quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Homem vive há duas décadas com um crocodilo

Um pescador da Costa Rica salvou um crocodilo da morte há 20 anos quando esteve levou um tiro. O crocodilo tem cinco metros de comprimento e protagoniza espectáculos em conjunto com o seu "dono",

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In Correio da Manhã

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Rir Faz Bem

Aguarela das idades

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(Clique na barra do vídeo nos dois tracinhos verticais para poder ler o texto. Depois volte a clicar na setinha para continuar...)

domingo, 26 de setembro de 2010

SUGESTÕES: Como cortar na despesa
e não aumentar impostos
  • Acabar com obras megalomanas: TGV; aeroporto...
  • Acabar com a grande maioria das empresas públicas e municipais;
  • Acabar com os governos civis;
  • Cortar nas reformas douradas;
  • Cortar nas viaturas de serviço e despesas de deslocação dos mais ricos...
  • Reduzir para metade o número de Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia...
  • REDUZIR de 230 deputados para 100;
  • Reduzir equipas ministerias;
  • Extinguir a maioria dos institutos públicos (1520 !!!);
  • Reduzir o número de gestores e chefes;
  • Pôr os que recebem o rendimento mínimo a trabalhar...

E TANTAS OUTRA COISAS QUE PODEM acrescentar...

Fonte: aqui

sábado, 25 de setembro de 2010

À porta do Ministério da Educação

À porta do Ministério da Educação, na Av. 5 de Outubro, foi encontrado um recém-nascido abandonado.
O bebé foi limpo e alimentado pelos funcionários que decidiram dar conhecimento do assunto à Ministra da Educação.
Depois de oito dias, é emitido o seguinte despacho, dirigido ao Secretário de Estado:
Forme-se um Grupo de Trabalho para investigar:
a) - Se o 'encontrado' é produto doméstico deste Ministério;
b) - Se algum funcionário deste Ministério se encontra com responsabilidades neste assunto.

Após um mês de investigação, o Grupo de Trabalho, conclui:
'O encontrado' nada tem a ver com este Ministério pelas razões seguintes:
a) - Neste Ministério não se faz nada por prazer nem por amor;
b) - Neste Ministério jamais duas pessoas colaboram intimamente para fazerem alguma coisa de positivo;
c) - Neste Ministério tudo o que se faz não tem pés nem cabeça;
d) - No arquivo deste Ministério nada consta que tivesse estado terminado em apenas 9 meses.
(Enviado por email)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Dito&Feito

O Estado social tornou-se a última bandeira de um poder socialista que continua, irresponsável e alegremente, a afundar o Estado num endividamento galopante a caminho da insolvência.
«A agenda do Governo é promover e defender o Estado social», insiste José Sócrates, dia sim dia não, ao mesmo tempo que vê as dívidas de 15 empresas públicas (da Refer aos CTT, do Metro à Estradas de Portugal) chegarem quase a uns incomportáveis 20 mil milhões de euros.

Enquanto vê os juros da dívida portuguesa baterem recordes à grega nos mercados internacionais. E enquanto se mostra incapaz sequer de reduzir a imparável despesa pública na execução orçamental de 2010.

À falta de melhor, também Manuel Alegre elegeu «o Estado social» como ideia central da sua campanha para Belém. Alegre quer o Estado social para salvaguardar «a segurança no trabalho e o apoio no desemprego».

Mas o Governo de Sócrates, além de apresentar uma folha de 600 mil desempregados, cortou nos apoios sociais ao subsídio de desemprego ou ao rendimento social de inserção, entre outros. Alegre exige um Estado social em defesa «da Saúde e da Educação públicas» e contra «a aplicação de políticas que agravam as desigualdades, de políticas anti-sociais que são um retrocesso civilizacional».

Mas o Governo de Sócrates obriga os idosos mais necessitados a deixarem de ter medicamentos grátis, fecha centenas de escolas por todo o país, aplica portagens em todas as SCUT com mais ou menos desigualdades, agrava fiscalmente as pensões dos reformados. Como se vê, o Estado social dá para tudo. Alegre e Sócrates poderiam, pelo menos, entender-se.

Já a Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, com a franqueza e a liberdade de expressão próprias de uma outsider no Governo, veio há dias declarar que «o Estado social está em colapso há décadas na Europa. Não é um problema português».

Sócrates e Alegre, cada um a seu modo, empunham, pois, uma bandeira que há muito entrou em colapso na Europa, segundo diz a ministra. E não deixa de ter a sua graça ver o silêncio e o embaraço do PS oficialista que se abateu sobre as palavras de Canavilhas.

jal@sol.pt - in Sol

Quem é o chefe?

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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Soberba lição!!!

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.

Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.

Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...

Moral da História:

Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.

A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."

No Dia em Que Sai de Casa

TRÊS FACTOS

Até com os erros aprendemos
Os erros têm a sua graça. A sua graciosidade pode funcionar como um despertador para os não repetirmos.

A pressa leva-nos a cair e, só na queda, nos apercebemos da ferida.

É conhecida a resposta que um aluno terá dado: «Os quatro pontos cardeais são três: norte e sul!».

Outra saída interessante terá sido a de um político que, extasiado com a obra visitada, desabafou: «Só tenho um adjectivo: gostei!»

Hoje encontrei o início de um artigo num diário: «Aplicação. Eis o adjectivo...».

Tal como acontece às pessoas, a quem os nomes são trocados, também as palavras se vêem neste labirinto. Também os substantivos são considerados adjectivos...

EI-LOS QUE VOLTAM (os extremismos e a intolerância)

Há na sociedade um problema político e um problema cívico. Ainda por cima interligados.

Sarkozy começou a recuperar a popularidade perdida. À custa de quê? Da expulsão de seres humanos do seu país.

No passado domingo, a ultracivilizada Suécia, conhecida pela sua proverbial moderação, elegeu um núcleo de deputados com tendência xenófoba e propensão racista.

Não deixa, aliás, de ser perturbador notar como países avançados (Áustria, Dinamarca, Alemanha, França e Reino Unido) estão a ficar povoados com ideologias(?) extremistas.

Dir-se-á que são as regras da democracia. As pessoas votam em quem entendem.

Trata-se, porém, de um sinal preocupante. As pessoas estão desencantadas. Não se revêem no que lhes mostram. E propendem para os extremos.

Que lugar existe para o diferente nas nossas instituições, nos nossos povos? Será que a rejeição irá substituir a integração? Que estamos a fazer da (aparentemente tão amada) tolerância?

Mas há sinais de mobilização em sinal contrário. Na mesma Suécia, houve uma manifestação de seis mil pessoas contra o racismo, dinamizada por uma jovem de 17 anos.

Urge acordar da sonolência cívica. Os cidadãos têm de intervir mais na política.

QUASE NO OUTONO
Por volta das cinco da tarde, chega o Outono, (...)
A natureza, pródiga de sabedoria, vai-se recolhendo.
O tom amarelo parece denunciar melancolia e palidez, mas, no fundo, deixa ressumar serenidade.
A agitação é menor.
Fica o convite a entrar no santuário da interioridade.
A riqueza de cada um está no seu fundo.
A maior solidariedade (já dizia Edith Stein) é ir do interior de mim ao interior do outro.
Feliz Outono!

http://theosfera.blogs.sapo.pt/

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O básico para o início da compreensão da mulher...

11 EXPRESSÕES USADAS PELAS MULHERES
( os seus verdadeiros significados)

1 "Chega": Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e tu tens que te calar.

2 "5 minutos": Se ela está a arranjar-se significa meia hora. "5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para veres futebol antes de ajudares nas tarefas domésticas.

3 "Nada": Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está a acontecer e que deves ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Chega".

4 "Tu é que sabes": É um desafio, não uma permissão. Ela está a desafiar-te, e nesta altura tens que saber o que ela quer... e não digas que não sabes!

5 Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que és um idiota e que só está a perder tempo a discutir contigo sobre "Nada".

6 "Tudo bem!!!": Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem!!!" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando vais pagar na mesma moeda pelo que fizeste.

7 "Obrigada": Uma mulher está a agradecer, não questiones, nem desmaies. Apenas diz "de nada". A menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está a agradecer por coisa nenhuma. Nesse caso, NÂO digas "de nada". Isso apenas provocará o "Esquece".

8 "Esquece": É uma mulher a dizer "Vai-te ##...... !!"

9 "Deixa estar, EU resolvo": Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes a um homem para fazer algo, mas agora está ela a fazer. Isto normalmente resulta no homem a perguntar "mas afinal o que é que queres?". Para a resposta da mulher, consulta
o ponto 3.

10 "Sabes, estive a pensar...": Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse.

11 "Precisamos ter uma conversa!": Estás a 30 segundos de levar com um belo par de patins.
(Enviado por email)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Dar o Douro aos bandidos

Portugal sem Douro é como Canadá sem Niagara, Brasil sem Amazónia, EUA sem Grand Canyon, África sem Nilo, Europa sem Alpes ou Ásia sem Evereste
Portugal elegeu as suas sete maravilhas da natureza. A saber: Lagoa das Sete Cidades e Ilha do Pico (ambas nos Açores), Floresta Laurissilva (na Madeira), Ria Formosa, Portinho da Arrábida, Grutas de Mira d Aire e Parque Nacional Peneda-Gerês.

A iniciativa é de aplaudir. Desde logo porque permite a promoção, no país e no estrangeiro, de sítios ou regiões do continente e das ilhas com um elevado potencial turístico, sensibiliza decisores e populações para a necessidade da sua preservação e conservação e, especialmente, cativa receitas para investimento no seu desenvolvimento.

Como em todas as eleições ou escolhas em que a unanimidade não se impõe, há sempre dúvidas que se levantam, quer sobre os vencedores quer sobre os preteridos. E, como também é óbvio, sobre uns mais do que sobre outros.

Ora, se a Lagoa das Sete Cidades, em S. Miguel, o minhoto Parque da Peneda-Perês (o único parque nacional) e a Ria Formosa (o que resta do Algarve mais genuíno) são incontestáveis nas sete maravilhas de Portugal, quanto às restantes quatro, sem prejuízo da sua singular beleza, riqueza e raridade, já não o são. Antes pelo contrário.

A Floresta Laurissilva, por exemplo, justificar-se-á simplesmente pelo facto de não querer esquecer o Arquipélago da Madeira - se bem que até este tenha alternativas que, comparativamente, também não deslustrariam.

Já a Ilha do Pico, com os Açores representados pela extraordinária Lagoa das Sete Cidades, não tem justificação alguma.

E as Grutas de Mira D Aire, por mais que se distingam no subsolo nacional, também não se justificam de todo.

E tão pouco o Portinho da Arrábida, apesar da sua paisagem ímpar.

Principalmente, porque o Douro ficou de fora.

O Douro, da sua zona internacional à foz, com as suas margens em socalcos, as extensas e ricas vinhas, as escarpas intermináveis logo na fronteira com Espanha, não é apenas uma maravilha nacional, mas mundial.

Não é possível negá-lo e muito menos omiti-lo numa eleição das sete maravilhas deste pequeno país.

Portugal sem Douro é como o Canadá sem as cataratas de Niagara, o Brasil sem a floresta da Amazónia, os Estados Unidos sem o deserto rochoso do Grand Canyon, África sem o faraónico Rio Nilo ou a Ásia sem o pico do Mundo, o Evereste.

O Douro está hoje para o turismo em Portugal como a Ria Formosa para o do Algarve: já começaram a ser explorados, mas ainda estão suficientemente virgens para poderem ser preservados e conservados com todas as extraordinárias riquezas que os caracterizam. Na paisagem, na fauna, na flora, no esplendor da sua natureza.

E o Douro, como a Ria Formosa - muito mais até do que a Lagoa das Sete Cidades (aquele mono que já foi hotel continua abandonado lá no alto de uma das encostas, confirmando-se como dura prova da inviabilidade económica de uma unidade hoteleira naquele sensacional enquadramento) e mesmo do que o Parque da Peneda-Gerês (pelo clima e pelas condicionantes próprias de ser o único Parque Nacional português) -, tem muito maior potencial de rentabilização turística do que as demais maravilhas agora escolhidas.

Uma das particularidades mais positivas de iniciativas do género da eleição das sete maravilhas da natureza é valorizar o que se elege ou escolhe aos olhos de quem lá vive e de todos os outros.

Ignorar o Douro retira valor até às escolhas feitas, mas também e sobretudo a quem as escolheu.

É quase criminoso.

Bem pode dizer-se que a eleição foi feita por internet, participada por milhões, etc. e tal, e que há que respeitar democraticamente o resultado.

Pior ainda! Se os portugueses, votantes ou não, desdenham ou desconhecem o Douro, mais se justifica a sua defesa e promoção.

E há que dá-lo a conhecer. Porque eles não sabem o que perdem, coitados.

Mário Ramires, Opinião, Varanda do Chiado, Sol

A morte de Fidel

Não foi uma surpresa. A entrevista à Atlantic de Fidel Castro e as reformas de Cuba não mereceram uma linha aos comentadores de esquerda. O que disse Fidel? Condenou implicitamente a política externa de Cuba e o protectorado da URSS. E o que são as reformas? São o regresso possível, e brutal, a uma forma primitiva de capitalismo. Mas vale a pena ir devagar. Quando Fidel apareceu, a "inteligência" europeia (com Sartre à cabeça como sempre), "desiludida" com a URSS, porque a evidência sobre a suposta "Pátria do Socialismo" já não permitia qualquer espécie de ilusão ou mentira, descobriu um novo herói, que lhe devolvia a "pureza" original da "revolução". Toda a gente que era gente peregrinou com fervor e zelo a essa nova terra prometida e o poster de Guevara acabou por se tornar no emblema (espúrio) de uma geração.

Os milhares de pessoas que Fidel matou ou prendeu não importavam. Nem o milhão e meio de emigrantes, que fugiu para Miami. Não importava sequer que Cuba se tivesse, de facto, transformado num enclave semicolonial, que a Rússia explorava para a seu benefício económico e estratégico. Fidel estava do "bom lado"; e estava contra a América. Isso bastava. Fidel nunca inteiramente perdeu o seu prestígio, depois de 1991, a classe média da Europa não se envergonhava de passar as férias nas "reservas" para ricos, com a infinita miséria de Cuba à volta. Agora, este espectáculo grotesco chegou ao fim. A desgraça que em quase meio século se criou não é salvável com paliativos.

O Estado, para o qual trabalhava 80 por cento da população, vai despedir 500.000 funcionários para começar e tenciona despedir mais tarde 800.000. A Central de Trabalhadores declarou: "O Estado não pode nem deve continuar a manter meios de produção e companhias da área de serviço com prejuízos na sua actividade e quadros inflacionados." Para epitáfio do "socialismo", não é nada mau. Daqui em diante a populaça que se arranje e faça por enriquecer. A esquerda portuguesa que anda por aí a prometer a defesa do Estado social e a jurar que sem ele não há democracia, não percebeu ainda ao que leva essa tão benemérita política: leva inevitavelmente a um colapso como o do "fidelismo". A realidade não se muda com demagogia. Ou, se preferirem, com bons sentimentos.
Vasco Pulido Valente, in Público, 2010.09.17

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Inventor da pílula lamenta diminuição da população

Carl Djerassi, um dos três farmacêuticos responsáveis pela formulação das hormonas sintéticas que abriram o caminho para a criação da pílula anticoncepcional, lamenta as consequências da sua invenção. Numa entrevista ao jornal austríaco, Der Standard, Djerassi advertiu que o seu país está a cometer suicídio nacional porque as mulheres não se permitem engravidar a ponto de produzir uma média suficiente para manter a população com uma taxa de crescimento mínima. A média dos casais jovens na Áustria tem apenas 1,4 filhos.

Djerassi diz que a queda da taxa de natalidade nos países europeus é uma epidemia pior do que a obesidade, ainda que receba muito menos atenção por parte dos meios de comunicação. O criador da pílula lamenta que a população esteja a cair tanto. O controle de natalidade trazido pela pílula vem fomentando a revolução sexual desde a sua invenção nos anos 60, e empurrando cada vez mais para baixo as taxas de natalidade.

In O Amigo do Povo

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

"Aquele departamento crucial do Estado mais parece um parque zoológico de neosauros"

Numa conferência 'Dois republicanos: Aquilino Ribeiro e Acácio Gouveia', que decorreu na segunda-feira à noite em Soutosa, no concelho de Moimenta da Beira, esteve presente o filho do escritor Aquilino Ribeiro, Aquilino Ribeiro Machado.

O filho do mestre de 'Terras do Demo' aproveitou a ocasião para apontar que "o esvaziamento dos territórios rurais tem vindo a enfraquecer a valência educativa, em favor da mera aprendizagem".

Apesar de reconhecer que foram dados "passos agigantados" na Educação, depois de Salazar, criticou aquilo que considera serem "programas ordenados pela rama", para além de a disciplina de História estar "sincopada".

"Mas pior é o acolhimento dado à Língua Portuguesa", referiu.

Para Aquilino Ribeiro Machado, pouco haverá a esperar do Ministério da Educação.

"Aquele departamento crucial do Estado mais parece um parque zoológico de neosauros", disse.

Dois alentejanos

Dois alentejanos estavam a trabalhar para o Departamento de Urbanismo da Câmara de Serpa.

Um escavava um buraco e o outro vinha atrás e voltava a encher o buraco.

Trabalharam num lado e depois no outro lado da rua.

No fim, passaram à rua seguinte, sem nunca descansar.

Um escavava um buraco e outro enchia o buraco outra vez.

Um espectador, divertido com a situação, mas não entendendo porque eles faziam isto, foi perguntar ao cavador:

- Estou impressionado com o esforço que os dois põem no trabalho, mas não compreendo porque é que um escava um buraco e, mal acaba, o parceiro vem atrás e volta a enchê-lo.

O cavador, limpando a testa, suspira:

- Bem, isto pode parecer estranho porque, normalmente, somos três homens na equipa; mas hoje o gajo que planta as árvores telefonou a dizer que está doente ...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Fiquem atentos nos próximos dias!

Não abram nenhuma mensagem e/ou arquivo que fale mal do Sócrates com o nome
" PORTUGUES IDIOTA", independente de quem a enviou.
É um vírus que 'abre' uma tocha olímpica que 'queima' todo o Disco rígido do computador.

Este vírus virá de uma pessoa conhecida que tem seu nome em sua Lista de endereços.

É preferível ler 25 vezes esta mensagem, do que receber o vírus e abrí-lo.

Se receber a mensagem chamada "PORTUGUES IDIOTA" não a abra e apague do seu
computador imediatamente!
É o pior vírus Anunciado pela CNN e classificado pela Microsoft Como o mais destrutivo que já
existiu .

Ele foi descoberto ontem à tarde pela McKafee e não existe Anti-vírus para ele.
O vírus destrói o Sector Zero do Disco Rígido, onde as informaões Vitais de seu funcionamento são guardadas.

(Enviado por email)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Nós, portugueses, somos pobres...

enviado do meu iPhone

Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem
Portugal.
Dizia-lhe eu à boa maneira do "coitadinho" português:


Sabes, nós os portugueses somos pobres ...



Esta foi a sua resposta:


Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por
um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?

Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de
telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?

Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias
por serviços e cartas de crédito ao triplo que nós pagamos EUA?

Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US
Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo
carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do
que nós ao nosso.

Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal,
tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes
cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%,
nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes
com estes 20%, pagais ainda impostos municipais.

Além disso, são vocês que têm " impostos de luxo" como são os impostos
na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com
que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300 % do valor
original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários,
impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das
empresas, de circulação automóvel.

Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso
pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e
vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado. E vocês
pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual
que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos
EUA...

Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e
Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na
abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os
seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque
fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas. Um país capaz de
pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa
privada.

Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos
sobre a renda se ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa,
isto é mais ou menos os vossos 2.080 €uros. Vocês podem pagar impostos
do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam
segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós
como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.

Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos
EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo
que não os podemos comprar.



Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.

Vocês, portugueses ou são uns estúpidos ou uns mansos.


(Enviado por email)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Será que deveremos acreditar?

UMA NOTÍCIA QUE ESTÁ A ABALAR O EGIPTO

Depois do haitiano que ficou 27 dias nos escombros e disse que uma pessoa lhe deu água, veja a notícia interessante que vem ao nosso conhecimento.

Um muçulmano egípcio matou a sua esposa, porque ela estava a ler a Bíblia e então enterrou-a com seu bebé nascido havia poucos dias, juntamente com uma filha de 8 anos de idade.

As crianças foram enterradas vivas! Depois disse à polícia que um tio tinha
morto as crianças. Quinze dias mais tarde, morreu outra pessoa da família.

Quando foram enterrá-la, encontraram as duas crianças sob a areia? E VIVAS!

O país ficou em estado de choque e o homem será executado. Perguntaram à menina
de 8 anos como é que ela tinha conseguido sobreviver durante tanto tempo e ela disse:
- Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam nas suas mãos vinha todos os dias para nos alimentar. Ele acordava sempre a minha mãe para dar de mamar à minha irmã.

A menina foi entrevistada no Egipto numa TV nacional, por uma mulher jornalista que tinha o rosto coberto. Ela disse na TV pública: “Foi Jesus quem veio cuidar de nós, porque ninguém mais faz coisas como essas”.

Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para fazer coisas desse tipo, mas as feridas nas Suas mãos são a prova de que Ele realmente foi crucificado e que Ele está vivo!
Também ficou claro, que a criança não seria capaz de inventar essa história e não seria possível que essas crianças vivessem sem um milagre verdadeiro.

Os líderes muçulmanos estão a ter muita dificuldade em lidar com essa situação e a popularidade do filme 'Paixão de Cristo' não os ajuda!

Como o Egipto está no centro dos média e da educação do Oriente Médio. Por isso pode ter a certeza de que esta história se vai espalhar muito rapidamente.

*Jesus Cristo continua a deixar o mundo de pernas para o ar !*

(Enviado por email.)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

Bicicleta da Volkswagen !!! Só faltava esta !!!

A Volkswagen apresentou o seu primeiro veículo de duas rodas e o conceito "Think Blue" na Auto China 2010.
Por incrível que possa parecer, a bicicleta da Volkswagen chamou mais atenção das pessoas do que os seus próprios carros.
A empresa tem se referido a ela como a obra de arte da mobilidade.
A "VW e-Bike" não tem pedais, é dobrável, travões de disco nas duas rodas e funciona a bateria que pode ser recarregada no próprio carro, em corrente contínua ou numa tomada AC comum.
Foi concebida para se encaixar perfeitamente no compartimento do pneu de sobresselente do carro.
O "Conceito de mobilidade" deste equipamento é para que a bicicleta seja um complemento do carro.
Assim, o motorista poderia deixar o carro num estacionamento fora dos grandes centros congestionados e circular em zonas com tráfego elevado com sua bicicleta eléctrica.
Veja o vídeo anexo!!!

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Frase da Semana...

"Sou totalmente a favor do casamento gay entre actuais políticos.
Tudo o que contribuir para que eles não se reproduzam, é bom para o País. "

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Conversa amena entre o Tio Ambrósio e o Carlos do Cabeço

O jornal O Amigo do Povo mantém mas suas páginas uma interessante conversa entre o Tio Ambrósio e o Carlos do Cabeço. Personagens fictícias através das quais o articulista oferece ao leitor pontos de vista diferentes/complementares sobre temática variada.
Desde logo é elucidativo que as personagens sejam de faixa etária diferente, mas unidas por sólida amizade.
Desta vez, o tema da conversa é o ENCERRAMENTO DE ESCOLAS. Assunto actualíssimo e
"é com leis dessas que estão a envelhecer Portugal."

Assistimos, particularmente com os governos do actual primeiro-ministro, à sovietização da educação. Os filhos, desde tenra idade, são retirados da família pela madrugada e entregues à noite. O Estado assume, prepotentemente, todo o protagonismo educativo, arrogando-se no direito de substituir a família.

– Há quase um mês, que te não botava a vista em cima, Carlos! Dá cá um abraço! Mas, cautela! Não penses que estás a abraçar algum sobreiro!

– O Tio Ambrósio é como o pau colhido em boa lua! Dura uma eternidade!

– Deus sabe as mazelas que por cá vão, Carlos! Mas não falemos dessas minudências. Que é feito de ti, que me não tens aparecido? Afinal foste de férias? Nem à missa te tenho visto cá no Cabeço...

– Nem a mim, nem ao meu
cunhado Acácio e respectivas famílias. É que as duas irmãs, a Joana e a Ermelinda, não se calavam para irmos com os pequenos apanhar uns dias de sol e tivemos que aproveitar os domingos para ir até à Murtinheira, que é uma praia pacata, onde se pode estar à vontade, e com um pinhal logo ali ao lado para se arranjar uma sombra para a sesta. Mas não pense que deixamos os nossos deveres religiosos.
A primeira paragem foi sempre na Figueira para cumprimentar o senhor Cónego Veríssimo, que faz o favor de ser meu amigo há muitos anos, e para participar logo na primeira missa. Nessas coisas, nem
o Acácio nem eu, nem as nossas caras-metade costumamos facilitar. E, graças a Deus, os pequenos vão pelo mesmo caminho.

– Por falar em pequenos, como é que vai ser este ano com a escola? Encerra as portas ou continua a funcionar?

– Vai continuar, mas por pouco, Tio Ambrósio! A senhora ministra, não sabemos por alma de quem, decidiu que encerrariam as escolas com menos de vinte e um alunos. Ninguém sabe onde é que se foi buscar um número assim tão redondo como este do vinte e um. Se calhar lembrou-se da tabuada do sete que a gente cantarolava na primária: sete vezes três, vinte e um. Podia ter sido a tabuada do nove e, nesse caso, como nove vezes três são vinte e sete, noves fora nada... a gente ficava mesmo fora da carroça! Por enquanto, e fazendo bem as contas, continuamos a contar com a alegria contagiante do nosso quarteirão de crianças a ir e a vir todos os dias de casa para a escola e vice-versa. Que isto, uma aldeia sem crianças é como um jardim sem flores. Não acha, Tio Ambrósio?

– E é com leis dessas que estão a envelhecer Portugal. Em vez de incentivarem o nascimento de novos cidadãos, sobretudo nas zonas do interior do país, o que fazem é encerrar as escolas, que se é incentivo é para os que têm filhos pequenos irem em busca de outras paragens. Assim fosse eu! Então se numa terra não há escola para os pequenos, não há centro de saúde para os velhos e doentes... o melhor que temos a fazer é fazer as malas e ir procurar um lugar onde tenhamos essas coisas à mão.

– Pois! Mas para já, e quanto aos pequenos, temos o problema resolvido.
O que não quer dizer que, para o próximo ano, não tenhamos que nos ver obrigados a outra solução.

– Pelos vistos, basta vir uma ministra que, em vez da tabuada do sete, se ponha a cantarolar a tabuada do nove...

– Sei lá, Tio Ambrósio! As razões apontadas para esta tomada de posição não parecem convencer ninguém. Uns dizem que o objectivo é puramente económico. Fechar setecentas escolas é acabar com mais de mil empregos e, a curto prazo, com os respectivos vencimentos dos seus titulares.

– Entretanto os autarcas queixam-se com as dificuldades em transportarem todas as crianças das diversas aldeias para os centros maiores, como sejam algumas sedes de freguesia ou os próprios concelhos. A um já eu ouvi dizer que, com esta política de entregar o transporte das crianças às autarquias, estas vão entrar na bancarrota. Outros afirmam que, com estas medidas, o Governo está a sacudir a água do seu capote e a fugir às suas responsabilidades.

– Pois é, Tio Ambrósio! Como eles não são capazes de reduzir as despesas do Estado noutros sectores, como seja o da compra de carros de alta cilindrada para ministros, secretários de Estado e tantos outros que lautamente se banqueteiam à mesa do orçamento, vai de impor sacrifícios aos mais pequenos. E, aqui, refiro-me mesmo aos mais pequenos. Porque vossemecê há-de entender que não é nenhuma pêra doce fazer-se diariamente um trajecto em transportes mais ou menos morosos. Só para lhe dar um exemplo, num Concelho que eu conheço bem, as crianças têm que se levantar todos os dias às seis da manhã, fazem uma hora e tal de camioneta para chegarem à escola, e só regressam a casa lá para as oito horas da noite.

– É, Carlos! Por vezes não se equacionam todos os problemas, e quem acaba por sofrer é sempre o elo mais fraco. Que, a bem dizer, também há algumas vantagens em juntar os alunos, como seja o facto de alargarem o seu grupo de amigos, de poderem contar com melhores instalações.

– Não se pode ter tudo, Tio Ambrósio! De qualquer modo, parece-nos que esta foi uma decisão tomada em cima do joelho. Não se admite que os pais e alunos só sejam informados três semanas antes do começo das aulas que a sua escola vai fechar. Isto é brincar com os pequenos e com as famílias.

– O que não aconteceu cá no Cabeço.

– Por enquanto, Tio Ambrósio! Mas o futuro a Deus pertence!

Ricos de Portugal

Os mais ricos de Portugal sofreram com a crise, mas o património combinado das 25 maiores fortunas do País representa 9 por cento do produto interno bruto (PIB). São 14,7 mil milhões de euros repartidos por alguns milionários.

O império da cortiça e a participações na Galp concedem a Américo Amorim o título do homem mais rico do País, pelo terceiro ano consecutivo. O empresário tem uma fortuna avaliada em 2,2 mil milhões de euros.

O segundo lugar é ocupado pelo patrão do império Sonae, Belmiro de Azevedo. A crise económica tem tido o seu impacto nos negócios do empresário, que tinha em 2007 uma fortuna de três mil milhões de euros. Agora, tem menos: cerca de 1,3 mil milhões de euros.

A família mais rica do País, os Guimarães de Mello, têm um património avaliado em 1017 milhões de euros. Para além de Vasco de Mello, que lidera a Brisa, os membros da família controlam a José de Mello e detêm participações na EDP. Os parentes da família Cunha José de Mello estão em oitavo lugar, com 605 milhões de euros. A fortuna dos dois lados da família teve origem no império CUF.
In O Amigo do Povo