dos pais durante muito mais tempo que qualquer outra criatura. A maioria dos seres humanos não pode sobreviver sozinha nem mesmo após atingir a idade adulta. Somos física e emocionalmente dependentes da cooperação dos outros e da parceria com os outros. A nossa própria consciência é constituída e formada em plenitude pela mediação da linguagem: palavras e estruturas gramaticais que aprendemos dos outros, que herdamos dos mortos. Da mesma forma, somos os beneficiários do trabalho duro dos nossos antepassados, que foram criando uma sociedade ordenada, capaz de proteger os direitos individuais e de criar a infraestrutura necessária para a educação e para a tecnologia. Pense nas imensas vantagens, em termos de expectativa de vida, oportunidades, saúde e riqueza, que um cidadão norte-americano ou europeu contemporâneo tem em comparação com um membro perseguido da tribo nuba ou com um brasileiro que vive em uma favela. Será que algum de nós pode se conceder o mérito dessas conquistas? Não. São presentes que recebemos. Sem eles, não teríamos o conhecimento, as habilidades, a liberdade ou a segurança física que possibilitam os nossos esforços para gerar riqueza. Duas pessoas com talentos semelhantes e com sistemas éticos de trabalho comparáveis ​​colherão frutos muito diferentes se uma delas nasceu em Nova Iorque e a outra numa comunidade aborígene da Austrália. A discrepância entre as oportunidades oferecidas a essas duas pessoas deveria nos mostrar o quanto nós devemos aos outros e quão pouco daquilo que chegamos a ser é mérito de nós próprios.


Nós não damos à luz os nossos próprios corpos, nem criamos a nós mesmos. Nós herdamos uma grande variedade de dons e de oportunidades; sem isso, não teríamos como fazer bom uso daquilo que temos, nem uso algum. Se enxergarmos este fato, veremos que a nossa posse do nosso trabalho e da nossa riqueza não é completa nem absoluta. Essa propriedade é condicionada pelo que devemos a outros que vieram antes de nós. É por esta razão que se espera que os adultos cuidem dos seus pais idosos. E ainda mais do que pagar pelo cuidado e pelas oportunidades que já recebemos, espera-se também que nós os paguemos de antemão para a próxima geração, a fim de lhe dar chances melhores de prosperar “pelo seu próprio esforço” (que, novamente, será um esforço “próprio” só até certo ponto). Esta dívida é mais do que uma verdade moral: é um fato da biologia dos mamíferos, de uma raça cujos filhotes nascem dos corpos de um pai e de uma mãe e não de ovos abandonados ao deus-dará.

À luz destas realidades sociais, biológicas e morais, podemos enxergar com clareza que não somos donos de nós mesmos de modo absoluto, isento de quaisquer ônus ou deveres. Tudo o que nós temos, tudo o que nos diferencia de um marujo solitário aprisionado em uma ilha deserta, nós devemos, sim, em grande medida, aos nossos pais (e talvez seja necessário pagar essa dívida por antecipação aos nossos filhos) e à sociedade que nos moldou e nos proporcionou condições de progresso e de prosperidade. A nossa maior dívida é com aqueles que nos estão mais próximos: nossos pais, nossos filhos e nossos benfeitores diretos. Devemos um pouco menos à nossa comunidade local e proporcionalmente menos aos completos estranhos, que, ainda assim, são cidadãos companheiros nossos. Devemos um pouco também às pessoas que moram em países distantes, com as quais interagimos pouco, quase nada, exceto para comprar os frutos do seu trabalho. No entanto, ainda lhes devemos alguma coisa; essa dívida, para os materialistas, pode parecer intangível ou sem sentido, mas, em tempos de crise, a consciência dessa dívida pode significar a diferença entre a vida e a morte, a paz e a guerra, a coexistência ou o terrorismo. Nós temos uma dívida com todo e qualquer ser humano, em virtude da sua participação na família humana, com a dignidade intrínseca que esta participação implica. Devemos aos estranhos o reconhecimento de que eles são diferentes de máquinas; de que a sua humanidade é igual à nossa e não é afetada por nenhuma diferença de riqueza, de raça ou de religião. Devemos a eles a dívida imposta pela Regra de Ouro: faça aos outros o que gostaria que eles fizessem a você.

Se é difícil aceitar e interiorizar esta verdade, aqui vai um exercício mental que pode ser útil: quando você olhar para um grupo de refugiados desesperados na televisão, e vir um deles agitando a mão esquálida para afastar as moscas dos olhos, não compare aquele indivíduo com você mesmo tal como você é hoje, com esse você que vive em relativo conforto e segurança. Lembre-se, em vez disso, de que você e ele já foram exatamente idênticos: pequenos fetos, aninhados dentro do corpo de outra pessoa, totalmente dependentes da proteção e da boa vontade dessa outra pessoa, completamente incapazes de fazer qualquer esforço por conta própria, por mérito próprio, por decisão própria. Naquela fase da vida, vocês eram completamente iguais. Pense, logo depois, em todas as coisas que devem ter acontecido na vida daquele estranho e na sua para levar vocês dois a lugares tão diferentes; pense no pouco que tudo isso dependeu das suas decisões pessoais, no pouquíssimo que você realmente fez para ter uma vida muito melhor do que a vida daquele refugiado esquelético e desesperado. Esta é a fria, crua e nua verdade. E esta verdade não é confortável. É por isso, provavelmente, que nos esforçamos tanto para escondê-la de nós mesmos.
Fonte: aqui

segunda-feira, 24 de março de 2014

sábado, 22 de março de 2014

sexta-feira, 21 de março de 2014

CES (Contribuição Especial Solidariedade) não se aplica aos juízes !


JUSTIÇA (???) feita...a preceito!
Mais um capítulo para a grande história da pulhice humana.
Os JUÍZES do TC e a CES..(contribuição especial de solidariedade)
É inacreditável!!.......
Esta gente já beneficia (não sei por que razão…) com a indexação das suas pensões aos trabalhadores no activo!!
Regalia dos “JUBILADOS”!!!!
E agora, outra benesse: - não pagam CES!!!
Recebem as reformas por inteiro em caso de incapacidade por doença do foro psiquiátrico.
Auferem subsídio de renda de casa, no valor mensal de 750,00€, mesmo morando em casa própria.
E depois vêm falar de equidade, justiça social, etc. e tal…
Isto só numa república das bananas!!
Espalhem pelos vossos contactos. Isto é serviço público!!

 I N A C R E D I T Á V E L!!!
COMO É POSSÍVEL????!!!
Que gente esta!! Eis a explicação para o "NÃO CHUMBO" da CES. Protegem-se a todos os azimutes e armadilham tudo à volta. E o Governo alinha.

Juízes e diplomatas não pagam CES sobre pensões
Escreve hoje o Jornal de Negócios que nem todos os reformados com pensões elevadas saem a perder com a decisão do Tribunal Constitucional (TC). Os juízes e os diplomatas jubilados não são afectados pela polémica contribuição extraordinária de solidariedade (CES), viabilizada pelos juízes do TC. E com a decisão do TC passam também, como qualquer funcionário público, a ter direito a subsídio de férias.
Estes pensionistas estão teoricamente equiparados aos funcionários públicos.
A CES não se aplica às suas pensões devido a uma norma do Orçamento do Estado que abre uma excepção para as "pensões e subvenções automaticamente actualizadas por indexação à remuneração de trabalhadores no activo".
Claro, como água da fonte.
Se não fosse esta norma, oportuníssimamente, introduzida na Lei do Orçamento, a CES teria sido certamente chumbada.
Chamem-lhes o que quiserem, mas eles estão-se todos borrifando... E certamente riem-se ... Voltámos à Idade Média: os senhores feudais e a plebe !!!

(Recebido por email)

quarta-feira, 19 de março de 2014

Noé - um filme polémico




Mais uma polémica. Agora por causa do filme "Noé". A notícia do "Público" diz, mais coisa menos coisa, que há críticas de judeus (o realizador, Aronofsky, é judeu), católicos e muçulmanos. Mas por que motivos? Quanto aos muçulmanos, parece que é apenas e simplesmente por o filme representar fisicamente Noé. A velha questão da iconoclastia. Não é se é bem ou mal representado. É simplesmente por representar.
É altamente improvável vir a ver o filme no cinema. Mas até gostaria.
Fonte: aqui

terça-feira, 18 de março de 2014

segunda-feira, 17 de março de 2014

Religiões unem-se para combater o tráfico humano e a escravidão

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A Santa Sé informou, nesta sexta-feira, 14, que representantes de grandes religiões irão assinar um acordo para combater as modernas formas de escravidão e tráfico de pessoas. A assinatura ocorrerá, na próxima segunda-feira, 17, no Vaticano.


Será realizado, na Sala de Imprensa da Santa Sé, na própria segunda-feira, uma coletiva de apresentação do acordo intitulado “Global Freedom Network”. Estarão presentes o representante do Grande Imã de Al-Azhar, Egito, Dr. Mahmoud Azab. Também participará o representante do arcebispado anglicano de Canterbury, Reverendo Sir David John Moxon.


O Papa Francisco será representado pelo chanceler das Pontifícias Academias das Ciências e Ciências Sociais, Dom Marcelo Sánchez Sorondo. Os dois departamentos vaticanos, a pedido do Papa, estão envolvidos nos estudos e medidas contra o tráfico humano e os casos de escravidão.


A presença do representante do Imã de Al-Azhar, líder islâmico sunita, significa um grande passo no diálogo com o Vaticano. Em fevereiro de 2011, o Imã rompeu as relações com a Santa Sé, após as palavras de Bento XVI sobre um ataque aos cristãos coptos de Alexandria, Egito.


Na coletiva de imprensa, será divulgado o modo como será desenvolvido o acordo e suas formas de ação na luta contra a escravidão e o tráfico de pessoas.


fonte: aqui

quinta-feira, 13 de março de 2014

MUITO IMPORTANTE PARA O IRS

Caríssimos, apressem-se a informar e a divulgar, porque quem de direito já nos habituou a não o fazer. Eu já contribui para a difusão.


Exmos. Senhores,


Tendo sido colocadas dúvidas por diversos serviços locais de finanças no âmbito da campanha da recepção das declarações de IRS, relativamente à dedutibilidade em sede de IRS da Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) efetuada pelos titulares de pensões, informa-se que, de acordo com o despacho do Diretor-Geral, 2013.01.10, constituindo a CES uma contribuição obrigatória para regimes de proteção social, é considerada para efeitos de dedução da categoria H, nos termos da alínea b) do n.º 4 do artigo 53.º do Código do IRS, sempre que excedam os montantes das deduções previstas nos n.º 1 e n.º 5 do mesmo artigo. Em consequência, deve ser a CES incluída no conjunto dos descontos que são indicados no campo "Contribuições", do quadro 4A, do anexo A, da declaração modelo 3 de IRS.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora de Serviços
Helena Vaz


Esta carta das Finanças (na verdade, um mail de 4 de Março passado) que, em boa hora, nos disponibilizou aqui vem dizer o seguinte: "Tendo sido colocadas dúvidas... informa-se que... constituindo a CES uma contribuição obrigatória para regimes de proteção social, é considerada para efeitos de dedução da categoria H, nos termos da alínea b) do n.º 4 do artigo 53.º do Código do IRS, sempre que excedam os montantes das deduções previstas nos n.º 1 e n.º 5 do mesmo artigo. Em consequência, deve ser a CES incluída no conjunto dos descontos que são indicados no campo "Contribuições", do quadro 4A, do anexo A, da declaração modelo 3 de IRS."
Ainda bem que as Finanças esclareceram esta dúvida, porque não havia uniformidade de entendimentos. E, sendo o primeiro ano em que há milhares de pensionistas a declarar a CES descontada em 2013, era imperioso que esta interpretação fosse divulgada, na sequência, aliás, de pedido formulado ao Provedor de Justiça. Assim, devemos procurar nas Declarações de Rendimentos de 2013 o valor anual da CES de 2013. Quanto aos pensionistas da CGA que descontaram em 2013 para a ADSE, esse valor da ADSE deve ser somado ao da CES e ser inscrito, pelo valor da soma, na SEXTA coluna (a contar da esquerda para a direita), chamada "CONTRIBUIÇÕES." Junto imagem onde a coluna está assinalada a amarelo. Devem ter já reparado que a SÉTIMA coluna é para colocar a Sobretaxa de IRS.
(recebido por email)

Pagamos 3,1€ para votar em políticos isentos de impostos e de responsabilidade?

)

quarta-feira, 12 de março de 2014

Beringela e limão


A água de berinjela e limão é conhecida como "água milagrosa", pois quem bebe essa água garante que, além da rápida perda de peso, obtêm-se mais saúde e boa disposição.
Sabe-se que ela ajuda a baixar a tensão arterial e diminui o colesterol. Também ajuda na circulação do sangue e no combate à celulite e ao inchaço da barriga.
Experimente e comprove. O resultado pode ser surpreendente.
Lave a berinjela e limão com as cascas e corte em rodelas. Esprema 1 limão em 1 litro de água e coloque os pedaços de berinjela junto com o limão espremido e a água numa jarra.
Deixe repousar durante a noite e no dia seguinte verta a água para uma garrafa e beba durante todo o dia. Comece com 1 ou dois copos por dia e vá aumentando a dose. Beba o 1.º copo em jejum.
Nota: Repita este processo durante três dias seguidos, descanse outros três dias e volte a repetir novamente.
Deve seguir esta sequência por um período de três semanas.
Se preferir pode colocar no frigorifico e bebê-lo fresco.
Controle o seu peso e os seus níveis de colesterol antes e depois de beber o chá para se aperceber das alterações.
Fonte: aqui

terça-feira, 11 de março de 2014

segunda-feira, 10 de março de 2014

Todos os Papas

INFORMAÇÃO SOBRE TODOS OS PAPAS DA HISTÓRIA.- IMPRESSIONANTE SISTEMATIZAÇÃO
Clicando em cada Papa dá um resumo da sua vida. Se clicar no primeiro, dá para passar de Papa em Papa.
 
Pode ter acesso às listas de todos os Papas (desde Pedro, ano 30),  por anos de Papado, por idades, por nomes, etc etc !
Interessante e actual.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Tráfico humano

Por que motivo te calas, opinião pública!?


 Ligado ao tráfico de armas e de drogas, é um crime pelo qual pessoas são aliciadas e traficadas para a exploração no trabalho, o comércio de extração de órgãos e a exploração sexua...l.

Confesso que quando ouço ou leio algo sobre TRÁFICO HUMANO, sinto uma revolta suprema.
E mais me revolta a indiferença da grande parte da opinião pública perante este fenómeno bárbaro, inqualificável, animalesco.

As pessoas sentem repulsa diante da escravatura praticada durante séculos pelos vários países. E muito bem. Também sinto. Felizmente as nações civilizadas acabaram com a escravatura.

Mas perante a escravatura moderna, diabolicamente manejada ao serviço da exploração da mão de obra, extração de órgãos e da exploração sexual, a opinião pública não se indigna, não se manifesta, não enfrenta, deixando assim campo aos miseráveis e criminosos contrabandistas que, ligados ao comércio de armas e de droga, comercializam pessoas, servindo-se de processos demoniacamente sofisticados.
Para mim, este é o crime dos crimes!

Presa fácil desse aliciamento são os mais pobres, mulheres, crianças, que veem em certas propostas atraentes uma possibilidade de vencer, com melhores condições de vida em outras cidades ou países.

As mulheres representam 60% das vítimas de tráfico humano, 27% são crianças – na maioria, meninas.

E onde estão as feministas a defender esta causa? Para estas é mais fácil e cómodo ofender e humilhar bispos e padres, entrar pelas igrejas dentro (como na França, Espanha) em atitudes provocantes e ofensivas do que manifestar-se contra terroristas traficantes de pessoas!?
Até nisto se vê a falácia das suas lutas...

quarta-feira, 5 de março de 2014

A comunhão aos divorciados recasados

O texto da conferência-bomba que abriu o Consistório sobre a família já não é um segredo. Indica dois caminhos para readmitir à comunhão os divorciados recasados, seguindo o exemplo da Igreja antiga.
 
Fonte: http://bit.ly/1eIQkCu 
A reportagem é de Sandro Magister e publicada no sítio Chiesa, 01-03-2014. A tradução é de André Langer.
A conferência introdutória do cardeal Walter Kasper no Consistório da semana passada já não está fechada a sete chaves. Tornou-a pública, com um furo jornalístico magistral, o jornal italiano Il Foglio, dirigido por Giuliano Ferrara, que se antecipou em muito à saída da mesma conferência em forma de livro, pela editora Queriniana.
Mas, que esta conferência tivesse que ser mantida em segredo é um contrassenso, depois das palavras com que o Papa Francisco a elogiou, no dia 21 de fevereiro, ao final dos dois dias do Consistório dedicados à questão da família.
“Ontem, antes de dormir, mas para não dormir, li – reli – o trabalho do cardeal Kasper e queria agradecer-lhe porque li uma teologia profunda, também um pensamento sereno na teologia. É agradável ler uma teologia serena. E também encontrei isso que Santo Inácio nos dizia, esse ‘sensus Ecclesiae’, o amor pela Mãe Igreja. Fez-me bem e me deu uma ideia – desculpe-me, eminência, se o faço corar –, mas a ideia é que isto se chama ‘fazer teologia de joelhos’. Obrigado. Obrigado.”
Em sua conferência, Kasper disse que queria “colocar apenas algumas perguntas” porque “uma resposta será tarefa do Sínodo em sintonia com o Papa”. Mas lendo o que disse aos cardeais, as suas são muito mais do que perguntas, são propostas de solução já solidamente assentadas, às quais o Papa Francisco parece que quer aderir.
E são propostas fortes, uma verdadeira “mudança de paradigma”. Em particular, sobre o que Kasper considera o problema dos problemas, a comunhão aos divorciados recasados, ao qual dedica mais da metade das duas horas de seu discurso.
Como Chiesa.it havia antecipado em dois artigos, a pedra de toque das propostas de Kasper foi a Igreja dos primeiros séculos, também ela “confrontada com conceitos e modelos de matrimônio e de família muito diferentes daqueles que Jesus pregou”.
Diante do desafio do presente, Kasper declarou que “nossa postura hoje não pode ser uma adaptação liberal ao ‘status quo’, mas uma posição radical que vai à raiz, que vai ao Evangelho”.
Para comprovar se isto é verdade ou não – para muitos cardeais que intervieram no debate não é –, seguem as passagens cruciais da conferência.
O problema dos divorciados recasados, de Walter Kasper
[...] Não basta considerar o problema apenas do ponto de vista e da perspectiva da Igreja como instituição sacramental. Precisamos de uma mudança de paradigma e devemos – como fez o bom samaritano – considerar a situação também a partir da perspectiva de quem sofre e pede ajuda.
Todos sabemos que a questão dos casamentos de pessoas divorciadas e recasadas é um problema complexo e espinhoso. [...] O que a Igreja pode fazer nestas situações? Não pode propor uma solução diferente ou contrária às palavras de Jesus. A indissolubilidade de um matrimônio sacramental e a impossibilidade de um novo matrimônio durante a vida do outro cônjuge fazem parte da tradição da fé vinculante da Igreja, que não pode ser abandonada ou dissolvida baseando-se em uma compreensão superficial da misericórdia a preço baixo. [...] A pergunta é, portanto, como pode a Igreja corresponder a este binômio indissolúvel de fidelidade e misericórdia de Deus em sua ação pastoral em relação aos divorciados recasados no civil. [...]
Hoje, encontramo-nos diante de uma situação similar à do último Concílio. Também naquela época existiam, sobre a questão do ecumenismo ou da liberdade religiosa, por exemplo, encíclicas e decisões do Santo Ofício que pareciam excluir outros caminhos. O Concílio, sem violar a tradição dogmática vinculante, abriu as portas. Podemos nos perguntar: não é talvez possível um desenvolvimento posterior também na presente questão? [...]
Limito-me a duas situações, para as quais em alguns documentos oficiais já se mencionam algumas soluções. Desejo colocar apenas algumas perguntas, limitando-me a indicar a direção das respostas possíveis. Porém, dar uma resposta será tarefa do Sínodo em sintonia com o Papa.
Primeira situação
A Familiaris Consortio afirma que alguns divorciados recasados estão convencidos subjetivamente, em consciência, que seu precedente casamento, irremediavelmente desfeito, nunca foi válido. [...] Segundo o Direito Canônico, a avaliação é tarefa dos Tribunais Eclesiásticos. Ao não serem estes “iure divino”, mas que se desenvolveram historicamente, às vezes, nos perguntamos se a via judicial deve ser a única via para resolver o problema ou se não seriam possíveis outros procedimentos mais pastorais ou espirituais.
Como alternativa, se poderia pensar que o bispo possa confiar esta tarefa a um sacerdote com experiência espiritual e pastoral, como o penitenciário ou o vigário episcopal.
Independentemente da resposta que é preciso dar a esta pergunta, recordemos o discurso do Papa Francisco aos oficiais do Tribunal da Rota Romana de 24 de janeiro de 2014, no qual afirma que a dimensão jurídica e a dimensão pastoral não estão em contraposição. [...] A pastoral e a misericórdia não se contrapõem à justiça, mas, por assim dizer, são a justiça suprema, porque por trás de cada causa eles não vislumbram apenas um caso que é preciso examinar na ótica de uma regra geral, mas uma pessoa humana que, como tal, não representa apenas um caso e que tem sempre uma dignidade única. [...] Realmente, é possível decidir sobre o bem ou o mal das pessoas em segunda e terceira instância apenas sobre a base de atos, ou seja, de documentos, sem conhecer nunca a pessoa e sua situação?
Segunda situação
Será equivocado buscar a solução do problema apenas em uma generosa ampliação do procedimento de nulidade do matrimônio. Assim se criaria a perigosa impressão de que a Igreja procede de maneira desonesta concedendo o que na realidade são divórcios. [...] Portanto, devemos levar em consideração também a questão mais difícil da situação do matrimônio ratificado e consumado entre batizados onde a comunhão matrimonial se desfez irremediavelmente e onde um ou ambos os cônjuges contraíram um segundo casamento civil.
Em 1994, a Congregação para a Doutrina da Fé nos fez uma advertência quando estabeleceu – e o Papa Bento XVI o confirmou durante o Encontro Internacional das Famílias, em Milão, em 2012 – que os divorciados recasados não podem receber a comunhão sacramental, mas podem receber a espiritual. [...]
Muitos estarão agradecidos por esta resposta, que é uma verdadeira abertura. Mas também coloca várias perguntas. Efetivamente, quem recebe a comunhão espiritual é uma só coisa com Jesus Cristo. [...] Por que, então, não pode receber também a comunhão sacramental? [...] Alguns defendem que precisamente a não participação na comunhão é um sinal da sacralidade do sacramento. A pergunta que se coloca é: não é, talvez, uma instrumentalização da pessoa que sofre e pede a ajuda se fazemos dela um sinal e uma advertência para os outros? Deixamos que morra sacramentalmente de fome para que outros vivam?
A Igreja das origens nos dá uma indicação que pode servir como caminho de solução do dilema, à qual o professor Joseph Ratzinger havia já feito menção em 1972. [...] Nas Igrejas locais individuais existia o direito consuetudinário em base ao qual os cristãos que viviam um segundo vínculo, embora estivesse vivo o primeiro cônjuge, depois de um tempo de penitência tinham à disposição [...] não um segundo matrimônio, mas através da participação na comunhão, uma tábua de salvação. [...] A pergunta é: esta via além do rigorismo e do laxismo, a via da conversão, é também o caminho que podemos percorrer na presente questão?
A um divorciado recasado:
1. se se arrepende de seu fracasso no primeiro matrimônio,
2. se esclareceu as obrigações do primeiro matrimônio e se excluiu de maneira definitiva voltar atrás,
3. se não pode abandonar sem outras culpas os compromissos assumidos com o novo casamento civil,
4. se se esforça para viver ao máximo de suas possibilidades o segundo matrimônio a partir da fé e educar seus filhos na fé,
5. se deseja os sacramentos como fonte de força em sua situação, devemos ou podemos negar-lhe, depois de um tempo de nova orientação, de “metanoia”, o sacramento da penitência e depois o da comunhão?
Esta possível via não seria uma solução geral. Não é o caminho largo da grande massa, mas o estreito da parte provavelmente menor dos divorciados recasados, sinceramente interessada nos sacramentos. Não é necessário talvez evitar o pior precisamente aqui? Efetivamente, quando os filhos dos divorciados recasados não veem seus pais aproximarem-se dos sacramentos, normalmente também eles não encontram o caminho para a confissão e a comunhão. Não teremos em conta que perderemos também a próxima geração e, talvez, também a seguinte? A nossa práxis consumada, não demonstra ser contraproducente? [...]
A prática da Igreja das origens
Segundo o Novo Testamento, o adultério e a fornicação são comportamentos em fundamental contraste com o ser cristão. Do mesmo modo, na Igreja antiga, junto com a apostasia e o homicídio, entre os pecados capitais que excluíam da Igreja, estava também o adultério. [...] Sobre as correspondentes questões exegéticas e históricas existe uma ampla literatura, entre a qual é quase impossível orientar-se, e interpretações diferentes. Podem-se citar, por exemplo, por um lado, G. Cereti, Divorzio, nuove nozze e penitenza nella Chiesa primitiva, Boloña 1977, 2013, e, por outro lado, H. Crouzel, L’Eglise primitive face au divorce, Paris 1971, e J. Ratzinger, […] 1972, [reproduzido] no L'Osservatore Romano 30 de novembro de 2011.
Não pode haver, contudo, dúvida alguma sobre o fato de que na Igreja das origens, em muitas Igrejas locais, por direito consuetudinário havia, depois de um tempo de arrependimento, a prática da tolerância pastoral, da clemência e da indulgência.
No contexto desta prática entende-se também, talvez, o cânon 8 do Concílio de Niceia (325), dirigido contra o rigorismo de Novaciano. Este direito consuetudinário está expressamente testemunhado por Orígenes, que o considera não irrazoável. Também Basílio o Grande, Gregório Nazianzeno e alguns outros fazem referência a ele. Explicam o “não irrazoável” com a intenção pastoral de “evitar o pior”. Na Igreja latina, por meio da autoridade de Agostinho, esta prática foi abandonada em favor de uma prática mais rigorosa. Também Agostinho, no entanto, em uma passagem fala de pecado venial. Não parece, portanto, ter excluído toda solução pastoral.
Seguidamente, a Igreja do Ocidente, nas situações difíceis, para as decisões dos sínodos e similares sempre buscou, e também encontrou, soluções concretas. O Concílio de Trento [...] condenou a posição de Lutero, mas não a prática da Igreja do Oriente. [...]
As Igrejas ortodoxas conservaram, conforme o ponto de vista pastoral da tradição da Igreja das origens, o princípio para eles válido da oikonomia. A partir do século VI, no entanto, fazendo referência ao direito imperial bizantino, foram além da posição da tolerância pastoral, da clemência e da indulgência, reconhecendo, junto com as cláusulas do adultério, também outros motivos de divórcio, que partem da morte moral e não apenas física do vínculo matrimonial.
A Igreja do Ocidente seguiu outro percurso. Exclui a dissolução do matrimônio sacramental ratificado e consumado entre os batizados; conhece, contudo, o divórcio para o matrimônio não consumado, assim como, pelo privilégio paulino e petrino, para os matrimônios não sacramentais. Junto com este estão as declarações de nulidade por vício de forma; a este propósito poderíamos nos perguntar, no entanto, se não se situam em primeiro plano, de maneira unilateral, pontos de vista jurídicos historicamente muito tardios.
J. Ratzinger sugeriu retomar de maneira nova a posição de Basílio. Pareceria ser uma solução apropriada, solução que está na base das minhas reflexões. Não podemos fazer referência a uma ou outra interpretação histórica, que segue sendo controvertida, e nem sequer repetir simplesmente as soluções das Igrejas das origens em nossa situação, que é completamente diferente. Na mudada situação atual podemos, não obstante, retomar os conceitos de base e tentar realizá-los no presente, na forma que é justa e adequada à luz do Evangelho.
Fonte: aqui

terça-feira, 4 de março de 2014

Cobra devora crocodilo após 5 horas de batalha!

Uma australiana, moradora de Queensland, documentou em fotos a batalha travada entre uma cobra e um crocodilo. A longa luta foi vencida pela cobra que acabou por engolir o crocodilo.

O episódio ocorreu em Lake Moondarra, no norte da Austrália no último domingo.

O confronto que durou cerca de cinco horas, terminou com a cobra sufocando o crocodilo e engolindo-o depois.

As  imagens mostram a cobra, de três metros de comprimento, enrolando-se no crocodilo e o levando à água.

Posteriormente, a cobra traz o crocodilo já morto de volta à terra firme e começa a ingeri-lo.

A escritora Tiffany Corlis, autora das fotos, acompanhou o confronto e ficou impressionada com o que viu.

"Foi magnífico", afirmou ela à BBC. "Nós vimos a cobra lutando contra o crocodilo – ela o virou de barriga para cima e depois enrolou seu corpo nas pernas dele para impedir seus movimentos e facilitar o sufocamento", contou Corlis.

"O confronto começou na água – o crocodilo tentava a todo momento respirar, enquanto a cobra o apertava".

Cobra engole crocodilo | Crédito: TNT Corlis
Cobra demorou 15 minutos para comer crocodilo

"Depois que o crocodilo morreu, a cobra se desenrolou e começou a comê-lo, da cabeça em direção à cauda", acrescentou a australiana.

Corlis disse também que a cobra demorou 15 minutos para comer o crocodilo.

A cobra estava "definitivamente cheia", quando terminou a refeição. "Eu não sei aonde ela foi depois disso – nós fomos embora porque não queríamos ficar por ali!", brincou.

Outra testemunha, Alyce Rosenthal, afirmou à imprensa local que os dois animais lutaram por cerca de cinco horas. Ao final, ambos aparentavam estar completamente exaustos, acrescentou.

"Certamente não é algo que você vê todos os dias", disse ela.
Fonte: aqui


Veja o vídeo aqui

segunda-feira, 3 de março de 2014

“Quem não dança esta música está a estragar a festa”


O frei dominicano Filipe Rodrigues considera que a alegria própria dos dias de carnaval “em nada” contraria o espírito de alegria cristã, pedida pelo Papa Francisco.
“A base é a mesma porque é uma alegria que respeita, sem magoar. Evangelho significa mesmo boa nova, uma notícia alegre. Essa é a atitude que o Papa pede que o cristão tenha todos os dias”, afirma o dominicano à Agência ECCLESIA.
A origem dos festejos de entrudo é pré-cristã, ligando-se posteriormente à Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas, após a terça-feira de carnaval, palavra que segundo algumas interpretações deriva da expressão latina ‘carne vale!’ (adeus, carne), prenunciando a entrada num tempo marcado pelos apelos a uma prática mais intensa do jejum, esmola e oração.
Segundo o frade dominicano o perigo é “usar máscaras todo o ano”, explica, aludindo à tradição de as pessoas que festejam o Entrudo esconderem o rosto.
“A Deus, não vamos com máscaras. Os cristãos usam uma máscara que toda a vida são chamados a viver na verdade” pois é a “autenticidade de vida que liberta e dá felicidade”.
O Papa Francisco, na exortação apostólica «A alegria do Evangelho», “pede aos cristãos para não usem a máscara de «cara de vinagre», uma expressão própria do documento”, que alerta para a “cara triste que muitos cristãos têm inclusivamente na missa”.
“Quem anda triste na Igreja tem de rever a sua forma de estar, porque é incompatível: ou essa pessoa não fez ainda a experiência de Deus ou não se quer envolver na dinâmica do reino de Deus. Com Deus tem de se falar a sério mas não com uma cara séria”, observa.
O frei Filipe, capelão no Hospital da Luz, alerta para o perigo de transformar a religião num «picar o ponto»: “Quando vamos à missa, quando cantamos e participamos, quando a palavra de Deus entra em nós e sentimos conversão, só pode haver espaço para a alegria. Todas as histórias de conversão terminam em alegria”.
O cultivo da alegria na vida não faz dos cristãos “pessoas alienadas ou iludidas”, mas deve ser resposta contra o desespero que, explica o dominicano, “manifesta uma falta de confiança em Deus”.
O convite à alegria feita por Francisco traduz uma “recuperação da originalidade de Jesus descrita nos evangelhos”, pedindo aos cristãos uma “alegria e autenticidade, não uma alegria vazia”.
A exortação apostólica é para o frei Filipe Rodrigues um documento programático: “Tenho dito a algumas pessoas que andam mais afastadas e que antigamente criticavam a Igreja que a instituição está a mudar. E nós? Estamos a mudamos com ela? Vemos mudanças no Papa e nós que o criticávamos, mudámos com ele?”.
O sacerdote aponta as palavras e os gestos do Papa próprios de uma pessoa “cheia de esperança” que acredita na mudança da Igreja.
As ações do Papa Francisco correspondem “não apenas à sua personalidade mas à sua ideia de renovação a introduzir na Igreja” e, por isso, acredita o frei Filipe Rodrigues “quem não dança esta música está a estragar a festa”.
Fonte: aqui